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Publicado por Monise em 8 de novembro de 2019

No mês passado, o grupo anunciou uma nova coleção de roupas em parceria com a marca internacional Pretty Little Thing. O lançamento oficial dessa coleção ocorreu nesta quinta-feira, 07/11. Confiram as fotos e o comercial que foi gravado em Paris, França:

Publicado por Monise em 5 de outubro de 2019

Jade Thirwall está aqui para arrasar! Um quarto de um dos nossos grupos femininos favoritos, Little Mix. Jade está lidando com a positividade do corpo e o amor próprio – em nossa edição sem desculpas. Nós conversamos com a Miss Jade enquanto estávamos na turnê LM5. Veja a entrevista completa abaixo:

O que você mais ama sobre estar em uma das girl bands mais icônicas dessa geração?

Eu amo que estamos onde estamos por causa disso. Honestamente eu sou a nossa maior fã. Ser dita de que nossa música tem ajudado as pessoas se sentirem mais bem consigo mesmas. Até mesmo estando bêbadas em um passeio de noite e ver as pessoas fazendo coreografias quando nossa música é lançada. Eu quero que lembrem de nós e que nossas músicas estejam no karaokê daqui há 50 anos.

Quem são as suas heroínas?

Diana Ross. Minhas meninas e minha mãe.

O que irmandade significa pra você?

Lealdade, celebrar o sucesso de outra mulher ao invés de mandar hate ou ficar com inveja, segurar o cabelo de suas colegas quando estão bêbadas e doentes, lutar por outras mulheres e lutar por si mesma também.

Qual Spice Girl você amava quando era pequena, e alguma das músicas delas te influenciou a entrar nesse mundo?

Eu sempre amei a Baby Spice porque eu era bem pequena, e eu era sempre a Scary Spice quando tocava algo delas pois eu parecia mais ela. Eu tinha o quarto completo decorado das Spice Girls, assinaturas falsas para que eu pudesse me gabar aos meus amigos. Elas foram a primeira banda a não ter uma vocalista definitiva, e isso nos inspirou a fazer o mesmo.

Você tem sido muito aberta com suas dificuldades na anorexia e auto imagem. Que conselho você daria para a sua versão de 16 anos?

Eu diria a ela para poder encontrar outras maneiras de lidar com o que ela sentia. Conversar com mais pessoas sobre como você se sente. Pare de se importar com o que as pessoas vão pensar de você e as coisas irão melhorar.

Nos conte sobre o último single. Bounce Back é um hino de verão.

Quando nós ouvimos a amostra a gente soube que era algo bom. Não pode dar errado com uma música nostálgica de verão. Queríamos fazer um vídeo estilo casa de bonecas há algum tempo já, então amamos poder finalmente fazer um com Bounce Back.

Qual sua rotina de beleza?

Eu sempre limpo corretamente, não importa como. Mesmo quando estou bêbada depois de uma noite fora, a maquiagem sai! Eu sempre hidrato e sempre coloco protetor solar no meu rosto, mesmo sendo inverno. Eu costumo usar uma máscara facial por semana e uma hidro facial uma vez por mês.

Batom ou brilho labial?

Batom. Brilho labial com a quantidade de coreografia com o cabelo que fazemos é um pesadelo.

Qual item que você nunca fica sem?

Um cristal para boas energias.

O que te faz mais feliz?

Tendo a certeza de que eu estou feliz. Ver minha família. Estar no palco. RuPal’s Drag Race.

Assim como várias girl groups desde Spice Girls até Destiny’s Child, elas decidiram ir solo em algum ponto. Little Mix tem sido forte e durou mais que elas juntas. Se você fosse ir solo, que pegada que sua música teria?

Eu iria ser muito feliz sendo uma híbrida tipo Kylie Minogue, Diana Ross, MIA, Tinashe. Mas isso definitivamente não estará acontecendo tão cedo! Eu amo estar em um grupo e eu acharia estranho e solitário estar por conta própria.

Uma palavra para dar de conselho aos fãs?

O que você vê nas redes sociais não é uma realidade. Na maioria das vezes, é apenas um destaque real das melhores coisas. Portanto, não se compare e não fique pra baixo. E preparem-se para mais músicas.

O que tem de bom para a Jade em 2020?

Estou ansiosa para mostrar ao mundo mais das coisas pelas quais sou apaixonada. Eu e as meninas temos alguns projetos realmente legais chegando! Talvez eu ache um homem até lá, mas de qualquer maneira não estou preocupada.

Veja alguma das fotos de Thirlwall para a revista:

Fonte: Galore Magazine

Arquivado em Entrevistas Fotos
Publicado por Monise em 20 de setembro de 2019

O quarteto britânico realizou nesta quarta-feira, 18/09, seu segundo show da LM5: The Tour em Milão, Itália. O segundo show foi realizado no Mediolanum Forum com capacidade para mais de 12 mil pessoas. Com coreografias incríveis, Little Mix entregou mais uma apresentação de tirar o fôlego! Jesy Nelson não conseguiu segurar as lágrimas durante a performance “The Cure” devido aos milhares de fãs que gritavam pelo seu nome.

