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Publicado por Monise em 10 de dezembro de 2019

Enquanto 2019 tem visto girl bands como as Spice Girls e as The Pussycat Dolls retornarem sem uma integrante – Little Mix insiste que isso nunca seria o caso delas. Na verdade, o grupo declarou que elas não poderiam continuar se uma delas saísse – e que elas funcionam como um quarteto.

Falando com o MailOnline exclusivamente, a banda – que inclui Leigh-Anne Pinnock, Jade Thirlwall, Jesy Nelson e Perrie Edwards – declarou que elas nunca irão ter desavenças, ao contrário das Girls Aloud.

Eu não consigo ver a gente se desentendendo. Ou [em caso de separação] voltando juntas sem uma de nós estarmos envolvida’, Jade, 26, disse. ‘As pessoas sabem que somos amigas. Não é algo falso, você apenas sabe que é verdade.

‘Se uma de nós não quisesse voltar, não conseguiríamos’, Leigh-Anne, 28, adicionou. ‘Até mesmo as Spice Girls – que voltaram sem a Victoria – elas conseguiram. Mas com a gente não seria possível. ’

No verão passado as Spice Girls que incluem – Emma Bunton, Mel B, Mel C e Geri Horner esgotaram estádios pelo Reino Unido para a sensacional SpiceWorld Tour, mas sentimos a falta da quinta integrante Victoria Beckham.

Já na semana passada, foram as The Pussycat Dolls que voltaram, e dessa vez sem Melody Thornton. Rumores diziam que Melody não estava interessada em voltar, tendo em conta que Nicole Scherzinger é a cantora líder ofuscando as outras integrantes.

Você não sabe o que se passa. As pessoas acham que a gente briga, mas nunca brigamos’, Perrie, 26, disse da situação.

‘E sabe de uma coisa? Se a Melody não quis voltar ao grupo porque queria mais partes ou o que quer que seja, que seja assim, cada uma do seu jeito […] E se as outras garotas voltaram porque sentiram que era o certo para elas, então eu digo ‘vai com tudo suas maravilhosas.’

A gente sempre deixou isso claro’ Jesy, 28, disse.

‘Todo mundo é igual no grupo. Nós somos quatro. Little Mix não é Little Mix a não ser que tenha quatro de nós ’, Perrie conclui.

Semana passada, o grupo lançou o seu primeiro single de natalino, One I’ve Been Missing, que foi escrito por Leigh-Anne. A compositora – ao lado de Jade – são as compositoras principais do grupo, com Jesy e Perrie felizmente as deixando escreverem.

‘Com [álbuns] DNA, Salute, Get Weird e Glory Days, nós todas compomos. Mas então quando LM5 veio, Jesy e eu dissemos ‘vocês duas estão arrasando’ – para Leigh-Anne e Jade. ’

‘Eu não tenho paciência!’ declara Jesy. ‘Escrevendo canções, ou eu estou compondo ou não. E se eu não estou eu acho desgastante. Eu apenas sei quando estou afim ou não. Jade e Leigh podem ficar com uma música e pode melhorar. Se eu acho que não é boa, eu apenas desisto. Ás vezes eu olho para essas duas e vejo o entusiasmo delas por certa canção e eu apenas penso ‘sério?’

Jade elabora:

‘Você pode ter sessões de onde nada se forma. Tem que continuar e então do nada você pode ter um hit. ’

Leigh-Anne completa:

‘Parece terapia. Depende das emoções que você está sentindo no momento. ‘

Sim, se eu estou passando por algo e penso: isso poderia ser uma música, então estou totalmente lá, vivendo por isso ‘, continuou Perrie. ‘Eu fico tipo, “pessoal, esse é o conceito de uma música”. Mas não posso dizer “vou escrever uma música sobre isso hoje”, caso contrário não vou conseguir. ‘

One I’ve Been Missing foi escrito por Leigh-Anne, e ela manteve em segredo por um tempo.

‘Ela tinha essa joia guardada e não nos contou nada’, explicou Jesy, ‘Ela compôs no verão e depois disse que tinha uma música de natal para nos mostrar e ficamos tipo ‘Isso é incrível!’

