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27.03.20

A girlband inglesa Little Mix lançou na madrugada desta sexta-feira, 27, a música Break Up Song. Este é o primeiro single do sexto álbum do grupo, que ainda não teve o nome divulgado e foi apelidado pelos fãs de LM6. Às vésperas do início da nova era da banda, o Estado conversou com Jesy Nelson, uma das quatro integrantes do grupo, sobre a expectativa para a nova fase, possíveis spoilers do LM6 e, claro, sobre a conexão com os fãs brasileiros.

Break Up Song se diferencia dos singles do álbum anterior, LM5, ao apostar em uma batida que remete aos clássicos dos anos 1980, com um refrão inspirado e cheio de nuances características da era disco. “A música tem um estilo um pouco diferente para nós. Espero que os fãs fiquem felizes ao ouvir. Eu adoro o conceito que ela traz, que é sobre sair com os amigos após o término de um relacionamento, se divertir e esquecer de todos os problemas”, disse Jesy.

No dia 8 de março, Jesy, Leigh-Anne Pinnock e Jade Thirwall se apresentaram no Festival GRLS, em São Paulo. Apesar de a banda já existir há nove anos e ter uma grande base de fãs brasileiros, esta foi a primeira vez do Little Mix no País. O quarteto, no entanto, veio desfalcado: a quarta integrante da girlband, Perrie Edwards, anunciou no Instagram que não viria ao Brasil por problemas de saúde: “Estou de coração partido por não poder estar aí com vocês, mas sei que as meninas vão arrasar no show”, escreveu ela.

Na entrevista ao Estado, Jesy Nelson falou sobre o festival: “Honestamente, foi um dos melhores shows que já fizemos. Os fãs são completamente loucos. Foi inacreditável. Mas também foi um pouco difícil porque a Perrie não estava com a gente, então não sabíamos o que esperar do show”, contou a cantora. Jesy também falou sobre a possibilidade de voltar ao País e revelou algumas diferenças entre o LM5 e o próximo álbum da banda. Confira a entrevista abaixo:

Break Up Song lembra as músicas que marcaram os anos 1980. O resto do álbum seguirá o mesmo estilo?

Um pouco. Eu não diria que o álbum todo vai ser assim, mas tem outras referências aos anos 80 sim. É um álbum um tanto eclético, então é bem diferente.

As músicas do LM5 giravam em torno do empoderamento feminino. O próximo álbum também fala sobre esse tema?

Não vai ser tão ‘girl power’ quanto o LM5, esse vai ser um pouco mais livre com relação às mensagens que as músicas trazem. Mas a gente sempre tenta incorporar isso, sempre vamos querer empoderar todo mundo.

O que inspirou essa nova era esteticamente e musicalmente?

Normalmente nós temos vários conceitos ou coisas específicas que nos inspiram, mas, para ser honesta, este álbum foi muito mais livre que os outros. Desta vez, fomos para o estúdio sem saber qual seria o resultado. Este aconteceu naturalmente e, em um certo momento, nos demos conta de que já tínhamos muitas músicas e que já tínhamos um álbum. Então não tem exatamente alguma coisa que tenha nos inspirado, apenas continuamos indo para o estúdio e compondo sobre o que a gente queria.

O álbum já está pronto? Vocês já têm ideia de quando será lançado?

Não, ainda não terminamos. Neste momento, com tudo que está acontecendo (a pandemia do coronavírus que afeta o mundo inteiro) não tenho certeza de quando vai sair.

Vocês estão mais envolvidas no processo de criação deste álbum? Estão escrevendo mais?

Acredito que a gente esteja participando do LM6 da mesma forma que trabalhamos nos outros álbuns. A Jade e a Leigh escreveram músicas muito boas, algumas nós fizemos em grupo e outras músicas maravilhosas de outros compositores incríveis foram dadas para nós.

A banda está em uma nova gravadora. Agora vocês têm mais liberdade para fazer os álbuns e gravar os clipes?

Sempre tivemos liberdade na outra gravadora, mas, obviamente, aconteceram algumas coisas que nos fizeram mudar para a RCA. Está sendo bom, não tenho do que reclamar.

Vocês têm planos de voltar ao Brasil?

Nós adoraríamos voltar. Fomos como um trio da última vez e amaríamos voltar todas juntas para fazer outro show. Isso seria incrível.

O que você tem feito nesta quarentena? Como você tem se cuidado?

Eu literalmente não fiz nada além de comer e assistir filmes. Não consigo parar de comer. Como, assisto filmes e fico dentro de casa.

Eu sei que saúde mental é um tema importante para você. Acredita que este é um momento de dedicar um tempo a nós mesmos, de cuidar da gente?

Com certeza. É claro que é um momento difícil para todo mundo, mas ao mesmo tempo é uma oportunidade de estarmos junto das nossas famílias, de interagir mais com os nossos parentes da mesma forma que fazíamos antes do surgimento das redes sociais. As redes são uma grande parte da vida das pessoas hoje e, às vezes, isso não acontece da melhor maneira, então é bom estar em casa com a família. Se você puder, claro.

O reality show da banda, ‘Little Mix: The Search’, tem previsão de lançamento no primeiro semestre. Vocês já começaram a gravar?

Já gravamos a maior parte do programa, só falta a parte ao vivo. Com o coronavírus, não sabemos quando vamos poder voltar a trabalhar no programa. As audições já foram filmadas. Eu estou muito animada, nos divertimos muito gravando. O talento dos participantes é inacreditável, somos muito sortudas de tê-los no ‘The Search’. Tem sido muito legal porque a gente entende exatamente o que eles estão sentindo, então quando eles participam das audições com a gente, tentamos fazer o processo todo ser agradável e menos assustador.

Voltando ao tema de Break Up Song, você tem músicas favoritas sobre término de namoro?

Com certeza. Eu amo Irreplaceable (da Beyoncé), a Ariana Grande tem muitas músicas boas que falam sobre isso, a Dua Lipa também.