Veja fotos e vídeos completo do segundo show:

SALUTE/POWER:
WOMAN LIKE ME:
WASABI:
BOUNCE BACK:
ONLY YOU/BLACK MAGIC:
TOLD YOU SO:
THE CURE:
SECRET LOVE SONG:
JOAN OF ARC:
WINGS:
SHOUT OUT TO MY EX:
WOMAN’S WORLD:
REGGEATÓN LENTO (REMIX):
NO MORE SAD SONGS:
MORE THAN WORDS:
THINK ABOUT US:
TOUCH:
Arquivado em Fotos Vídeos
Publicado por Monise em 18 de setembro de 2019

Little Mix iniciou nesta segunda feira (16/09) sua sexta turnê intitulada LM5: The Tour. O grupo desembarcou na cidade de Madrid, Espanha onde realizaram o seu primeiro show. A girl band se apresentou na arena “Wizink Center” para milhares de fãs e o repertório incluiu as músicas: Salute, Power, Woman Like Me, Wasabi, Bounce Back, Only You/Black Magic, Told You So, The Cure, Secret Love Song, Joan Of Arc, Wings, SOTME, Womans World, Reggaeton Lento, No More Sad Songs, Think About Us, More Than Words e Touch.

Confira fotos e vídeos do show no primeiro dia da turnê:

SALUTE E POWER:
WOMAN LIKE ME:
WASABI:
BOUNCE BACK:
ONLY YOU/BLACK MAGIC:
TOLD YOU SO E THE CURE:
SECRET LOVE SONG:
JOAN OF ARC:
WINGS
SHOUT OUT TO MY EX:
WOMAN’S WORLD
REGGAETON LENTO
NO MORE SAD SONGS
THINK ABOUT US
MORE THAN WORDS
TOUCH

Arquivado em Fotos Vídeos
Publicado por Monise em 16 de setembro de 2019

Em seu emocionante documentário na BBC Three, Jesy Nelson revelou os efeitos que os trolls (usuários que provocam e enfurecem outras pessoas com comentários ofensivos) da Internet tiveram em sua própria vida e em outras pessoas. Resultado: um dos documentários mais emocionantes que é um lembrete dos efeitos que o bullying online pode ter. Leia a entrevista abaixo:

Como foi a sua jornada com trolls online?

Fui de alguém que realmente queria se apresentar desde cedo – Era tudo o que eu sabia, ir para o X Factor… Pensei que seria uma das melhores experiências e acabou se tornando a pior experiência da minha vida. Foi principalmente por causa das redes sociais e o quanto isso me afetou. Então quando me disseram ‘Ei, aqui está o seu celular, é isso que você vai fazer. Você tem que ter Twitter porque você precisa começar a interagir com os fãs e se conectar com eles. Eles precisam começar a saber quem é Little Mix’. Eu respondi ‘Tudo bem’. Mas não foi a experiência que eu esperava. Era um monte de comentários sobre o que as pessoas pensavam sobre mim e minha aparência e eu não sabia como lidar.

Quais tipos de comentários que mais te ofenderam?

Pessoas falando sobre meu rosto. Eu tinha me acostumado com as pessoas me chamando de gorda, pensei ‘Ah que seja, já vi demais’. As pessoas começavam a falar da minha cara com memes, e elas cortavam minha cabeça em grupos de fotos e substituíam com um monstro, ET ou um bicho preguiça. Eu me tornei uma piada pra todo mundo e abalou muito minha confiança. Eu nunca experienciei nada como isso na minha vida. Eu achei que fosse capaz de lidar mas eu não podia. Se as pessoas soubessem que me afetava, elas iriam vir com tudo e isso me confundiu muito. Todo mundo podia ver o quanto aquilo me afetava e parecia que as pessoas queriam fazer ainda mais.

Foi fácil ter que lidar com isso ao lado das meninas?

Foi pior porque eu estava sendo comparada com elas. Eu acho que se eu tivesse sido uma artista solo, não iria ser tão ruim. Pelo fato de eu estar sendo comparada com as meninas, fazia as pessoas terem mais opinião. Se eu estivesse por conta própria não haveria ninguém para poder comparar.

Como os trolls afetaram sua relação própria com beleza e imagem corporal?

Eu nunca tive um problema com o meu peso ou com a minha aparência antes do X-Factor ou das redes sociais e, assim que eu tive, comecei a acreditar mentalmente em tudo o que as pessoas estavam dizendo sobre mim. Consumiu toda a minha vida, cada parte de mim, incluindo relacionamentos, trabalho, amizades e alimentação.

Você disse que parou de trabalhar. O que você estava fazendo e pensando quando estava em casa?

Do jeito que eu costumava ver, se eu não estivesse cantando com elas, eu não iria ser fotografada então não iria ter um tipo de artigo para as pessoas comentarem e me trollarem. Se eu não sou vista muito com elas, as pessoas não vão ter uma opinião. Mas em vez disso, causou mais opinião, porque as pessoas pensavam ‘onde está Jesy? Porque ela não está com as meninas?’

Qual foi o ponto de virada quando você pensou que poderia voltar para casa novamente?

Quando eu me livrei do Twitter. Eu era viciada em redes sociais. Minha rotina matinal era acordar as 6 da manhã e procurar as piores coisas sobre mim mesma no Twitter. No meu cérebro eu pensava ‘é desse jeito que eu posso lidar. Se eu continuar lendo isso, meu cérebro vai ficar tão acostumado que não vai mais me afetar’. Não ajudou de forma alguma. Me fez ficar cada vez mais depressiva e eu me tornei uma pessoa completamente diferente. Eventualmente comecei a ver um terapeuta.

O que você diz a si mesma para poder subir no palco?

Eu não queria estar no palco e meu amor por me apresentar significava que eu acabava odiando isso, me impediu de querer subir no palco e me apresentar. As coisas que me fizeram superar foram os fãs. Vendo o apoio deles e o quanto nossa música os afetou.

