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04.06.20

Em seu primeiro programa solo, Jade Thirlwall traz uma culinária feita especialmente por quem não sabe cozinhar, drag queens, muitos looks e risadas. SERVED é um programa projetado pela MTV, tendo a cantora do Little Mix como face e sua mãe, Norma Thirlwall, como jurada. A cada semana um episódio é divulgado nas plataformas digitais.

Essa semana, a convidada especial foi Vivienne, uma drag queen galesa. Assista o EP 2 legendado:

*ATENÇÃO: ESSE EPISÓDIO POSSUI CONTEÚDO EXPLICITO*



02.06.20

Jade Thirlwall fala sobre Drag, ser uma aliada LGBTQIA+ e levar acidentalmente a mãe ao Porn Idol.

O status de aliada LGBTQ e o amor pela cultura drag da Jade Thirlwall não necessita de explicação, mas a estrela de Little Mix está usando a quarentena para ir atrás de sua paixão com o novo programa da MTV, Served! With Jade Thirlwall.

O talk show de culinária acompanha Jade colocando suas habilidades na cozinha (questionáveis) contra algumas das maiores estrelas drag do mundo, incluindo Alyssa Edwards, Courtney Act, e The Vivienne – e sua mãe Norma está à disposição para julgar os resultados.

Naturalmente, tivemos que contatar Jade por videochamada na quarentena para descobrir mais sobre, e tivemos um longo papo sobre suas melhores amigas drag, seu trabalho de falar lado a lado com a comunidade LGBTQ e não por eles e como ela introduziu acidentalmente Norma às maravilhas de ‘Porn Idol’ na famosa G-A-Y de Londres.

Served! já chegou, mas eu queria começar falando sobre uma pequena série de culinária que você fez chamada Eat In with Little Mix: Houve muita trapaça de todos os envolvidos. Quem era a mais competitiva?

“Eu diria que provavelmente a Leigh-Anne, porque ela é boa na cozinha. Então significava muito para ela ganhar o programa, e com razão. Ela mereceu a vitória, enquanto eu e Jesy, em particular, não ficamos chateadas. Eu acho que todo mundo continua chamando esse programa da MTV de programa de culinária quando já se sabe que eu não sou a melhor cozinheira, a verdade seja dita! Digo, eu sou muito boa em fazer comidas que se leva ao forno. Mas apresentar é um problema, obviamente. Sabe de uma coisa, eu achei isso muito difícil: Eu não sou apresentadora de TV, mas eu tive mais dificuldades ao tentar entrevistar pessoas ao mesmo tempo em que cozinho. Então houve vezes que minha comida foi por água abaixo, mas é o sacríficio que tive que fazer para realizar uma boa conversa com as queens.”

Sua mãe, o ícone que a Norma é, é uma jurada em Served!. Como o programa funciona?

“A premissa é basicamente eu entrevistando e rindo um pouquinho com algumas amigas drag queens, chamando alguns amigos durante o programa. E então minha mãe, Norma, basicamente julga quem fez o melhor prato na semana. Cada episódio é um tema diferente que serve para saber qual comida faremos e depois eu fico um pouco alegrinha e comemoro. Nós duas somos grande fãs de Drag Race e da cultura drag em geral.”

Você tem algumas queens de peso a bordo. Quem foi a mais caótica cozinhando?

“Ah Deus, mais caótica? Bem, Alyssa [Edwards] é um fogo de artifício, não é? Ela tem uma personalidade muito forte e eu absolutamente a adoro, ela é tão engraçada. Durante este processo eu descobri que na verdade, não são muitas drags que sabem cozinhar… Tem sido interessante ver como as pessoas se dão. Alyssa definitivamente trapaceou – ela estava com um amigo! Ele estava cozinhando tudo enquanto ela somente tagarelava. Tem sido muito engraçado e tem sido legal surpreender elas com convidados especiais.”

O que achou dos convidados?

“Bem, toda vez que a drag estava online, nós pensávamos: ‘Com quem podemos surpreendê-las sendo talvez alguém que as inspirou ou alguém que são amigas?’ Então juntamos Kim Woodburn com The Vivienne, o que foi muito engraçado.”