Fonte original: Terra



27.03.20

Não faz nem um mês que o Little Mix visitou o Brasil pela primeira vez. A pandemia de Coronavírus nos colocou o tempo em outra perspectiva e a sensação que temos é de que fazem muitos meses que tivemos esse encontro com uma das maiores girlbands da história. Entretanto há três semanas apenas Leigh-Anne Pinnock e Jade Thirlwall contaram com exclusividade ao POPline que o sexto álbum do grupo estava à caminho e a notícia foi instantaneamente republicada em veículos brasileiros e de todo o Reino Unido.

Era a confirmação que todos esperavam e a gente só não sabia que a primeira amostra desse disco chegaria tão rapidamente. Nesta sexta-feira (27), o Little Mix liberou nas plataformas digitais “Break Up Song”, música que dá início a uma nova era e ao que parece ela será realmente escrita de forma diferente. O single, que tem uma pegada oitentista – que está super em alta – , nos mostra um Little Mix mais maduro e pronto para explorar sonoridades jamais exploradas pelo quarteto. Diria até que “Break Up Song” nos traz um grupo mais adulto, distanciando-se de outros sucessos como “Black Magic” e “Hair”, que tinham um público alvo totalmente diferente.

Para entender melhor o novo single, a nova fase do Little Mix e adiantar mais detalhes do aguardado “LM6”, conversamos novamente com Leigh-Anne, desta vez ao telefone diretamente de sua casa na Inglaterra. De quarentena, Leigh nos atendeu e falou um pouco mais sobre o direcionamento do grupo, alguns medos em relação ao visual adotado em “Break Up Song”, adiamentos envolvendo a pandemia de Coronavírus, o reality show “The Search” e, claro, a sua passagem pelo Brasil, que de acordo com ela mesma foi “a melhor viagem” que já fez na vida!

POPline: Oi Leigh! Aqui é a Mari, conversamos há umas semanas aqui em São Paulo!

Leigh-Anne: Oiiii, tudo bem?

Tudo! E você?

Eu estou bem também, obrigada!

É muita legal poder falar com você de novo. Eu tive o prazer de escutar “Break Up Song” antes do lançamento e fiquei muito surpresa com muitos aspectos dessa música! Ela é incrível, parabéns!

Aahh, muito obrigada! Preciso dizer que estamos muito animadas com essa música! Mal posso esperar para que todo o mundo possa ouvi-la!

Acredito que o mais importante a respeito deste single é que ele é algo completamente diferente de tudo que o Little Mix já fez. Por que vocês escolheram este caminho?

Acho que o que a gente realmente queria era uma ótima música pop. Tivemos a ideia de fazer uma música com uma pegada mais 80’s há um tempo atrás… Na verdade, não a escolhemos como primeiro single instantaneamente. Ela sempre foi uma das nossas favoritas, mas ela não estava finalizada. Me lembro de escutá-la uma vez e pensar assim, ‘Por que não finalizamos essa música? Vamos deixar assim?’. Depois de um tempo finalmente conseguimos finalizar e eu nem consigo explicar direito! Acho que ela é uma música pop muito boa e talvez por isso soe tão diferente de todas as outras. Eu não sei ao certo, mas acho que essa pegada 80’s deixou a música muito mais ‘descolada’.

A produção de “Break Up Song” também é bem ousada, se comparada a músicas antigas do Little Mix. Diria até que esta é uma música mais adulta e mostra um lado diferente do grupo, musicalmente. Estou certa?

Sim, com certeza! Mas eu também acho que ela tem aquele elemento mais cativante, então ela fica na cabeça das pessoas. Eu também acho que os sintetizadores oitentistas também são super pra cima e toda vez que eu ouço, eu fico super feliz e é exatamente o que eu acho que a música faz! É o que eu acho que essa música fará com as pessoas.

Vocês sempre tiveram vocais poderosos, mas acho que esta é uma das melhores produções do Little Mix. Concorda?

Obrigada. Hmmmm, sim eu acredito que é algo muito diferente, fresco.  As pessoas têm aquela sensação de ouvir a música, mas não saber ao certo de quem é, o que é muito interessante. Espero que todos gostem muito.

Tenho certeza que sim! “Break Up Song” é altamente influenciada pelo som dos anos 1980 e esta é uma tendência do mercado neste momento. Essa sonoridade é uma referência que representa bem o som do “LM6” ou é uma faixa mais isolada?

Sim! Definitivamente eu acho que ela representa o disco muito bem. Acho que esta é uma ótima introdução ao que o álbum está se tornando!

O vídeo teaser do Instagram para “Break Up Song” também é bastante influenciado pelos anos 1980! Você até está usando um corte de cabelo no estilo mullet! O clipe também será assim? Como foi essa filmagem?

Nós ainda não filmamos o videoclipe oficial dessa música, o que é uma pena, e obviamente não podemos fazer um vídeo nesse momento, mas temos algo para lançar e será muito legal. A gente fez um vídeo vertical para o Spotify, que também tem essa vibe oitentista super ‘cool’ e foi daí que saiu o meu visual com mullet, risos! Cara, eu tava com tanto medo de mostrar esse cabelo! Não sabia se as pessoas iriam gostar, porque obviamente é muito diferente e eu nunca fiz nada nem parecido com esse estilo antes. Mas eu sempre gosto de fazer coisas diferentes no meu cabelo e experimentar, então pensei ‘por que não?’. Eu adorei!

Eu adorei, Leigh! Ficou super legal! Amei o mullet e as ombreiras!

Ahhh, obrigada! Foi muito legal mesmo. A gente nunca fez nada com essa pegada anos 1980 e o estilo dessa época era muito legal, tão diferente. Foi incrível poder se vestir assim e de uma maneira que nunca nos vestimos antes.

Fonte original: POPline



27.03.20

Após fazer sua primeira passagem pelo Brasil, o grupo britânico Little Mix deu início a sua nova era nesta sexta-feira (24) com o lançamento de Break Up Song, o primeiro single de seu sexto álbum.