Perrie inclui:

‘Na verdade, de primeira dissemos ‘Leigh é verão, é difícil entrar na vibe’’. Então nós ouvimos e amamos. ’

Jesy adiciona:

‘É diferente. Tem uma mensagem diferente. Não é ‘Feliz Natal’… ’’

A compositora Leigh-Anne resume:

‘Nós podemos nos relacionar com isso. É tudo sobre sentir falta dos nossos amigos, família, estar longe de casa. Ficar com saudades dos nossos namorados. E sobre lançar uma música natalina – já estava na hora. ’

Fonte: Daily Mail

Arquivado em Entrevistas LM5 Noticias
Publicado por Monise em 13 de outubro de 2019

Little Mix está fazendo um novo show de talentos para a BBC. O grupo tem tido grande sucesso internacional desde que venceu o The X Factor em 2011. Esse show é uma programação do horário do fim de semana da ITV, mas a banda agora está indo para a BBC para o seu próprio reality show intitulada “Little Mix The Search”.

A BBC recusou-se a comentar sobre o assunto, mas a Variety confirmou que o projeto, relatado pela primeira vez através do jornal britânico The Sun, está em andamento. O pubcaster britânico está procurando um novo formato aos sábados à noite. A audiência do “Strictly Come Dancing” permanece popular, mas vários esforços para lançar novos hits fracassaram.

Jesy Nelson, do Little Mix, fez recentemente um documentário único para a BBC, “Jesy Nelson: Odd One Out“, no qual ela se abriu sobre os abusos que sofreu nas mãos de cyberbullies.

No formato de talento “Little Mix – The Search”, Nelson e suas colegas de banda, Jade Thirlwall, Perrie Edwards e Leigh-Anne Pinnock, serão mentoras de promessas.

Little Mix teve uma série de singles nas paradas do Reino Unido, incluindo “Black Magic” e “Shout Out To My Ex“, vendendo mais 50 milhões de discos ao redor do globo. A banda estava na gravadora de Cowell, mas mudaram-se para a RCA – para o seu quinto álbum mais recente, “LM5“. A banda é gerenciada pela Modest.

Fonte original: Variety

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Publicado por Monise em 19 de novembro de 2018

Nós falamos com Leigh-Anne Pinnock e Jade Thirlwall na véspera do lançamento de LM5. Leia abaixo:

Houve um tempo em que Little Mix queria ser a maior girl group do mundo, mas agora que elas já conquistaram este status, sobrou somente mais outra coisa. “Acho que nós não vamos parar até sermos, tipo, a melhor girl band do mundo,” Jade Thirlwall admite, acrescentando, “nós ainda temos um longo caminho à percorrer”.

Seu último álbum, LM5, é do tipo que fará seus fãs comuns as acompanharem. Sua mensagem inicial – “Ela é uma vadia má/feita de magia” – é cantada numa harmonia angelical à quatro, uma captura perfeita de seu caráter moral. É o “The National Manthem,” e em 30 segundos e 23 palavras, elas resumem a essência de Little Mix: quatro mulheres que podiam cantar dentre a indústria pop mas que escolheram entregarem as vozes para os pilares do empoderamento feminino.

Está bem claro que há uma divisão de como os tabloides retratam Little Mix versus o que quem as acompanha pensa da banda, mas muita da negatividade vem de uma coisa em particular. “A maioria das pessoas não sabe que nós escrevemos nossa música,” diz Leigh-Anne, “pois viemos de um reality show.

Mesmo que já tenha se passado um bom tempo desde sua aparição no X Factor, críticas sempre se apoiam nisto. “Pessoas pensam que, por sermos uma girl band, somos fantoches, e simplesmente seguimos a maré.” diz Pinnock. “É a coisa mais preocupante, pois temos todo um pequeno controle que você possa imaginar.” Este álbum – o mais coerente e repleto de pancadões até hoje, na verdade, o que elas mais tiveram controle até hoje. Coproduziram o negócio todo, escreveram em quase todas as músicas, e encontraram uma identidade sonora diferente do que apontam para o que girl groups possam cantar.

Quando não são menosprezadas, são julgadas por suas roupas ou, mais apropriadamente, a falta dela. “Estamos de saco cheioThirlwall lamenta, “Tipo, qual o problema de vocês? Acabamos de fazer uma das melhores performances de nossas vidas, e a primeira coisa que falam é que deixamos um pouquinho de peito para fora”. É algo sério para a banda, e estão cansadas disso, agora mais do que nunca.