The Vivienne fez uma imitação dela de Kim?

“Sim. Sim! Kim definitivamente acabou com a The Vivienne, o que foi fantástico. E para Alyssa nós recebemos Alyssa Milano no programa – a qual eu não percebi, até conversar com Alyssa Edwards, é que ela tem seu nome em homenagem à Alyssa Milano! Ela também nunca a tinha conhecido, então foi uma boa surpresa.”

Eu sinto que você é tipo a nova Oprah, juntando as pessoas em suas entrevistas…

“Honestamente, me chame de Maury!”

Eu na verdade ia te perguntar sobre sua mãe, já que a conheci: Nós fomos fazer Drag Bingo na Hamburger Mary’s com você em Los Angeles. Você a introduziu a cultura drag e a comunidade LGBTQ+, ou ela que te introduziu?

“Eu acho que foi um pouco das duas coisas, na verdade. Minha mãe sempre foi mente aberta. Por fazer muita apresentação de artes enquanto crescia e outras coisas do tipo, eu sempre estive rodeada de muitos amigos LGBTQ+ que estiveram na faculdade de teatro comigo ou na escola. Quando costumávamos ir de férias para Bernidorm, uma das melhores coisas era quando minha mãe ia para shows de drag queen. Minha mãe sempre gostou do brilho e glamour [de drag queens] e nossas ídolas eram Diana Ross, e todas as grandes divas. E eu acho que durante meu crescimento, sempre que eu via shows de drag queens como uma garotinha, eu associava drag queens às grandes divas. É algo que sempre amamos. Quando envelheci e me mudei para Londres, e ganhei mais amigos LGBTQ+, acho que foi bom, porque, somos de uma cidade pequena do tipo trabalhadora no norte, que provavelmente ainda tem um caminho a percorrer em termos de aceitação, então acho que minha mãe ama quando ela vem para Londres. Eu levo ela para Heaven para assistir um pouco de Porn Idol!”

Meu Deus! Ela gostou? Eu não sei se conseguiria levar minha mãe ao Porn Idol…

Ah, bem, sabe o que? Na primeira vez que eu a levei não tinha percebido o que era aquilo e quando eles começaram a se despir eu fiquei tipo “Eeh mãe. Eu sinto muito. Eu não tinha percebido que isso seria assim!” Ela ficou tipo “Tá brincando? Eu estou amando! É a coisa mais divertida que faço há anos!”

Então ela deve ter amado fazer parte de Served?

“Ah sim, eu acho que para minha mãe foi ótimo. Ela está sozinha em casa há quase três meses por ter lupus, ela está tendo que se isolar. Então para mim, fazer esse programa foi uma ótima maneira de incluí-la em algo que a mantém ocupada e sim, ela é boa em entreter também.”

Você tem escrito nas redes sociais sobre a Semana de Conscientização da Saúde Mental e a respeito de como tem lidado com o isolamento. Foi difícil ser tão aberta e honesta com seus fãs?

“Sim, foi meio que um marco histórico para mim me abrir dessa maneira porque eu não acho que faço isso com frequência, especialmente com relação a minha saúde mental. Não sei por que tenho dificuldade em falar sobre isso: eu escrevi sobre isso antes, sobre quando era mais jovem, sobre ter anorexia, nos nossos livros. Eu acho que a maneira que eu uso para falar sobre algumas coisas ou expressar como estou me sentindo é escrevendo. Eu sou amiga do cara que começou esse projeto para o qual eu escrevi o poema, ‘World from my Window’. Eu estava literalmente tremendo antes de postar o poema, porque é uma coisa bastante pessoal, não é? Especialmente quando você não está acostumada a compartilhar coisas desse tipo.”

Você recebe muitas mensagens de fãs LGBTQ+ ou outros?

“Sim, parte do motivo pelo qual eu acho que me tornei uma aliada foi por causa dos fãs. Eu recebo DMs e mensagens constantemente, particularmente dos nossos fãs LGBTQ+ que estão passando por dificuldades em casa e coisas do tipo. Com o passar dos anos, eu tenho tentado encontrar maneiras de, como eu disse anteriormente, fazer parte da caminhada ao invés de apenas falar sobre isso, e realmente mostrar a eles que eu estou fazendo tudo que posso para ajudar. Foi bom mudar um pouco e expor um pouco da minha vulnerabilidade, e então receber essas mensagens dos fãs. Tem sido adorável.”