O quarteto formado por Leigh-Anne Pinnock, Jesy Nelson, Perrie Edwards e Jade Thirlwall surgiu em 2011 no programa The X Factor, quando todas fizeram audições como solistas e acabaram sendo colocadas juntas no que se tornou o primeiro grupo a vencer o reality musical.

No início de março, elas visitaram o Brasil pela primeira vez ao participar do festival Grls, porém sem a presença de Perrie, que ficou em casa por problemas de saúde.

Antes da divulgação de sua nova música, Jade conversou com Quem sobre o show em São Paulo, o lançamento de Break Up Song e como a quarentena causada pelo novo coronavírus interferiram nos planos de seu novo CD.

Como foi a passagem pelo Brasil?
Foi a experiência mais incrível que já tivemos. Com certeza um dos pontos altos das nossas carreiras. Nós esperamos muitos anos para ter a chance de visitar o Brasil então quando finalmente chegamos lá foi apenas insano. Os fãs são insanos, o festival foi muito bom, foi incrível estar lá no Dia Internacional das Mulheres, nós vimos homenagens e coisas assim que não acontecem no Reino Unido. Foi muito legal, eu mal posso esperar para voltar.

O que você mais gostou?
O show foi incrível, a plateia cantou tão alto e não acreditei que em nossa primeira visita ao Brasil e os fãs sabiam todas as letras das músicas, inclusive as que não foram singles. E também todos os fãs que ficaram na porta do hotel, nós tivemos a chance de conhecer e conversar com eles. E eu estava viciada naquelas bolinhas de queijo também, eu não vou me lembrar do nome, mas eu literalmente não conseguia parar de comer.

Foi difícil se apresentar sem a Perrie?
Estando em um grupo, nós temos muitas coreografias que temos que repensar, além de dividir os versos das músicas entre nós três, ver quem vai cantar com as partes da Perrie, que é algo que ninguém quer fazer porque ela tem um monte de notas altas. Foi realmente estranho nos apresentar como trio. E ela ficou muito triste porque queria muito ir, mas combinamos que acabou sendo uma boa coisa porque agora nós temos que voltar.

Como foi trabalhar em Break Up Song?
Foi muito divertido. Nós começamos a trabalhar nela há mais ou menos um ano, já faz um tempo. E é uma música pop incrível. Eu sinto que a música pop de verdade está voltando com tudo e é isso que o Little Mix ama e é o que nossos fãs amam sobre nós: nós não temos vergonha em fazer música puramente pop. Ela é muito divertida e animada e agora que todos temos que ficar em casa, é disso que precisamos.

Ela tem uma vibe anos 80, que tem voltado recentemente. Por que decidiram seguir nesse estilo?
Nós fizemos Break Up Song bem antes dessa vibe de anos 80 começar a acontecer e aí começamos a ver outros artistas fazendo coisas nesse estilo e pensamos ‘ok, que estranho’, mas acho que está se tornando algo popular. Nós achamos que funcionaria bem ter esse sentimento nostálgico, assim como fizemos em Black Magic, e enquanto grupo adoramos fazer essas coisas mais divertidas.

Que outros estilos gostariam de explorar?
O álbum que estamos fazendo não é só nesse estilo anos 80, isso é só um aperitivo. Vai ter influência R&B, influência dance, mas não tivemos dúvida ao escolher Break Up Song como primeiro single. Eu gostaria de fazer algo bem dançante, talvez algo com a vibe de Reggaeton Lento porque funcionou bem pra gente, percebemos isso no Brasil. Os fãs receberam muito bem a música, então seria legal fazer algo como ela novamente.

O novo álbum já tem previsão de lançamento?
Ainda não. Obviamente que, com tudo o que está acontecendo, a programação terá que ser um pouco adiada. Mas isso também é bom porque nos dá tempo para aperfeiçoar o álbum e deixar ele de um jeito que realmente nos faça feliz. Então realmente não sei dizer quando ele será lançado.

Como tem sido esse período de quarentena?
Tem sido muito difícil. Foi horrível não poder ver a minha mãe no Dia das Mães. Mas eu estou morando com a minha melhor amiga, meus outros amigos estão ficando aqui comigo por enquanto, então tenho companhia e temos muitas opções para nos distrair. Agora temos que ouvir as instruções e ficar em casa e fazer o que é melhor para todos.

Vocês sempre passaram a mensagem de empoderamento feminino. Por que isso é tão importante?
Ao estar em um grupo feminino é importante passar a mensagem que estamos lá uma para a outra, que não existe competição, que nos apoiamos. Acho que essa é a mensagem que todas as mulheres deveriam querer passar. Sinto que muitas vezes a mídia tenta colocar garotas umas contra as outras e criar drama, mas nós deveríamos estar nos celebrando enquanto mulheres e nos ajudando a ser mais confiantes porque nós somos mais fortes quando nos unimos.

Estar em um girl group influencia nessa mensagem?
Estar um uma girlband por nove ou dez anos só é possível quando vocês se unem e se apoiam. Estar em um grupo foi muito melhor do que ter que aprender a lidar sozinha com todas as críticas que recebemos o tempo todo.

O que gostaria de dizer para seus fãs nesse momento?
Nós amamos muito nossos fãs. Esperamos que eles estejam ficando em casa, se mantendo seguros e cuidando uns dos outros. E nós vamos distraí-los com música nova, atividades online e interagindo e conversando bastante com eles para apoiá-los nesse momento.

Fonte original: Revista QUEM



27.03.20

Se há alguém que pode nos tirar da melancolia, esse alguém é Little Mix. O grupo feminino de maior sucesso da Grã-Bretanha está rompendo o auto-isolamento com um novo single poderoso que tem um título auto-explicativo: Break Up Song (Música de término).

A música foi escrita em uma onda de criatividade no ano passado – uma das sete músicas que a banda compôs em um único dia com a escritora parceira delas (e ex-corretora), Camille Purcell.