Pinnock admite que tem sido mais notável enquanto o grupo tem adotado uma “mentalidade feminista”. Ela menciona, “Saímos noite passada, e… as coisas que disseram sobre os peitos da Jesy…tipo, e daí? Ela tem peitos, todas temos, não é grande coisa. Nos sexualizam demais, a mídia.” Thirlwall concluiu, “Para nós, é mal jornalismo… achamos que a mídia está se perdendo.

Uma história em particular sobre a mídia, terminou como música no álbum, elas me contaram. As meninas foram perseguidas por paparazzi enquanto deixavam a Sony, e “disseram coisas muito ruins,” Pinnock explica. “Nós dissemos, ‘precisamos escrever sobre isso; precisamos usar isso e transformar em algo positivo que ajude quem se sente mal.

A experiência se tornou “Strip”, um manifesto afrontoso para dançar e para mandar os haters se calarem. “Imagem corporal era algo importante para o álbum,” Thirlwall disse. “Com a mídia social, há muita pressão nos jovens para estarem de certa forma, e acho que nos sentimos mais confiantes agora.

Você pode ouvir a confiança no álbum, na maneira em que elas impõem o amor próprio que elas aprenderam e o feminismo aperfeiçoado por girl groups do passado. Elas canalizaram um som mais ousado e é algo tão verdadeiro que outras garotas realmente querem ouvir (imagine se Play, o girl group sueco que pouco durou, que popularizou “Cinderella” se inspirasse no som de Destiny’s Child – provavelmente soaria como o LM5).

Sempre existiu um elemento feminista em Little Mix, mas tem sido algo muito pouco explorado, até agora. Em LM5, é bem mais explorado, e dá para ouvir a aprendizagem, crescimento e compartilhar suas lições com seus fãs.

Pinnock me disse que está entediada com a era dos influenciadores digitais: ”Quero ver algo que irá me inspirar. Quero ver pessoas falarem de problemas reais.” Então elas fizeram isto para si e para seus fãs.

Elas encontraram mulheres que podiam falar o que o grupo não tinha conhecimento, ativistas e artistas que são apaixonadas e peritas no assunto de empoderamento – Megan Jayne Crabbe, conhecida como ‘@bodyposipanda’, e a sócia-fundadora de Daughters of Eve, (Nimco Ali) que fala da conscientização da mutilação da genitália feminina, estão entre algumas que elas compartilharam- e entregam a plataforma Little Mix para elas, ao invés de tentar especificar cada tópico, no processo. “Estamos em um patamar da nossa carreira onde queremos ter certeza de que usamos nosso poder e influência em nossos fãs adolescentes para o bem,”Thirlwall me conta, e isto está bem claro em suas redes sociais e afins.

Elas deixam sua nuance mais feminista no fim do álbum. Thirlwall aponta um momento específico no passado que a inspirou. “Escrevi ‘Woman’s World’ no natal passado quando o movimento#MeToo estava realmente acontecendo,” ela me conta. “Lembro de ir ao estúdio e sentir muita raiva com o que estava e lendo e vendo.” Ela acrescenta, “Não acho que escrevemos outra música mais política e que realmente significa alguma coisa relacionado com o que acontece no mundo,” e ela está certa –  este deve ser um caminho que elas escolheram desenvolver futuramente.

Mas não será sua evolução de feminismo que prometerá a Little Mix uma trajetória contínua. Será o fato de que elas realmente se gostam. Uma raridade infeliz quando o assunto é de bandas, vindas de realitys ou outros lugares, e o fim da linha delas. O dia-a-dia da maior girl group do mundo não é bonito; é exausto e deixaria qualquer um no limite. Thirlwall admite que elas se apoiam rigorosamente uma nas outras, “Nós realmente não sabemos como artistas solo conseguem. Nós ficamos juntas, e quando uma está mal, sempre há três garotas que podem te por para cima e te fazer sentir melhor.

Aprendemos que precisamos estar no controle de nossas carreiras,Pinnock acrescenta, “pois no fim do dia, nós somente temos umas as outras.

Mas isto é tudo o que elas precisam enquanto embarcam em sua missão para se tornarem a maior banda do mundo.

Fonte: Nylon Magazine

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