Jesy e Leigh têm feito documentários sobre vários problemas que as afetam também: é ótimo que vocês tenham falado sobre coisas que são tão pessoais a vocês.

“Eu acho que essa é a beleza de nós quatro estarmos em um grupo, nós sempre apoiamos o poder feminino e o empoderamento feminino. Eu acho que com o passar do tempo tem sido legal nos aprimorar em coisas pelas quais somos apaixonadas, e eu acho que há alguém no grupo com a qual todos podem se identificar.”

Vocês estão sentindo falta umas das outras durante o isolamento?

“Meu Deus, eu sinto muita falta daquela energia. Quando estamos trabalhando nós choramos de rir todos os dias. É muito divertido estarmos juntas. Não me entenda mal, nós somos humanas: houve momentos em que todas nós nos estressamos, mas nós superamos e sempre vemos o cenário como um todo. No nosso grupo de conversa nós temos feito muito “relembrando” enquanto não estamos juntas, mandamos fotos antigas, quando estávamos com uma aparência um pouco pior, apenas rimos umas das outras e falamos bastante sobre garotos e coisas assim. Eu sinto muita falta das meninas.”

Alguma de vocês irá liberar as fotos do Whatsapp para o mundo?

“Meu Deus. Para ser honesta, nós não escondemos muito. Eu acho que somos muito abertas em admitir que nós estávamos horríveis! É parte da evolução de pop star, não é?”

Teve um post incrível que viralizou recentemente falando que você convenceu o mundo a usar gravata borboleta e suspensórios!

“Honestamente, você sabe o que era pior? Eu só tinha dezoito ou dezenove anos na época, mas eu não vestiria uma roupa que não tivesse uma gravata borboleta. Eu era obcecada!”

Era ótimo na época!

Ah, eu achava que eu era uma inspiração de estilo, sendo bem honesta! Eu achava que estava mudando o mundo, uma gravata borboleta de cada vez.

Você ainda está escrevendo algo no momento? Como vocês estão em relação ao álbum?

“O álbum está quase pronto. Para ser honesta, eu acho difícil escrever músicas para o Little Mix quando não estamos juntas, mas Leigh e eu temos feito algumas sessões. Eu terei algumas sessões de composição amanhã também.”

Você mencionou recentemente que havia escrito uma música que poderia ser um hino muito bom para a comunidade trans. Você pode divulgar mais sobre isso?

“Na verdade, foi uma ideia meio vaga no dia em que mencionei isso em uma entrevista, e realmente todos começaram falar sobre, e pensei: ‘Oh Deus (risos), é melhor eu terminar a música agora!’ O resultado do clipe de ‘Secret Love Song’ não foi exatamente o que queríamos. Você aprende à medida que avança na sua carreira. Então, para mim, de um modo pessoal, eu adoraria, quando for a hora certa, fazer mais vídeos e músicas que façam a diferença. Se você olhar músicas como ‘Secret Love Song’, ela teve um grande impacto em nossos fãs LGBTQ +. Seria ótimo fazer outra música que possa alcançar isso de novo – e fazer mais declarações como essa em videoclipes.”

Você sente que existe uma pressão por ser um aliada da comunidade de uma forma tão pública?

“Eu acho que a pressão vem com o simples fato de você querer dizer e fazer as coisas certas. Eu não acho que exista algo como ‘o aliado perfeito’. Ainda estou aprendendo muito, e não quero me colocar em um pedestal, pois então talvez diga a coisa errada um dia e escorregue e fique tipo ‘Oh Deus, me desculpe, eu fiz a coisa errada’. Eu apenas estou constantemente tentando aprender e não falar por outras pessoas, mas falar lado a lado com elas. Essa é uma grande parte da minha jornada como aliada. Porque eu nunca iria querer que parecesse que estava apenas usando esse público para meu próprio benefício.”

Voltando as Drags: Você já assistiu alguma Secret Celebrity Drag Race? E se sim, você gostaria de ser uma participante?

