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Publicado por Monise em 28 de junho de 2019

Little Mix fala sobre saúde mental em parceria com a Simple em sua nova campanha #ChooseKindness. Leia abaixo:

DTL: Obviamente, vocês recebem bastante negatividade da imprensa sobre suas mensagens [de empoderamento] e do que vestem. Vocês já viram o mesmo online?

Perrie: É sempre online. A maioria das coisas que enfrentamos vem das redes sociais, de pessoas por trás das telas de computadores e de celulares. Na sessão de comentários de notícias, o tempo todo.

DTL: Quem tem as melhores respostas para esse tipo de coisa?

Leigh-Anne: Jade! Ela sempre sabe o que dizer!

DTL: Vários jovens lidam com o abuso online todos os dias – o que vocês diriam a eles?

Perrie: É realmente difícil porque quando as pessoas estão sendo cruéis online, é difícil lidar com isso. Quando você não é esse tipo de pessoa e alguém age desse jeito, você apenas não sabe o porque alguém iria querer falar algo desagradável ou cruel. Você tem que ter confiança em si mesmo, e talvez tentar conversar com alguém que é próximo que vai te ouvir.

DTL: Vocês costumavam olhar para comentários negativos [online] sobre vocês mesmas?

Jade: Sim. Acho que todas nós tivemos curiosidade de olhar os comentários, e eu acho que houve uma época em que éramos obcecadas com isso, e não é um jeito saudável de se viver. Você começa a ficar mais insegura, e com o passar dos anos a gente aprendeu a não deixar a negatividade tomar conta do quanto isso nos fazia mal. Agora está fora de vista, fora da cabeça – nós tentamos não ler mais. É ótimo que o Instagram te deixa bloquear palavras e coisas que você não quer ver. Isso nos ajuda a nos cercar de coisas muito mais positivas.

DTL: O ensaio fotográfico que vocês fizeram para ‘Strip‘ lida muito com isso – qual foi a pior coisa que vocês se lembram de alguém falando mal de vocês?

Leigh-Anne: Acho que pra mim quando falaram ‘você não é boa o suficiente’ ou questionaram minha habilidade [vocal]. Tipo, se você erra em uma nota as pessoas comentam sobre isso, ou você se esquece de algum passo de dança. Acontece! Mas realmente fica na minha cabeça porque apenas duvidam se você é boa no que faz.

DTL: Recentemente vocês começaram a falar sobre as suas dificuldades com saúde mental – O que fez vocês começarem a falar sobre o assunto?

Perrie: Acho que é porque estamos em um bom lugar agora, e quando você está em um bom estado de espírito, você consegue falar mais sobre essas coisas com mais facilidade. Com sorte, vai ajudar alguém que passou pela mesma coisa.

DTL: Por que falar sobre isso é tão importante? Como todos nós podemos começar a falar mais sobre isso?

Jade: Acho que quanto mais você fala sobre isso, mais pessoas vão falar, começa a normalizar. Se transforma em um objeto de menos tabu para dizer e fazer então, ajuda várias pessoas. Eu acho que por um bom tempo, saúde mental não era realmente falado o suficiente, e poderia se agravar porque ninguém falava sobre [saúde mental].

Jesy: Sim, acho que quanto mais você toca no assunto, é como se um peso saísse dos seus ombros. Especialmente com as redes sociais, a gente tem uma grande plataforma que queremos usar parar falar sobre esse tipo de coisa e ser positivo. Eu acho que com sorte, pode ajudar a combater algumas das negatividades online também.

DTL: Vocês acham que as coisas que fizeram vocês lidarem com saúde mental, contribuíram para fazerem parte da campanha?

Jade: Acho que uma das razões principais pela qual eu queria falar sobre isso é que você sai do outro lado de lidar com essas coisas. Quando você está se sentindo melhor, você quer fazer. Estamos sendo mais ouvidas também, e as pessoas estão começando a perceber e entender o quão impacto grandes artistas podem ter, nós apenas queremos ajudar.

DTL: O que vocês acham que pode ou que deveria ser feito para lidar com o abuso online? Como podemos fazer com que a Internet seja um lugar mais positivo?

Perrie: É mais vida real do que online, se você vê alguém na rua, é mais provável que você a elogie do que gritar com ela. Nós achamos que um elogio já é meio caminho andado. Acreditamos em apenas fazer as pessoas se sentirem mais bem consigo mesmas. Ao invés de deixar alguém pra baixo e jogar coisas negativas nelas o tempo todo; acolha eles e faça eles se sentirem incríveis! É a mesma coisa no assunto online, se comunique com as pessoas e deixe elas saberem o quanto você acha elas incríveis ao invés de ser maldoso.

Leigh-Anne: Muito mais precisa ser feito por outras pessoas para combater isso também. Deveria ter moderação nas plataformas. E talvez, grande consequências para as pessoas que praticam isso, porque as consequências para as pessoas que passam por isso pode ser grande, muito grande.

Jade: Os efeitos que as pessoas com saúde mental passam a ter pode ser grande, e parece que não tem nada o suficiente sendo feito por todos no momento pra isso acabar.

DTL: O que vocês diriam para alguém que posta coisas negativas online?

Jade: Na maior parte do tempo, as pessoas que estão espalhando ódio online tem muitos problemas com elas mesmas em suas vidas pessoais. Requer muita energia para sair do limite e ser horrível com alguém, então a causa óbvia disso são eles se sentindo terríveis com eles mesmos. Então, eles precisam conversar com alguém, procurar ajuda, achar um jeito de canalizar toda a energia em algo positivo.

Jesy: É tão fácil ser gentil.

DTL: O que vocês acham que eles podem aprender com a campanha #ChooseKindness?

Perrie: Apenas seja legal. Essa é a vibe. Eu não acho que um hater percebe o impacto que eles tem nas pessoas quando falam algo desagradável. O impacto de realmente entender, e com sorte a campanha vai fazer isso, e empoderar pessoas a serem gentis.

DTL: No clima da #ChooseKindness, qual é a coisa mais gentil que alguém já fez por vocês?

Leigh-Anne: A coisa mais gentil, pra mim, seria as meninas e de como elas são um sistema tão positivo na minha vida. Quando chego no trabalho, eu sei que tenho três amigas para ver. É uma sensação boa.

Fonte: Ditch The Label

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