É tão bom você poder dizer abertamente que fez terapia…

Acho que as pessoas tem um pouco de vergonha de dizer que elas fazem terapia. Todo mundo tem problemas. Desde que eu fiz o documentário, me ajudou muito a falar sobre isso porque antes eu não podia. Me deixou muito chateada porque eu não estava falando sobre isso. Era como um peso pesado que eu estava carregando comigo por tantos anos e agora quando faço uma entrevista eu não choro.

Qual foi a maior lição que você aprendeu da terapia?

Desde que eu esteja feliz mentalmente comigo mesma não importa o que as outras pessoas acham. Todo mundo sempre vai ter uma opinião, você não pode parar isso.

É incrível que você tenha saído do outro lado…

Eu nunca pensei que eu pudesse me sentir feliz de novo, mas agora sentada aqui, falando abertamente sobre isso. Eu nunca achei que estaria fazendo esse documentário ou essa entrevista me sentindo tão confiante, empoderada e de como eu me sentia antes. É por isso que eu quis fazer esse documentário porque há tantas pessoas que passam a vida pensando que é isso e não é. ‘Vou me sentir assim pra sempre’ e não. Tantas pessoas cometem suicídio porque elas não conseguem ver uma luz no fim do túnel. Eu quero que as pessoas saibam que, se você conversar com outras pessoas, fica melhor.

Qual foi a coisa mais difícil de filmar no documentário?

Conhecer a mãe e pai da Sian – uma menina que tirou a própria vida. O fato de que a mãe e o pai dela puderam se abrir, – e não faz nem um ano desde que ela faleceu – foi tão corajoso em me contar a história deles. Eles devem ser tão fortes mentalmente, e eu achei incrível que eles queriam compartilhar essa história para ajudar outras pessoas. Isso foi horrível.

Como isso mudou você e a sua percepção?

Foi uma surpresa para mim ver os efeitos do que isso faz com as pessoas que você deixa para trás. Tantas pessoas ficam online e ficam rindo com outras pessoas se alguém é alvo de piada ou acham que a pessoa não vai ver. Você não sabe disso. Essa pessoa pode ver esse comentário e isso pode mudar completamente a mentalidade dela e o modo como ela se sente. As pessoas precisam conhecer os efeitos que isso causa. Você deve se sentir um lixo para querer colocar alguém pra baixo, e é por isso que trolls fazem isso. Eles não se sentem bem com eles mesmos e isso os fazem se sentir melhor.

Você já desejou poder tirar a fama e não ter que lidar com esse nível de ódio?

Não foi a fama. Foram as redes sociais que me afetavam e estar no olho do público significava que eu não poderia correr disso. Eu tive que seguir em frente e me esforçar pra ser feliz.

Você tem uma fã base que realmente te apoia, então porque você deu mais peso aos comentários negativos?

Estava por toda parte. Era em revistas. Foi explorado no X Factor. Eu não conseguia fugir disso. Haviam provavelmente vários positivos, mas eu mesma não via porque tudo o que eu via era os negativos. Uma vez que você vê um comentário ruim, você vê milhões deles e é tudo isso que você só pensa.

Qual foi a coisa mais extrema que você fez para se adaptar a algo que acha que deveria ter sido diferente?

Eu queria tanto a aprovação das pessoas. Eu apenas queria ser a Jesy. Eu não queria ser a ‘Jesy gorda’. Eu queria que as pessoas me vissem de forma normal. Então eu me puni. Eu morria de fome. Se eu comia, eu me odiava. Eu me punia, por 4 dias sem comer. Foi horrível, um ciclo vicioso.

Recentemente no Instagram você disse que está se permitindo a se sentir triste. Como a mudança de jogo funcionou pra você?

É por isso que eu fiquei em uma depressão profunda, porque eu não me permitia ficar triste. Eu apenas tinha que ser feliz o tempo todo. O único momento que eu ficava triste era quando eu voltava pra minha casa, iria na minha cama e aí eu chorava até dormir. Então eu levantava no outro dia de manhã e fingia me sentir fabulosa e feliz de novo e eu não era. Agora quando estou triste, é normal. Está tudo bem. Esse é o máximo que eu já consegui me amar e nunca achei que fosse acontecer. Há tantas garotas que provavelmente se sentem desse jeito e pensam que nunca vão conseguir se sentir boas consigo mesmas, mas elas podem. É tudo sobre conversar e deixar as pessoas saber de como você se sente. Você vai passar por isso e vai superar.

Veja fotos do ensaio fotográfico para a divulgação de Odd One Out:

Fonte: Glamour Magazine UK

Publicado por Monise em 4 de setembro de 2019

A girl band compareceu na noite deste domingo, (01/09), no Fusion Festival que fica localizado na cidade de Liverpool. A aparição do quarteto conta como seu primeiro dia de sua sexta turnê, a LM5: The Tour – que passará por outros países da Europa.

Dentre a set list de música estão essas: Salute, Power, Woman Like Me, Only You, Black Magic, Little Me, Change Your Life, How Ya Doin’?, Love a Girl Right, Bounce Back, No More Sad Songs, Secret Love Song, Wings, Shout Out To My Ex, Move, Motivate, Reggaeton Lento (Remix), Think About Us e Touch.

Confira fotos das meninas no palco:

Publicado por Mel em 15 de junho de 2019

Little Mix lançou nesta sexta-feira, (14), o seu novo single “Bounce Back” pela gravadora RCA Records UK e no mesmo dia se apresentaram no programa The One Show da BBC.