“Você está de brincadeira?! Você me conhece, querida. Mas você sabe o que? Na verdade, eu acho que adoraria ser um rei drag. Ser transformada em um cara, eu adoraria isso. Mas sim, eu adoraria. Foi tão bom assistir, na verdade, foi muito divertido.”

Quem você gostaria que fosse o seu mentor de drag queen?

“Essa é uma pergunta muito difícil… talvez alguém como Naomi Smalls. Se eu for me vestir de drag, gostaria de ser uma rainha muito glamurosa.

Quem é a rainha favorita de Norma?

“Oooh, de quem minha mãe é fã? Acho que minha mãe ama um pouco da Bianca Del Rio, só por causa de como ela é selvagem. Minha mãe é um pouco assim.Eles têm um senso de humor muito semelhante. Você sabe quem eu estou realmente amando no momento? Nina West! Ela parece tão adorável e está realmente usando sua plataforma para fazer muitas coisas incríveis para os jovens, o que é bom de ver. Eu tenho um grupo realmente adorável de amigos do Drag Race: Willam é um bom amigo meu. nunca tinha conhecido Alyssa antes do show e quando filmamos Served! Eu fiquei tipo ‘Por que não somos amigas?!’, porque ela é um absolutamente hilária. E então, é claro, The Vivienne, eu sempre fui uma grande fã dela, então participar do programa foi ótimo, eu esqueci a porra da sua pergunta agora para ser honesta, tagarelando…”

Estou feliz por você tagarelar sobre o Drag Race! Eu também amei Divina De Campo, como ela nasceu e cresceu em Bradford, como eu.

“Oh, Eu amo a Divina. Sabe de uma coisa? É uma pena que tenhamos apenas 6 queens por que se dependesse de mim eu iria ter todas as queens que eu pudesse no programa.”

Para quem você está torcendo para ganhar a 12ª temporada?

“Gigi Goode era a minha favorita e ainda continuo amando ela. Eu amo a Crystal. Crystal acaba de sair com as fadas e eu acho lindo de assistir. E eu adoro quando existe um talento escondido, uma rainha que você não botava muita fé, e então no final elas realmente mostram o quão incríveis são. Eu sinto que Crystal definitivamente fez isso. Eu ficaria feliz com qualquer uma das três vencendo, sendo bem honesta. Eu amei Heidi N Closet. Não acredito que ela partiu no último desáfio. Foi uma pena, não foi?”

Fonte: Attitude Tradução e Apatação: Equipe BrasilLM



29.05.20

E chegamos a tão esperada estreia do primeiro programa solo da Jade: SERVED! Que traz muita comida, figurinos, drags, risadas e Norma, mãe da Jade, como jurada.

Projetado pela MTV e tendo Jade como a face do programa, Served estreou ontem (28), nas plataformas digitais. Os convidados se comunicam de forma online e produzem os pratos diretamente de suas casas. O primeiro episódio de 14 minutos contou com a participação da drag queen Alyssa Edwards e uma convidada especial para um bate-papo.

Assista agora o primeiro episódio legendado:

Screencaps episódio 01:


Screencaps chamada do episódio 01:



29.05.20

Jade Thirlwall do Little Mix manda a real sobre vida na quarentena: “Estou igual quebra-cabeças, querida”

A estrela de Break Up Song está misturando seu amor por drags e cozinha com seu novo programa da MTV, Served! With Jade Thirlwall.

Com todo o país em quarentena, as pessoas estão tendo que ser mais criativas do que nunca em relação a se manterem entretidas. Então, nesses tempos desafiadores e turbulentos, nós nunca fomos tão gratos por estar seguindo ela no Instagram. Nas últimas semanas sozinha, ela está nos fazendo gritar com suas recreações de momentos clássicos da TV, suas entrevistas ao vivo e segmentos de cozinha.

Não somos os únicos, pois a cantora lançou seu próprio programa, Served! With Jade Thirlwall, que combina seu amor pela cultura drag com cozinha, trazendo uma drag queen diferente toda semana para a via-chamada na cozinha.

“Eu amo cultura drag, amo cozinhar, amo rir e tomar uns drinks. Então pensei, porque não juntar tudo e vê no que dá?’

