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06.05.20

Jade participou hoje (06), de um podcast com a cantora e entrevistadora Chelcee Grimes, no qual conversaram sobre o The X Factor, como foi entrar em uma girlband e muito mais. Confira abaixo traduzida as melhores partes da entrevista e o podcast completo:

“Eu, minha família, Holly e a família dela fomos para a Turquia eu acho, em um daqueles bares de karaokê e eu subi para cantar e apareci na televisão, no The X Factor, e a senhora ficou tipo ‘você quer cantar aqui? Eu te pago!’ e eu fiquei ‘claro que sim’ e foi assim que surgiu meu primeiro trabalho e a partir disso consegui alguns trabalhos pelo nordeste, cantando em bares, boates e tudo isso”

“É horrível quando te dizem não porque você pensa ‘é porque não sou boa o suficiente’. A primeira vez que não passei no The X Factor eu tinha só 15 anos e fiquei com o coração partido, eu realmente não entendia programas como aquele e eu era muito jovem e inocente para entender. Na segunda vez eu não estava tão preocupada porque pensei ‘se não for pra ser não vai ser’, mas a quantidade de ‘nãos’ que eu recebi em geral, fazendo audições, eu fiz tantas audições naquele programa, e você só recebe não atrás de não atrás de não. É quase como se quanto mais não você recebe, mais você desenvolve uma “casca grossa” e, pessoalmente para mim, mais me inspirou a continuar tentando, porque eu acreditava em mim mesma e eu sabia que não queria, eu amo a minha cidade, mas eu sabia que queria mais que aquilo, eu não queria viver em South Shields para sempre, eu queria ter uma carreira fora da minha cidade e tinha a esperança de morar em Londres, o que eu nunca poderia pagar se eu não tivesse passado por um programa como esse.”

“As meninas me chamam de puxa-saco do professor porque eu me jogo em tudo e tenho que fazer o melhor que eu posso, eu nunca faço nada de qualquer jeito. Acho que puxei isso da minha mãe, ela ama trabalhar e eu sou igual, quero estar o tempo todo ocupada e ser excelente no que quer que eu faça.”

“Quando eu fui chamada para estar em uma girlband eu odiei a ideia, porque eu imaginava meninas ousadas e uma vibe Pussycat Dolls e na época eu não era… quer dizer, não sou nada sexy, e quando alguém dizia girlband era com isso que eu associava, com mulheres sexys e ousadia. Mas assim que conheci a Jesy, a Leigh e a Perrie, eu soube que era diferente, e desde o início nós 4 queríamos ser um tipo diferente de grupo de garotas.”

“Eu amo estar em um grupo, é legal se apoiar uma na outra, é legal não ter toda a pressão sobre você, especialmente no palco, se você errar ou se estiver se sentindo mal você tem 3 pessoas no palco com você pra te ajudar.”

“Eu sempre escrevia músicas antes do grupo, quer dizer, eu provavelmente era meio merda antes, tipo quando escuto algumas das primeiras músicas que compus eu fico com vergonha. Tinha uma música chamada… como se chamava? Era algo genérico e merda sobre caminhar pelo centro de South Shields me lamentando.”

“É importante pra nós não colaborar apenas com artistas enormes, especialmente a Kamille, ela é grande parte do nosso sucesso e ela veio com a música More Than Words, que é basicamente sobre a relação que ela tem conosco e como mudamos as vidas umas das outras através da música, então ficamos tipo ‘se é sobre a nossa relação você deveria estar na música’.”

“Ainda não parece real pra mim, especialmente quando estamos ensaiando para turnê e você faz os ensaios de produção onde você vê o set pela primeira vez e tudo que vocês projetaram juntos, e toda vez eu fico ‘como isso é o meu trabalho?’ Eu sempre choro quando vemos pela primeira vez o palco para a próxima turnê, eu sempre fico emocionada. Vou para meu quarto de hotel e penso ‘isso foi sorte? Como eu fui capaz de fazer isso?” Acho que algumas coisas são para ser, sou muito grata e me sinto sortuda por estar onde estou.”

Tradução e Adaptação: Equipe BRLM

Salvo em: Entrevistas
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