Veja a apresentação abaixo!

Confira fotos exclusivas da performance e do ensaio para o programa:

Arquivado em Fotos Vídeos
Publicado por Monise em 7 de junho de 2019

Perrie Edwards pode ser parte do grupo feminino britânico de maior sucesso de todos os tempos, Little Mix, com Brit Awards, recordes e vários topos nas paradas musicais, mas por trás da vida de famosa, a cantora vem lutando contra a ansiedade há algum tempo.

Em um post recente no Instagram no mês passado, a jovem de 25 anos revelou ter dificuldades em lidar com sua ansiedade e os ataques de pânico.

Ela está por conta própria pela primeira vez como o rosto da marca de sapatos Superga, e Perrie nos contou sobre o seu relacionamento com sua mente e de como ela mal conseguiu sair de casa por mais de um ano. Isso vai além da palavra “coragem”.

Estar por conta própria pela primeira vez para a campanha da Superga foi bastante assustador no começo…

Hoje tem sido ótimo – fazer o ensaio fotográfico com a Superga – eu tive o melhor dia de todos. Tem sido muito divertido. Mas tudo que é um pouco diferente é bastante assustador, pelo menos no começo, mas até você sentir na pele a experiência, rapidamente, esse “medo” acaba. No começo, eu não vou mentir, eu fiquei tipo ‘argghh‘, mas tem sido muito bom. É estranho porque nós (Little Mix) passamos tanto tempo juntas, passamos por emoções como se fôssemos uma só pessoa. Se uma de nós está passando por uma situação complicada em um relacionamento ou uma de nós está se sentindo um pouco pra baixo, a gente começa a se ajudar. Quando uma das garotas passa por um término, é como se eu estivesse passando por um término também. É muito bizarro, mas acho que, porque passamos muito tempo juntas, estamos em sincronia agora.

Se você for andar com a minha linha de tênis com a Superga por um dia…

Eu acho que se você fosse dar uma volta no meu lugar por um dia, prepare-se para um dia louco. Eu não acho que tenho dias normais, são todos um pouco estranhos. Estamos sempre ocupadas, sempre há algo acontecendo e eu estou sempre com a agenda cheia, então sempre acaba sendo um dia agitado. Tudo o que fazemos é diferente, como temos ensaios fotográficos, filmagens, dias de aquecimento vocal, aprendendo harmonias diferentes e depois temos longos dias de gravações. Todo dia é diferente.

Quando tive um ataque de pânico pela primeira vez, liguei para médicos dizendo: “Estou morrendo, acabei de ter um ataque cardíaco!”

No começo, eu nunca quis me abrir sobre isso. Quando começou a acontecer, parecia que nunca havia acontecido com ninguém antes. Eu não consigo explicar. Era quase como se eu não soubesse o que estava acontecendo quando eu estava passando pelos sintomas físicos dos ataques de pânico. Eu sempre tive ansiedade, eu só acho que nunca foi desencadeada de uma forma que se tornaria algum sintoma físico, então quando isso começou a acontecer foi tão assustador porque eu não sabia o que estava acontecendo direito. Eu estava ligando para médicos, eu estava ligando pra todo mundo dizendo: “Eu estou morrendo, eu acabei de ter um ataque cardíaco!” Eu pensei que havia algo realmente errado comigo. A razão pela qual eu nunca quis falar sobre isso antes era porque toda vez que alguém dizia: “Eu tenho um pouco de ansiedade“, isso acionava e então acontecia. Era quase como se falar sobre isso fizesse acontecer; esse maldita coisa da qual eu tinha medo. Agora eu tenho um lugar onde eu estou tentando não deixar isso tomar conta da minha vida, então agora quando eu falo sobre isso abertamente, eu sou bem honesta porque eu sei que estou bem, então se você tivesse me dito isso há um ano atrás (eu estaria falando abertamente sobre a minha ansiedade), eu realmente começaria entrar em pânico. Eu teria um ataque de pânico na hora.

Saber que outras pessoas tinham ansiedade me fez perceber que eu não sobrevivi apenas a um ataque cardíaco…

O que mais me ajudou foi saber que outras pessoas estavam passando pela mesma situação. Eu fui saber procurar mais sobre o assunto e me dei conta de que Ellie Goulding disse que tinha muita ansiedade e que não podia levar um carro para o estúdio. Eu li que Fearne Cotton estava na estrada em seu carro e ela teve um ataque de pânico e foi aterrorizante. Isso começou a me fazer sentir mais normal. Isso me fez pensar, “oh m*rda, muitas pessoas passam por isso, não sou só eu. Não é a primeira vez que isso acontece, eu não sobrevivi a um ataque de pânico.” É uma coisa que todo mundo passa agora e é muito triste. Eu tive terapia e muita ajuda. Uma das principais razões pela qual eu entrei nesse quesito é porque eu tenho fãs que sofrem com ansiedade e que têm ataques de pânico. Muitos pais tentaram dizer “meu filho tem ansiedade e ele tem apenas doze anos“, ou “minha filha tem isso e ela tem apenas sete anos“, e isso é injusto. Se eu consegui me sentir melhor quando ouvi falar de Fearne Cotton e Ellie Goulding, espero que aconteça o mesmo quando as pessoas lerem sobre mim.