Imediatamente, [Break Up Song] foi escolhido como o primeiro single do sexto álbum da Little Mix – [porém] o primeiro desde que o grupo se separou da gravadora de Simon Cowell, Syco, em 2018.

Os planos para o álbum são incertos, considerando que o surto de coronavírus deixou as sessões de gravação em espera – mas, as meninas decidiram lançar Break Up Song mesmo assim, na tentativa de manter seus fãs felizes em tempos incertos.

A cantora Perrie Edwards de sua casa em Londres se juntou a nós por telefone para explicar o que está acontecendo; como a separação da Syco deu a Little Mix permissão para voltar ao primeiro amor delas: o pop puro e sem filtros.

BBC: Hey Perrie, como você está?

Perrie: Eu estou bem! Estou na minha cozinha fazendo sanduíche grelhado.

BBC: Ótimas notícias. Qual recheio?

Perrie: Você já ouviu falar de Joe and the Juice? (uma rede de bar de sucos dinamarqueses)

BBC: Sim, há uma loja ao lado da BBC!

Perrie: Bem, estou um pouco obcecada por eles porque meu namorado gosta, então… tem um sanduíche de atum que eles fazem, e basicamente estou fazendo minha própria versão dele.

BBC: Estou feliz que conversamos sobre coisas importantes primeiro. Vamos encerrar a entrevista aqui?

Perrie: Haha, sim.

BBC: Ou talvez devêssemos falar sobre o novo single…

Perrie: Oh, pode ser.

BBC: É reconhecível como uma música clássica da Little Mix, mas como isso aconteceu?

Perrie: Então, basicamente, a história é assim… Às vezes, quando fazemos sessões de composição, você fica literalmente sentada, mexendo os polegares, rabiscando em um pedaço de papel, fingindo que está tendo ideias enquanto está secretamente no Uber pedindo um carro para casa. Mas há dias em que tudo flui e é incrível. E esse foi um desses dias. Fomos ao estúdio com Camille, que é como o quinto membro do Little Mix, e escrevemos cerca de seis ou sete músicas em um dia.

BBC: Todas as músicas completas e finalizadas?

Perrie: Bem, era tudo, desde ideias brutas a demos de singles, e uma delas era Break Up Song. Era básica na época. Tinha muita batida e estava muito bruta – mas havia algo nela. E pensamos: “Este deve ser o primeiro single. Vamos apenas arrumar tudo com o que já pensávamos em mudar e continuar com isso”.

BBC: Então não foi destinada desde o início a ser o single principal?

Perrie: Não, mas tocamos a demo em nossa gravadora e dissemos: “Isso vai ser um sucesso – só precisamos finalizá-la”. E eles disseram: “Como você sabe que será um sucesso se é só um verso e o refrão?” E nós dissemos: “Confiem em nós. Vamos fazer uma demo muito boa juntas e apresentaremos a vocês para ver o que acham”. E foi assim que fizemos, todo mundo adorou. Nos sentimos muito orgulhosas porque era nosso bebê.

BBC: Eu sempre me perguntei como vocês dividem a parte de cada uma nas músicas. Vocês tem partes específicas que cada uma canta?

Perrie: Nós costumávamos ter uma rotina sobre quem cantava o quê, mas, desde o último álbum, tornou-se uma escolha livre para todas. Eu cheguei a um momento onde eu estava tipo “Pessoal, eu realmente não quero fazer as notas altas e os ad-libs ​​o tempo todo. Eu quero cantar um verso, ou algo num tom mais baixo porque eu também gosto de cantar num tom baixo”. Então não temos mais divisão agora. Eu acho que fica mais emocionante para nós e os fãs.

BBC: Uma das frases que Jesy canta em Break Up Song é: “Eu ficarei bem sozinha/vou encontrar uma maneira de dançar sem você“. Obviamente, a música foi escrita antes do confinamento, mas parece assustadoramente apropriada nesta semana.

Perrie: Exatamente! Não poderia ter chegado em um momento melhor. Eu acho que isso vai animar todo mundo em casa, apenas curtindo.

BBC: E, como mágica, você acabou de se tornar viral dançando com seu namorado [jogador do Liverpool, Alex Oxlade-Chamberlain] no Instagram…

Perrie: (Rindo) Eu não acredito que [o vídeo] se tornou viral! Não entendo o que o tornou tão bom.

BBC: Eu acho que é porque você flutua pelas escadas como se estivesse em um filme de Ginger Rogers dos anos 50.

Perrie: Ah, eu amei isso. Realmente parece. Mas nós fizemos como uma brincadeira; e então viralizou.

BBC: Essa é a sua dica para o isolamento, dançar pela casa?

Perrie: Sim, dançar, manter-se ocupado. Eu continuo usando bronzeado falso como se estivesse indo para algum lugar mas não vou. E estou tricotando um pouco.

BBC: O que você fez?

Perrie: Bem, como uma avó, eu tricotei um cobertor – e é muito útil.

BBC: O que o confinamento significa para Little Mix? Vocês tem agendado uma turnê, festivais, um programa de TV e um álbum para os próximos meses.

Perrie: Eu honestamente não faço ideia. Estou rezando e esperando que nossa turnê aconteça. Mas também estou colocando as coisas em perspectiva. É péssimo para nós, mas é uma pandemia global, então vamos apenas seguir o fluxo e fazer o possível para manter nossos fãs felizes enquanto estamos em quarentena e resolveremos isso depois.

BBC: Isso é basicamente o que todo mundo está fazendo.

Perrie: Essa é a questão: Todo mundo está na mesma posição. Estamos todos juntos nisso.

BBC: No entanto, algumas pessoas ainda parecem correr riscos desnecessários.

Perrie: É estranho, eu não entendo por que as pessoas não ficam em casa, não é tão difícil. As pessoas querem o tempo todo ficar doentes para faltar um dia no trabalho, mas, agora que precisamos ficar em casa elas estão tipo “Bem, eu não quero!”