Adiante da estreia do programa, conversamos com Jade sobre vida na quarentena, seu amor pela cultura drag, e o aniversário de 10 anos de Little Mix…

Primeiro de tudo, o que achou das últimas semanas de quarentena?

“Bem, a primeira semana, tudo bem. Estava ocupada mesmo [Little Mix lançou seu mais recente single logo após o começo da quarentena] então ficar dentro de casa e não ter que fazer nada parecia ser de boa. Mas agora, definitivamente estou pronta para voltar ao trabalho. Estou enlouquecendo, querida. Está me entendendo? Por isso que fiz esse programa com MTV, estava ficando entediada, para falar a verdade.”

Obviamente a cultura drag é uma grande parte do programa – há quanto tempo esta tem sido uma paixão sua?

Quando paro para pensar, acho que no subconsciente, sempre gostei da cultura drag. Desde pequena, indo para Benidorm com minha família nos feriados e vendo as drag queens lá, sempre fui fascinada por essas bonecas humanas, eu acho. E eu sempre fui muito fã de divas como Diana Ross, – minha maior ídola – eu sempre amei artistas que eram grandiosos e fabulosos, plumas, do tipo Shirley Bassey, lantejoulas, glamour. Então uma vez que descobri Drag Race alguns anos atrás, eu fiquei viciada. Morando em Londres, eu tenho muitos amigo LGBTs que me levavam para bares gays e shows de drag queens, então meu amor por drags cresceu mais e mais, e agora tenho alguns amigos que são drag queens.

O que é que te atrai na cultura drag?

“É que é incrível que essas pessoas conseguem literalmente se transformar nestes personagens que são tão exagerados, lindos e engraçados. Conheço tantas drag queens que são tímidas na vida real, mas se transformam na sua personagem drag e do nada são outra pessoa. E pessoalmente, eu me identifico com isso. Especialmente antes de estar no Little Mix, eu sempre fui tímida, mas quando subo em um palco e crio essa personagem, eu aproveito muito.”

Vamos falar sobre algumas das convidadas do programa, porque algumas dessas queens são realmente descontroladas. Houve momentos durante as filmagens em que você ficou com medo do que elas poderiam dizer?

“Houve alguns momentos que alguém poderia ter dado alguma indireta ou falado algo um pouco selvagem, mas essa é a beleza, é o meu programa! Então posso fazer o que eu quiser com ele! Tem muita diversão e jogos, e nós definitivamente ficamos um pouco “alegres” e tomamos alguns vinhos. É disso que se trata, eu queria que fosse autêntico e sem muito roteiro. Então sou literalmente eu, na minha cozinha, tentando o meu melhor para cozinhar algo enquanto converso com alguém ao mesmo tempo. E vendo o que acontece.”

“Eu ia perguntar se teria muitas cenas cortadas – mas parece que todo o material picante será mantido?

Ah sim! É isso que faz ser engraçado. E acho que ter minha mãe como parte disso também, é literalmente o que estaria acontecendo de qualquer forma.”

Qual é o papel dela no programa?

Minha mãe basicamente vai julgar quem fez o melhor jantar. E ela está amando. Ela está sozinha de quarentena no momento, isolada, então acho que foi bom para ela fazer parte disso, e ela também amou, sendo bem honesta.

Ela foi uma jurada exigente?

“Sim. Especialmente quando se trata de cozinhar, por que… Eu tento o meu melhor, mas não sou o Gordon Ramsey, sabe? Eu tento, mas 9 vezes em 10, os resultados não serão impressionantes. Então minha mãe gosta de pegar no meu pé quando não faço um bom trabalho. Definitivamente não há favoritismo.”

Kim Woodburn está no programa também, como foi trabalhar com ela?

“Honestamente… que ícone. Que ícone! Estamos apenas dando o que todos querem, sabe? Colocando duas maravilhosas para as pessoas verem. Ela é realmente muito adorável. Ela é muito disposta, não a incomoda quando você fala sobre todas as piadas dela e coisas do tipo – ela ama. Você realmente pode ir lá e dizer o que você quiser, o que definitivamente fizemos. Mas o que foi muito adorável foi que, depois que conversamos pelo Skype, ela me mandou mensagem e disse ‘muito obrigada por me pedir para fazer parte do programa’. Ela é definitivamente uma moça adorável. Pela minha experiência, de qualquer forma.”