A redes sociais podem realmente mexer com a sua cabeça e fazer você pensar que você não é bom o suficiente…

As mídias sociais podem ser tão ruins porque, por um lado, pode ser a melhor coisa de todas. Podemos ficar online todos os dias, conversar com nossos fãs, ser muito próximos, ter essa conexão com eles, postar vídeos e fotos além mantê-los atualizados de tudo. É uma coisa legal porque temos um certo relacionamento com nossos fãs, nossos amigos e nossa família. Por outro lado, você entra no Instagram e vê as pessoas que vivem esses estilos de vida ideais e as pessoas que parecem perfeitas 24 horas por dia, 7 dias por semana, e você vê e pensa: “Por que eu não pareço assim? Por que eu não tenho um jatinho particular todos os dias? Por que eu não tenho um carro estacionado do lado de fora?“. Isso começa a bagunçar sua cabeça e você começa a sentir que não é boa ou bom o suficiente. Trata-se de tentar diferenciar o que é real e o que não é e, na maior parte do tempo, as redes sociais não são reais. Quando eu me abri sobre a minha ansiedade no Instagram, eu decidi que iria ser honesta quanto a isso. Estou muito feliz por ter feito isso porque acho que a mídia social está consumindo a vida de todos agora, especialmente os mais jovens.

Você pode ler 100 comentários incríveis e há um pequeno comentário negativo que fica martelando na sua cabeça…

É o negativo que fica com você e te afeta mais. Eu não sei como olhar para pessoas de forma tão negativa e cheia de ódio desse jeito. Você não sabe se deve olhar para eles e pensar “Por que você é malvado? Você gosta de ser insuportável? Ou você sente pena dessas pessoas porque elas sentem a necessidade de fazer isso? Eles estão se beneficiando por se sentirem melhor. Eu não sei como essas pessoas conseguem ser assim. Eu acho que se você não tiver nada de bom para dizer, feche a boca. Por que trazer sua negatividade para outras pessoas? Se você estiver passando por algo e quiser falar com alguém, fale com alguém, não seja agressivo com outras pessoas nas redes sociais. Só porque você está atrás de uma tela não está tudo bem, porque você está afetando as pessoas fazendo comentários desagradáveis. Essas pessoas não são robôs, elas têm emoções, então eu acho que as pessoas precisam ser mais gentis umas com as outras.

Ataques de pânico me deram medo de ficar sozinha – eu nem conseguia pegar um trem pra ver meu namorado…

Estranhamente, quando comecei a vivenciar os ataques de pânico, desenvolvi o medo de ficar sozinha. É muito melhor agora do que era antes, eu ficava pensando: ‘se estou sozinha e tenho um ataque de pânico, o que eu faço?‘. Eu não tinha ninguém pra raciocinar comigo e não conseguia racionalizar isso na minha cabeça. Uma vez a minha mãe estava indo ao estúdio comigo, ela dirigia pra trabalhar comigo porque eu não conseguia entrar em um carro sozinha. Eu ficava em um carro por dois segundos e ficava tipo “dê a volta por favor, me leve para casa!” Eu não era capaz de sair de casa me sentindo normal.

Mesmo agora, meu namorado mora em Manchester porque ele joga no Liverpool, então quando ele se mudou, foi uma porcaria e, em seguida, isso começou a acontecer. Eu ainda não consigo pegar o trem sozinha, isso me assusta e me faz sentir muito claustrofóbica. Eu me sinto desconfortável. Minha mãe dizia: “Vou à loja comprar uma garrafa de leite!“, eu suava, entrava em pânico e dizia “Por favor, não me deixe sozinha, porque no segundo em que você sair da porta, vou ter um ataque de pânico e estarei sozinha.” Minha mãe não sabia o que fazer porque ela não podia cuidar de mim 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Eu nunca pensei que houvesse uma saída. Eu pensei que essa sou eu agora, eu vou ser uma casa eremita… Foi como aprender a andar de novo…

Minha melhor amiga e prima Ellie, veio morar comigo e ela ajudou bastante. Agora ela pode sair com as amigas e eu estou bem sozinha. Parece ridículo, mas era como se eu precisasse ter babá por um longo tempo. Eu ainda luto contra isso. Eu não seria capaz de pegar um trem e ir para algum lugar sozinha, eu não posso mais fazer isso, isso me assusta.

Eu não sei se é por estar na indústria e saber que as pessoas estão constantemente olhando para mim e querendo “um pedaço de mim” ou, pode haver um paparazzi em algum lugar. Eu não sei se isso desencadeou, mas aconteceu. Quando eu olho para trás agora, pra essa estranha oscilação que eu tive, eu nunca pensei que acabaria porque nunca pensei que havia uma saída. Eu pensava: “essa sou eu agora, eu vou ser uma casa eremita, eu nunca vou sair de casa e eu vou precisar de alguém para segurar minha mão todos os dias” e então eu pensei “eu não posso viver minha vida vida assim. Como vou ter uma carreira? Que tal eu subir no palco e me apresentar? Como eu vou conhecer nossos fãs? Como eu vou fazer qualquer coisa que eu amo fazer se eu não sair de casa?’‘ Era como aprender a andar de novo, era tão bizarro. Depois de superar uma coisa, quando saí da casa um pouco mais, minha mãe não precisou vir trabalhar comigo e eu estava bem. Então eu comecei a viajar sozinha. Eu posso entrar em um carro e ir para Manchester numa boa.