BBC: Então em qual fase o álbum está agora?

Perrie: Para ser justa, estava se formando muito bem antes de toda a situação do Corona Vírus acontecer. Mas ainda tem trabalho a ser feito. Se estivesse tudo pronto nós diríamos “quer saber? Vamos lançar”, mas ainda não está finalizado…

BBC: O último álbum de vocês, LM5, foi lançado um dia depois que vocês romperam com a gravadora do Simon Cowell, mas, o lançamento [do álbum] ainda foi com a gravadora. Muitos fãs sentiram que o álbum não teve a divulgação que merecia… Qual foi a sua perspectiva?

Perrie: Foi um momento estranho na nossa carreira. Tinha muita coisa acontecendo. Nós estávamos orgulhosas do álbum, estávamos felizes com ele e os fãs pareceram amar. Eu acho que, seguindo em frente com a nossa música, ao invés de tentarmos amadurecer nosso som e tentar gêneros diferentes, nós vamos apenas fazer o que nos faz felizes – que é música pop e música para sentir bem tipo Break Up Song.

BBC: Foi isso que aconteceu com a Syco? Vocês estavam sendo forçadas a seguir uma direção em que não estavam confortáveis?

Perrie: Hmmm… Acho que só queríamos tentar algo novo. Foi o nosso quinto álbum e chega um ponto em que você quer mudar o som, mudar o visual, tentar coisas diferentes. Você não quer continuar fazendo as mesmas coisas todos os dias.

BBC: Vocês estão basicamente em território incomum agora. Grupos femininos normalmente não duram 3 álbuns, muito menos 6.

Perrie: Obrigada, é verdade. É bem raro conseguir se sair tão bem por tanto tempo, então somos realmente gratas. Acho que é devido à nossa amizade, trabalho duro e dedicação.

BBC: Você acha que as pessoas subestimam o quanto vocês trabalham?

Perrie: Exatamente. Acho que as pessoas pensam que a gente sobe no palco, ficamos bonitas, e aí inserimos um cartão de memória na nossa nuca e a performance acontece. Acho que não percebem que leva semanas e meses de preparação e ensaios e tempo e esforço. Não é fácil ser uma estrela do pop!

BBC: Como era a rotina antes do isolamento?

Perrie: Era intensa. É sempre a mesma coisa no mundo de Little Mix. Nossas horários normalmente são planejados com 2 anos de antecedência.

BBC: Uau. Eu não sei nem o que eu vou fazer amanhã, Perrie.

Perrie: Nem eu!

BBC: Isso deve ser estranho.

Perrie: É uma situação contraditória. É renovador, porém, também é assustador porque estou acostumada a ter a minha vida planejada para mim. Mas é bom não pensar em trabalho por um tempinho.

BBC: Você escreveu um post muito poderoso e corajoso no Instagram NO ano passado sobre a sua ansiedade e ataques de pânico. Como isso te afetou em fazer parte da banda?

Perrie: É esquisito. Afetou muito, mas também não afetou tanto, se é que isso faz sentido? Quando os ataques de pânico pioraram, eu não queria sair de casa. Minha mãe e Sam, a minha “manager”, tinham que me encontrar em casa para me levar para o trabalho porque eu não aguentava a ideia de estar em um carro sozinha. E eu sempre fui muito independente. Sempre amei meu próprio espaço. Eu vivia perto do campo sem nada ao meu redor e aquele era o meu lugar de felicidade. E aí de repente isso mudou e agora essa é a minha ideia do inferno. Então eu gosto de estar rodeada de pessoas agora porque eu sinto que se fosse para ter um ataque de pânico, eu estaria melhor se tivesse alguém comigo. Então atrapalhou o trabalho no sentido do dia a dia, mas nunca afetou estar no palco, porque performar é o que eu amo fazer. É onde eu me sinto mais confortável e segura, eu suponho.

BBC: Deve ser difícil subir naquele palco depois de passar por todo aquele estresse só para estar ali.

Perrie: É a pior coisa do mundo. É meio frustrante, porque se alguém quebrasse a perna, você não diria “ah, apenas suba no palco e performe, você está bem.” Mas como você não vê a ansiedade, por ser uma doença mental, as pessoas não necessariamente acreditam tanto assim.

BBC: A ansiedade diminuiu ou você descobriu mecanismos para lidar?

Perrie: Bate na madeira, os ataques de pânico pararam, mas a ansiedade é meio difícil de mudar, então você tem que tentar achar mecanismos para lidar com isso em vez de pensar que você vai se livrar dela. Terapia ajudou; e também descobrir os gatilhos para a minha ansiedade e tentar evitar essas situações de alguma forma. E se não, apenas tentar manter a calma e respirar.

BBC: Falando de notícias mais felizes, você acabou de passar no teste de direção, não é?

Perrie: Sim, passei! Eu nunca pensei que passaria no teste mas agora amo dirigir. É a melhor coisa do mundo.

BBC: Qual carro você comprou?

Perrie: É um grande caminhonete! É enorme. É uma aberração mas eu amei.

BBC: E você ainda toca violão?

Perrie: Um pouco – porém, não tanto quanto eu deveria. Eu estou com unhas longas e naturais agora e não consigo tocar violão com elas.

BBC: Elas não são úteis como palhetas?

Perrie: Não! É muito difícil quando você pressiona as cordas para fazer o acorde porque as unhas ficam no caminho. Então estou colocando a beleza antes do talento no violão!

BBC: Você já considerou fazer um acústico com as meninas?

Perrie: Eu pensei nisso mas não sei… Eu ficaria bem preocupada porque eu não sou tão boa. Eu sei tocar os acordes básicos e é isso.

BBC: Bem, você só precisa de 3.

Perrie: Isso é verdade! Toda música é basicamente só 3 ou 4 acordes, então nunca se sabe!

BBC: Certo, é melhor eu deixar você voltar para esse sanduíche de atum. Obrigada pela conversa.