É sobre encontrar mecanismos de defesa, estou tentando não deixar isso me derrotar…

É sobre encontrar mecanismos de defesa e – pensar que naquela época, eu nunca achei que fosse estar aqui agora. Eu estou melhorando, eu não deixo isso me afetar, é um passo de cada vez. Você tem que descobrir por si mesmo e de como lidar com esse tipo de coisa. Estou quase lá. Meus mecanismos de defesa incluem meu cachorro, Hatchi – ele é meu filho. Eu o amo muito. Ele me mantém calma e eu falo com ele o dia todo. Se Ellie vai às lojas, no começo, eu estava bem no limite, mas agora tenho que deixar ela ir. Eu não posso fazer um acordo se ela quiser sair com os amigos dela para o cinema. Eu não posso ser essa pessoa. Quando todo mundo sai, se eu tenho o Hatchi, estou de boa. Eu tenho o meu pequeno companheiro. Ele me mantém sã. Meus pais, minha mãe, meu pai, entes queridos, amigos da família, conversar com pessoas diferentes ajudou bastante.

No começo, eu estava com vergonha de ir à terapia. Eu pensei que se eu dissesse a todo mundo que eu tinha ido à terapia, eles iriam pensar que eu fiquei louca…

Terapia ajudou muito, especialmente conversar com alguém que sabe exatamente o que está acontecendo na sua vida, você apenas se abre e é a melhor coisa do mundo. No começo, eu estava tão envergonhada porque pensei que se eu falasse com alguém que eu estava fazendo terapia, iriam pensar que eu havia enlouquecido. Eu achei que as pessoas pensariam que eu tinha ficado maluca, e houve uma hora que realmente achei que minha mãe iria me internar, porque eu estava tendo esses pensamentos nada agradáveis. Eu estava pensando de uma maneira diferente da qual eu normalmente não costumo pensar. Eu sou muito otimista, sociável, feliz, uma pessoa que sempre passa uma energia boa, e então eu comecei a ter pensamentos negativos que começaram a me aterrorizar.

Quanto mais eu pensava nisso mais me assustava. Mas admito: achei que eu estava esquisita. Como eu disse no meu post, eu vivi na minha mente por 26 anos quando julho chegar – meu aniversário. Eu tenho sido a mesma pessoa por 26 anos, minha vida mudou sim, foi uma montanha russa de muito drama mas ainda está na minha mente (ansiedade), então quando você perde o controle disso, você começa a pensar ‘o que diabos está acontecendo? Porque minha mente está fazendo isso comigo?‘ Você sente que é contra e de repente, luta contra isso. Uma parte tenta te manter o mais sã possível, a outra é como ‘você está realmente confusa‘ É tão assustador e bizarro, e eu nunca me abri no início, isso só ajudou a piorar. Mesmo que você esteja se sentindo um pouco pra baixo no trabalho ou até em coisas que estejam acontecendo na sua família, é bom falar para as pessoas. É bacana conversar. Se você tem um amigo ou professor, apenas alguém que você sabe que vai escutar já é ótimo.

É como batalhar com você mesmo – minha mãe começou a me dar bonecas para pintar e eu sentava e ficava nervosa quando ela saia de casa por dois minutos…

No começo eu falava pra ela ‘não me deixe sozinha, eu vou morrer‘. Chegava em um ponto em que era tipo ‘vai no mercado e pega seu celular, então quando eu começar a ficar nervosa eu te ligo‘. Eu fiz o mesmo com a mãe do Alex, Wendy. Ela tem sido incrível. Era época de natal e ela dizia: ‘Eu vou passear com o cachorro por uns dois minutos, levo meu celular e se você precisar de mim é só me ligar‘ Eu tentei ficar o máximo que eu pude sem ligar pra ela. Eu ficava tremendo e ela dizia para eu encontrar algo para ocupar a minha cabeça, como pintura. Minha mãe me deu essas bonecas e eu começava a pintar elas tremendo pensando ‘não liga pra ela, você é uma adulta, você consegue‘. É como batalhar com você mesmo. Quanto mais eu fazia, melhor eu ficava. Nada vai mudar durante a noite. Não acontece tão cedo, então você tem que conversar com si mesmo e racionalizar.

Agora eu sou uma pessoa completamente diferente do que eu era a um ano atrás, todos nós vamos passar por tempos difíceis em nossas vidas…

Pensando há um ano e meio atrás, eu achei que nunca melhoraria. Agora eu sou uma pessoa completamente diferente da pessoa que eu era a um ano e meio atrás. É exatamente assim. Eu sou um ser humano, vamos passar por tempos difíceis em nossas vidas, não vai ser uma jornada fácil sempre. É isso do que esquecemos. Nas redes sociais, parece que estamos vivendo essas vidas ideais e não estamos. Vai haver obstáculos na jornada, isso é a vida. A maneira da como você lidará com isso, mostrará a pessoa que faz de você um ser humano.