Perrie: Obrigada! Te vejo quando tudo acabar. Fique segura!

Fonte: BBC
Tradução e Adaptação: Equipe BRLM.



13.03.20

Durante sua passagem de dois dias no Brasil (07 e 08 de março) para a apresentação no festival GRLS que aconteceu em São Paulo, as garotas também realizaram algumas entrevistas com importantes nomes das mídias sociais. Confiram todos os vídeos abaixo:

Este post será atualizado regularmente com novos vídeos divulgados.



13.03.20

Em sua passagem pelo Brasil no ultimo fim de semana, Jesy, Jade e Leigh-Anne realizaram algumas entrevistas para jornais brasileiros, sendo um deles a VEJA, onde conversaram um pouco a pressão da mídia sobre os artistas e feminismo.

“Não nos esforçamos para parecer popstars perfeitas. Na indústria, o público olha o artista como se ele não fosse real, como se não tivesse sentimentos e problemas, e somos completamente o oposto disso”, disse Jesy a VEJA durante a passagem por São Paulo. A garota de 28 anos, aliás, é uma das mais abertas sobre dilemas pessoais. No ano passado, ela lançou pelo canal BBC o documentário Odd One Out (A Estranha, em tradução livre), no qual fala sobre como lidou com problemas de autoaceitação.
Ao se desprender do produtor e de sua gravadora, em 2018, as jovens ficaram livres para criar um reality show concorrente ao X Factor. O programa se chamará The Search, e será exibido pela BBC, previsto para estrear até o meio de 2020.
Elas não comentam as razões do fim da parceria com Cowell, mas deixam uma sugestão em conversa a VEJA. “No começo, éramos jovens garotas sem experiência. Levou muito tempo até os homens nos levarem a sério, até escutarem nossas opiniões e nos permitir sermos nós mesmas”, disse Jade. “Sempre falaremos sobre empoderamento feminino e o direito das mulheres para todos os que quiserem nos ouvir.” Haja poder feminino.

Confira a matéria completa no site da VEJA.



11.12.19

Os fãs aguardam ansiosamente o próximo show de talentos do Little Mix, enquanto as garotas procuram descobrir a próxima grande banda – e elas nos informam exatamente o que podemos esperar e o que elas estão procurando.

Little Mix: The Search vai começar em janeiro, mas audições estão já em andamento na frente dos produtores, os candidatos são reduzidos à etapa final, onde terão a chance de impressionar Perrie Edwards, Jesy Nelson, Jade Thirlwall e Leigh-Anne Pinnock.

As meninas contaram para o Metro.co.uk que podemos esperar um show de talentos muito mais autêntico do que já vimos antes, enquanto elas pegam uma nova banda sob suas asas de cristais Swarosvski.

Perrie explicou:

‘’Nós vamos começar a filmar as audições em janeiro, vai ser divertido porque é algo diferente para nós. […] Nós nunca havíamos feito isto antes e obviamente nós estivemos do outro lado e agora ser capaz de orientar as pessoas e encontrar a próxima novidade, vai ser uma loucura.

E então o ganhador vai ser nosso ato de abertura em nossa turnê que vai jogar eles diretamente na frente de mais de 65 mil pessoas no Hyde Park, tendo várias risadas.

Mas eu apenas acho isso muito bom porque é uma experiência que eles vão ter para sempre e vai ser perverso, mas esmagar os sonhos das pessoas não vai ser tão divertido!

Jesy admitiu que ela não vai dar a ninguém um voto de piedade:

Vai ser muito difícil, mas ao mesmo tempo se eu não pensar que alguém é bom eu não vou dizer ‘Ah tudo bem, eu te deixo passar’, sabe o que quero dizer? Queremos achar a melhor banda!

Enquanto não irá parecer fácil se desfazer de bandas que não impressionam, Leigh-Anne revelou que escolher entre dois atos que ela ama vai ser difícil:

O que vai ser mesmo difícil é escolher entre duas bandas incríveis, e ter alguém sendo mandado embora sabendo que eles têm potencial, isso vai ser bem difícil.

‘Eu juro, se um ato que eu amo se for… Como você esconde isso? Talvez eu enlouqueça!’

Além do mais, talvez seja fácil comparar com os outros shows de talentos, as garotas querem que o seu se destaque contra o público tendo certeza de que o talento brilhe além ao invés de truques ou publicidade.

Jade explica:

‘Eu acho que o mais importante para nós com nosso programa é fazer dele autêntico e não encenado.’

‘Nós iremos estar lá pelos contestantes, antes e depois do programa. Acho que vai ter uma pegada diferente, eles vão ser colocados em uma casa e eu acho que haverá elementos de todos os tipos de programas que fizeram sucesso nos últimos anos, vamos pegar cada pedaço e criar nossa própria versão. Não queremos copiar ninguém, queremos criar um novo programa para que as pessoas possam assistir ao qual elas já estavam acostumadas.’

Leigh adicionou:

‘E outra, nada de encenações, apenas bom talento. Queremos achar o melhor. ’

As meninas também sabem pelo o que elas procuram no potencial dos concorrentes, com Jesy admitindo:

‘Nós queremos algo real e cru, nada de coisas falsas acontecendo. ’

‘Individualmente todas nós temos coisas que estamos querendo, eu sei que eu e Leigh realmente amaríamos encontrar uma banda R&B de garotos, com alma e leva-los de volta aos anos 90, quando as boybands costumavam estar por perto.

Leigh disse: “Queremos um Boyz II Men que possam sem mexer”!

Perrie, entretanto, está procurando por algo totalmente diferente:

‘Eu quero encontrar uma mistura de grupo tipo N-Dubz, Black Eyed Peas, esse tipo de pegada. É apenas achar a dinâmica entre os concorrentes. Quando eles estiverem fazendo audições, teremos que colocá-los em grupos e ver como eles funcionam um com o outro, porque você não pode apenas fazer um grupo acontecer. Não funciona desse jeito. Tivemos sorte. ’

‘Queremos encontrar tudo e depois então ver o que dá certo. Mas sim, talvez eles entrem em conflito, talvez eles não funcionem talvez eles se conectem direto. Então são apenas todos esses fatores. ’

Jesy: ‘Você pode vir como um grupo já feito, mas se tiver pessoas das quais não gostarmos no grupo, podemos tirá-los. Vai ser cruel, realmente é. ‘

A experiência pelo processo de audição talvez seja difícil, mas vai ajudar as bandas presunçosas desenvolver algo mais forte.

Jade nos contou:

‘Acho que passamos por isso, não? Há um elemento: se você tiver que fazer isso você tem que estar preparado. Nós passamos por muita coisa para chegar onde estamos. ’

Perrie continua:

‘Digo, te destrói no começo e você sente que é o fim do mundo, mas depois você fica forte!’

Leigh-Anne avisa que haverá lágrimas tanto quanto triunfos, acrescentando:

‘Eu apenas vou pedir desculpas agora pela montanha russa de emoções que você vai presenciar se vier ao programa. ’

Elas não só irão orientar as bandas pelo reality show, como também irão orientar suas carreiras e ajudá-los nos eventos que mudarão a vida após o programa.

Fonte: Metro UK



10.12.19

Enquanto 2019 tem visto girl bands como as Spice Girls e as The Pussycat Dolls retornarem sem uma integrante – Little Mix insiste que isso nunca seria o caso delas. Na verdade, o grupo declarou que elas não poderiam continuar se uma delas saísse – e que elas funcionam como um quarteto.

Falando com o MailOnline exclusivamente, a banda – que inclui Leigh-Anne Pinnock, Jade Thirlwall, Jesy Nelson e Perrie Edwards – declarou que elas nunca irão ter desavenças, ao contrário das Girls Aloud.

Eu não consigo ver a gente se desentendendo. Ou [em caso de separação] voltando juntas sem uma de nós estarmos envolvida’, Jade, 26, disse. ‘As pessoas sabem que somos amigas. Não é algo falso, você apenas sabe que é verdade.

‘Se uma de nós não quisesse voltar, não conseguiríamos’, Leigh-Anne, 28, adicionou. ‘Até mesmo as Spice Girls – que voltaram sem a Victoria – elas conseguiram. Mas com a gente não seria possível. ’

No verão passado as Spice Girls que incluem – Emma Bunton, Mel B, Mel C e Geri Horner esgotaram estádios pelo Reino Unido para a sensacional SpiceWorld Tour, mas sentimos a falta da quinta integrante Victoria Beckham.

Já na semana passada, foram as The Pussycat Dolls que voltaram, e dessa vez sem Melody Thornton. Rumores diziam que Melody não estava interessada em voltar, tendo em conta que Nicole Scherzinger é a cantora líder ofuscando as outras integrantes.

Você não sabe o que se passa. As pessoas acham que a gente briga, mas nunca brigamos’, Perrie, 26, disse da situação.

‘E sabe de uma coisa? Se a Melody não quis voltar ao grupo porque queria mais partes ou o que quer que seja, que seja assim, cada uma do seu jeito […] E se as outras garotas voltaram porque sentiram que era o certo para elas, então eu digo ‘vai com tudo suas maravilhosas.’

A gente sempre deixou isso claro’ Jesy, 28, disse.

‘Todo mundo é igual no grupo. Nós somos quatro. Little Mix não é Little Mix a não ser que tenha quatro de nós ’, Perrie conclui.

Semana passada, o grupo lançou o seu primeiro single de natalino, One I’ve Been Missing, que foi escrito por Leigh-Anne. A compositora – ao lado de Jade – são as compositoras principais do grupo, com Jesy e Perrie felizmente as deixando escreverem.

‘Com [álbuns] DNA, Salute, Get Weird e Glory Days, nós todas compomos. Mas então quando LM5 veio, Jesy e eu dissemos ‘vocês duas estão arrasando’ – para Leigh-Anne e Jade. ’

‘Eu não tenho paciência!’ declara Jesy. ‘Escrevendo canções, ou eu estou compondo ou não. E se eu não estou eu acho desgastante. Eu apenas sei quando estou afim ou não. Jade e Leigh podem ficar com uma música e pode melhorar. Se eu acho que não é boa, eu apenas desisto. Ás vezes eu olho para essas duas e vejo o entusiasmo delas por certa canção e eu apenas penso ‘sério?’

Jade elabora:

‘Você pode ter sessões de onde nada se forma. Tem que continuar e então do nada você pode ter um hit. ’

Leigh-Anne completa:

‘Parece terapia. Depende das emoções que você está sentindo no momento. ‘

Sim, se eu estou passando por algo e penso: isso poderia ser uma música, então estou totalmente lá, vivendo por isso ‘, continuou Perrie. ‘Eu fico tipo, “pessoal, esse é o conceito de uma música”. Mas não posso dizer “vou escrever uma música sobre isso hoje”, caso contrário não vou conseguir. ‘

One I’ve Been Missing foi escrito por Leigh-Anne, e ela manteve em segredo por um tempo.

‘Ela tinha essa joia guardada e não nos contou nada’, explicou Jesy, ‘Ela compôs no verão e depois disse que tinha uma música de natal para nos mostrar e ficamos tipo ‘Isso é incrível!’