Nós passamos por corações partidos. Você pode estar de coração partido e se sentir miserável mas, ao invés disso, você tem que se preparar para uma apresentação ou uma entrevista pra fazer…

É difícil. Isso é muito difícil. De vez em quando eu penso que, se você está nessa indústria, você tem que agir como uma atriz ás vezes – o que é triste porque é uma droga não poder mostrar suas emoções 24 horas por dia ou 7 dias por semana, você tem que ser profissional na câmera. É um desgosto. Você pode estar sentindo um certo desgosto, e apenas querer ficar na cama e jogar o seu cobertor por cima da sua cabeça e não sair por uma semana, comer sorvete e ficar miserável, mas ao invés disso, você tem que se preparar para uma apresentação e tem entrevistar para dar. Você tem que colocar isso na cabeça e apenas lidar. Algumas vezes é bom porque acho que se eu não tivesse tido trabalhado na época em que a ansiedade atacava, eu não teria ido. Se eu não tivesse pensado nas outras três garotas e ser forte contra isso. Estávamos nos preparando para a The Glory Days Tour, eu sempre tinha umas recaídas durante a turnê porque aprender coreografia é muita coisa. É intenso. Te suga fisicamente e mentalmente. Apesar de ser divertido, é trabalho duro. Se eu não tivesse as outras três garotas e a turnê para me preparar para todos os fãs que queriam ver o show, eu não acho que conseguiria. Eu estava feliz de estar em casa com minha família – Hatchi e chamar isso de um dia de folga. Foi aterrorizante tentar voltar em tudo.

Eu odiava minhas sardas. Cheguei em casa e disse ‘mãe acho que vou fazer uma limpeza de pele…’

Minha relação com beleza mudou. Eu não sei se foi a idade ou se a confiança vem conforme você cresce em não ligar para o que as pessoas pensam. Mas quando eu era pequena, eu estava no parquinho e nós brincávamos de “pegar os beijinhos”. Um dos meninos ficou meio “vamos pegar os beijos” e eu pensava ”espero que alguém realmente me pegue“. Eu corria e olhei pra trás, não tinha ninguém correndo atrás de mim. Eles estavam todos atrás de Nicola, e eu lembro de pensar, ”Ei e eu?“, um dos meninos disse ‘não beije ela, ela é bem sardenta!‘ Eu me lembro de pensar o que diabos está errado com as minhas sardas. Eu as odiava. Eu cheguei em casa e disse ‘mãe acho que vou fazer uma limpeza de pele‘. Ela ficou tipo, ‘quê?‘, eu disse ‘eles podem tirar a sua pele e colocar uma nova, não?‘ e ela disse ‘O que há de errado com você? Por que está dizendo isso? Isso não tem sentido.

Por que eu tenho que fazer algo que me deixa infeliz como, usar muita base para fazer minha pele parecer impecável quando as pessoas ainda vão dizer que eu pareço uma m*rda…

Crescendo – estando nos camarins, me trocando na frente de todas as garotas – eu tinha essa grande cicatriz no estômago e te afeta ainda mais quando você é criança. Você acha que é o fim do mundo. Você pensa: Por que não posso ser normal? Por que não posso ter uma barriga chapada? À medida que você envelhece, você pensa: “P*rra, eu acho que é muito estranho!” Eu amo sardas. Eu sou fico no sol tentando conseguir mais. Eu as amo, quando eu era criança, era diferente. Eu só acho que quando você é criança, tudo é dez vezes pior. Você se preocupa com as coisas mais bobas, não é? A idade definitivamente me ajudou e me tornei confiante em minha própria pele. Eu sempre disse: você não pode agradar a todos. Por que eu tenho que fazer algo que me deixa infeliz como por exemplo, usar um monte de base pra fazer minha pele parecer perfeita quando as pessoas ainda vão dizer que eu pareço uma m*rda e elas vão dizer ”por que ela está usando tanta maquiagem?” Eu também posso ser eu mesma estando com maquiagem ou sem maquiagem, mas na real, quem liga?

Veja fotos do ensaio de Edwards para Superga UK:

Fonte: Glamour Magazine UK

Publicado por Monise em 4 de junho de 2019

Leigh-Anne Pinnock é membro da girl band mais poderosa da música, Little Mix, desde 2011. Mas Leigh-Anne nunca tinha dado uma entrevista por conta própria, até agora.

É bom estar por conta própria…

Parece um pouco estranho. Estamos tão acostumadas a estar sempre juntas e sempre há alguém em quem confiar ou recorrer, mas é bom estar por conta própria um pouco. Eu amo moda em geral, então ser a cara da Umbro é incrível!

Eu costumava me sentir invisível. Me vendo refletida de volta nessa campanha da UMBRO me ajudou muito…

Isso definitivamente ajudou. Eu me sinto privilegiada em ser o rosto disso e ajudar as garotas que se parecem comigo. Não é inacessível, não é impossível. Tudo é possível e definitivamente ajudou muito. Há muito movimento agora e estamos apenas dando apoio a conversa.

Eu procurava comentários negativos. Eu ia no Twitter e procurava ‘Leigh Anne, do Little Mix, a garota negra do Little Mix…’

Eu não vou mentir, os primeiros três anos de estar no grupo, eu procurava por trolls. Eu procurava Leigh Anne. Eu ia no Twitter e procurava Leigh Anne, da Little Mix, a garota negra do Little Mix. Eu colocava essas coisas em meus mecanismos de busca apenas para ver os comentários. Me arrependo muito de ter feito isso, mas estou aqui agora e me sinto muito mais forte, não faço mais isso. Eu não procuro por isso. Eu quero ser alguém que passou por esse tipo de coisa. ‘Ela era essa pessoa’ e agora estou tão orgulhosa de quem eu sou e é um sentimento tão bom.

Eu fico chateada porque lembro daquela garota. Eu ainda estou passando por coisas agora, você nunca está 100% seguro de si mesmo…

Você vai chegar lá, todo mundo vai chegar lá, mas leva tempo. Eu demorei tanto, mas agora eu não me importo mais com o que as pessoas têm a dizer sobre mim e é um ótima coisa de se sentir. Eu fico chateada porque eu me lembro daquela garota. Eu ainda estou passando por coisas agora, você nunca está 100% seguro de si mesmo. Sempre haverá algumas coisas que vão me chatear e chegar até mim. Eu sou muito mais forte. Eu não procuro mais por esses comentários, você não pode fazer isso.