Perrie inclui:

‘Na verdade, de primeira dissemos ‘Leigh é verão, é difícil entrar na vibe’’. Então nós ouvimos e amamos. ’

Jesy adiciona:

‘É diferente. Tem uma mensagem diferente. Não é ‘Feliz Natal’… ’’

A compositora Leigh-Anne resume:

‘Nós podemos nos relacionar com isso. É tudo sobre sentir falta dos nossos amigos, família, estar longe de casa. Ficar com saudades dos nossos namorados. E sobre lançar uma música natalina – já estava na hora. ’

Fonte: Daily Mail



27.10.19

Jade Thirlwall, do Little Mix, é agora a dona de seu próprio bar de coquetéis em sua cidade natal, South Shields – e ela trouxe suas colegas de banda para Newcastle para celebrar. A cantora, 26 anos, se juntou com Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards enquanto comemorava a estreia de seu próprio bar. Além da banda, outros ícones Geordie (são chamados “Geordie” pessoas que nascem ao Nordeste da Inglaterra) também estiveram no lançamento, incluindo Sophie Kasaei, da Geordie Shore, o cantor Joe McElderry e o jogador de futebol do Newcastle United, Andy Carroll. Jade fez parceria com a Red Door – que já possui bares em Liverpool e Chester – para comprar seu próprio local, com capacidade para 350 convidados.

Provavelmente não veremos Jade no bar em uma noite de sexta-feira, bebendo seu coquetel, mas não ficaríamos surpresos se ela parasse sempre que estivesse em sua cidade natal. Jade disse ao Shields Gazette:

”Tenho orgulho de ser de South Shields. Eu amo minha cidade natal e queria investir na economia local. South Shields é um lugar único com muito a oferecer e eu queria apoiar isso. Volto aqui para ver minha família e amigos sempre que posso.”

A cantora acrescentou:

”South Shields sempre foi conhecida por ser uma cidade para passear – é uma cidade com um verdadeiro espírito festeiro, então eu pensei melhor onde abrir.”

”Queria encontrar uma empresa que agitasse as coisas e trouxesse algo diferente à South Shields. O Red Door tem bares em Chester e Liverpool e ficou claro que eles se encaixariam muito bem no local”.

A estreia oficial do bar público ocorre no dia 2 de novembro deste ano!

Fonte: Metro UK



05.10.19

Jade Thirwall está aqui para arrasar! Um quarto de um dos nossos grupos femininos favoritos, Little Mix. Jade está lidando com a positividade do corpo e o amor próprio – em nossa edição sem desculpas. Nós conversamos com a Miss Jade enquanto estávamos na turnê LM5. Veja a entrevista completa abaixo:

O que você mais ama sobre estar em uma das girl bands mais icônicas dessa geração?

Eu amo que estamos onde estamos por causa disso. Honestamente eu sou a nossa maior fã. Ser dita de que nossa música tem ajudado as pessoas se sentirem mais bem consigo mesmas. Até mesmo estando bêbadas em um passeio de noite e ver as pessoas fazendo coreografias quando nossa música é lançada. Eu quero que lembrem de nós e que nossas músicas estejam no karaokê daqui há 50 anos.

Quem são as suas heroínas?

Diana Ross. Minhas meninas e minha mãe.

O que irmandade significa pra você?

Lealdade, celebrar o sucesso de outra mulher ao invés de mandar hate ou ficar com inveja, segurar o cabelo de suas colegas quando estão bêbadas e doentes, lutar por outras mulheres e lutar por si mesma também.

Qual Spice Girl você amava quando era pequena, e alguma das músicas delas te influenciou a entrar nesse mundo?

Eu sempre amei a Baby Spice porque eu era bem pequena, e eu era sempre a Scary Spice quando tocava algo delas pois eu parecia mais ela. Eu tinha o quarto completo decorado das Spice Girls, assinaturas falsas para que eu pudesse me gabar aos meus amigos. Elas foram a primeira banda a não ter uma vocalista definitiva, e isso nos inspirou a fazer o mesmo.

Você tem sido muito aberta com suas dificuldades na anorexia e auto imagem. Que conselho você daria para a sua versão de 16 anos?

Eu diria a ela para poder encontrar outras maneiras de lidar com o que ela sentia. Conversar com mais pessoas sobre como você se sente. Pare de se importar com o que as pessoas vão pensar de você e as coisas irão melhorar.

Nos conte sobre o último single. Bounce Back é um hino de verão.

Quando nós ouvimos a amostra a gente soube que era algo bom. Não pode dar errado com uma música nostálgica de verão. Queríamos fazer um vídeo estilo casa de bonecas há algum tempo já, então amamos poder finalmente fazer um com Bounce Back.

Qual sua rotina de beleza?

Eu sempre limpo corretamente, não importa como. Mesmo quando estou bêbada depois de uma noite fora, a maquiagem sai! Eu sempre hidrato e sempre coloco protetor solar no meu rosto, mesmo sendo inverno. Eu costumo usar uma máscara facial por semana e uma hidro facial uma vez por mês.

Batom ou brilho labial?

Batom. Brilho labial com a quantidade de coreografia com o cabelo que fazemos é um pesadelo.

Qual item que você nunca fica sem?

Um cristal para boas energias.

O que te faz mais feliz?

Tendo a certeza de que eu estou feliz. Ver minha família. Estar no palco. RuPal’s Drag Race.

Assim como várias girl groups desde Spice Girls até Destiny’s Child, elas decidiram ir solo em algum ponto. Little Mix tem sido forte e durou mais que elas juntas. Se você fosse ir solo, que pegada que sua música teria?

Eu iria ser muito feliz sendo uma híbrida tipo Kylie Minogue, Diana Ross, MIA, Tinashe. Mas isso definitivamente não estará acontecendo tão cedo! Eu amo estar em um grupo e eu acharia estranho e solitário estar por conta própria.

Uma palavra para dar de conselho aos fãs?

O que você vê nas redes sociais não é uma realidade. Na maioria das vezes, é apenas um destaque real das melhores coisas. Portanto, não se compare e não fique pra baixo. E preparem-se para mais músicas.

O que tem de bom para a Jade em 2020?

Estou ansiosa para mostrar ao mundo mais das coisas pelas quais sou apaixonada. Eu e as meninas temos alguns projetos realmente legais chegando! Talvez eu ache um homem até lá, mas de qualquer maneira não estou preocupada.

Veja alguma das fotos de Thirlwall para a revista:

Fonte: Galore Magazine



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