Nos primeiros três anos (do Little Mix) eu ainda estava trabalhando onde eu me encaixava…

Nos primeiros três anos de entrar neste mundo louco, eu ainda estava trabalhando onde eu me encaixava. Foi uma sensação estranha porque eu me sentia invisível. Eu não sabia por que me sentia assim e levei um tempinho para processar tudo. Sobre o que falei antes, foi assim que interpretei e como me senti. Quando falei sobre isso, recebi muitas mensagens dizendo o quão corajosa eu era, e isso realmente ajudou muitas garotas negras. Quando eu fiz isso, algumas pessoas ficaram tão felizes e senti como se um peso tivesse sido tirado dos meus ombros. Foi uma sensação boa e acho que precisava ser dito de qualquer forma.

Eu tinha cuidado na hora de falar – eu estava com medo de dizer a coisa errada…

Acho que fui cuidadosa porque eu estava com medo de dizer a coisa errada. Eu não queria ofender ninguém. Porque eu era tão sensível, era difícil para mim colocar em palavras porque era uma situação pessoal, mas eu estou muito feliz porque eu só ajudei as pessoas, e estar apoiando a conversa e fazendo as pessoas se sentirem mais corajosas para falar sobre isso de si mesmos. É muito importante falar sobre essas questões porque, quanto mais pessoas fizerem isso, mais mudanças acontecerão. Eu tenho uma base de fãs incríveis que me apoia, nós fazemos isso por eles. É por isso que fazemos o que fazemos. Eles são nossos fãs e eles são os melhores.

No começo (de Little Mix) nos disseram para não usarmos a palavra ”feminista”. Os produtores do X-Factor não deixavam, eles disseram ‘bandas de garotas não se saem muito bem!

No começo nós não usávamos a palavra “feminista”. Na verdade, nos disseram para não usarmos apenas no caso de ser muito controverso. Para ser honesta, éramos muito jovens. Não acho que éramos tão espertas como somos agora. Agora estamos orgulhosas de dizer que somos feministas. Nós somos muito mais sábias. As coisas que aconteceram naquela época realmente fazem sentido agora. No começo, quando estávamos no X-Factor, nos disseram: “bandas de meninas não se saíram bem!” E quase não conseguíamos passar para outra fase. Os produtores não queriam nos convencer porque eles estavam dizendo, ‘qual é o ponto disso? elas não vão conseguir nada, eles não vão se sair bem, elas são uma banda de garotas!‘ Mas Tulisa nos defendeu e nós provamos que eles estavam errados, certo? Nós vencemos o maldito show! Nós provamos que eles estavam errados. Na época, não pensamos muito nisso, mas agora percebemos o quanto isso era ruim. Você não pode colocar todas as mulheres em uma caixa desse jeito. Quem vai dizer que não vamos ganhar? Quem pode dizer que não nos sairemos bem? São essas coisas que nos fizeram perceber que precisamos falar mais e falar sobre o que aconteceu com a gente.

Minhas melhores amigas [do Little Mix] me ajudaram muito…

Mesmo estando sentada aqui agora, eu sinto ‘onde estão minhas garotas?‘ Isso é tão estranho. Eu as amo muito e sinto muita sorte em ter elas. É tão necessário nessa indústria. Você precisa de pessoas ao seu redor, eu não poderia fazer isso sozinha.

Ser definida por alguém com quem você está é uma m*rda…

As perguntas que nos estão sendo feitas agora mudaram 100%. Nesta nova campanha (para o álbum LM5) nós estamos falando muito mais e sendo muito mais abertas sobre questões que estão acontecendo no mundo, e isso é muito bom. É realmente bom falar sobre algo que importa. Eu não quero falar sobre assuntos irrelevantes tipo ‘minha vida amorosa’. As campanhas anteriores eram focadas principalmente em coisas desse tipo e eu ficava tipo “arghhh pelo amor de Deus!” Era tão bom falar sobre coisas que importavam.

Agora estou tão orgulhosa da minha pele, você tem que ser positivo e não deixar nada te deter…

Não deixe que nada te atrapalhe – especialmente a cor da sua pele, isso é ridículo. Agora estou tão orgulhosa da minha pele. Você literalmente tem lutar por isso [amor próprio]. Eu nunca deixei ninguém me dizer nada em enquanto eu crescia, e eu sabia que queria ser cantora. Eu dizia a cada pessoa que entrou na minha vida: “Eu vou ser uma cantora, vou estar na Billboard e vou arrasar!” Você tem que colocar na sua cabeça que você tem que ser positivo e não deixar nada te deter.

Confira fotos de Pinnock para o ensaio fotográfico da UMBRO:

Fonte: Glamour Magazine UK

Publicado por Monise em 27 de maio de 2019

O quarteto britânico compareceu ao festival musical BBC Radio One Big Weekend, 26, neste domingo.

A girl band apresentou-se no festival com vários sucessos, incluindo: Salute, Power, Woman Like Me, Only You, Black Magic, No More Sad Songs, Wings, Shout Out To My Ex , Reggaetón Lento (Remix), Think About Us e Touch.

Confira fotos e vídeos das meninas no palco logo abaixo:

Woman Like Me:

Think About Us

Shout Out To My Ex

Touch

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