Obviamente eu não posso perguntar sobre drag e não perguntar sobre Drag Race UK. Como ser jurada se compara ao que você imaginava, porque você obviamente é fã há muito tempo…

“Ah sim – superfã. Então quando eu finalmente fiz parte disso, eu estava apenas tentando o meu melhor para não surtar o dia todo. Estar no set e tudo mais, foi tipo um sonho. Eu não conseguia parar de encarar o Ru, e a parte engraçada é que a primeira vez que conheci o Ru foi alguns anos antes na Drag Con, onde eu literalmente estava disposta a comprar uma boneca de $1000 só para ter a chance de conhecer RuPaul. E então, por sorte, eu esbarrei na Michelle Visage e ela ficou tipo ‘não se preocupe, vou te levar para conhecê-lo.’ Então ir disso para realmente estar no programa, foi um sonho realizado.”

Quando Drag Race UK foi anunciado, os fãs estavam te chamando para ser uma jurada. Honestamente, você ficaria muito chateada se não tivesse sido convidada?

“Para ser sincera, eu estava muito feliz internamente por meus fãs estarem fazendo isso… E eu sempre ficava “vamos lá, vocês conseguem fazer mais” e então finalmente aconteceu. Mas se eu ficaria chateada? Eu acho que ficaria sim, mas quando me ligaram para oficializar tudo, eu quase morri de gritar, honestamente, foi o ponto mais alto da minha carreira, ou um deles de qualquer forma.”

Alguma coisa te surpreendeu enquanto você estava no set e assistia conforme acontecia?

“Sim, primeiro, estava muito frio no estúdio. Eu acho que é pra maquiagem delas não derreterem, mas o prédio estava muito frio então eu coloquei uma garrafa de água quente no meu joelho embaixo da mesa enquanto acontecia o show. E você tem que sempre ficar olhando pra frente porquê as luzes da série são muito fortes, as luzes mais fortes que você poderia ver. Mas ai eu comecei a encarar a Ru e fiquei me falando para sempre olhar pra frente, mas não ajuda muito, e eu estava travada ali. Eu só queria estar com uma aparência boa para o momento.”

Assistindo o show novamente, alguma das Rainhas aparecerem diferente depois de assistir lá no set?

“Foi muito interessante, a minha semana foi a semana que The Vivienne teve uma semana um pouco baixa e estava em penúltimo lugar. E quando você é juíza, você não vê o que acontece antes. Não foi a melhor performance, mas eu ficava sempre pensando “eu espero que ela faça tudo muito bem.” Então foi muito interessante assistir novamente o show e ver a jornada dela ali, e o quão incrível ele foi até aquele momento.”

Como um fã de Little Mix, tem sido incrível ver cada uma de vocês trabalhando em seus projetos solos. Você sente que conforme o tempo foi passando, se tornaram mais confiantes em trabalhar individualmente?

“Sim, definitivamente. Nos primeiros anos foi horrível, e fazer qualquer coisa sozinha seria assustador. Nós nos apoiamos sempre, e eu acho que nós não queríamos sentir que estávamos nos separando ou as pessoas sentirem isso, quando na verdade era algo totalmente distante disso. Nós fomos crescendo e conseguimos ficar mais confiantes sobre nós mesmas, nos tornamos mulheres em grupo, e nós somos diferentes, temos diferentes hobbies, interesses e identidade e então começamos a procurar coisas nossas para fazer individualmente, enquanto estamos juntas. E eu acho que as pessoas conseguem perceber que está tudo bem fazer as coisas sozinhas, é apenas um momento para mostrar o que somos individualmente, nossos amores e paixões, e estamos sempre nos apoiando.”

Vocês estão no caminho do lançamento para o sexto álbum, e isso é raro para uma girlband. Isso provavelmente é algo que vocês devem ter orgulho.

“100%, nós não acreditamos que estamos chegando nos 10 anos, e você está certa, isso não é uma coisa comum para uma girlband. Eu acho que a chave para isso tudo é pensar grande, estando juntas, apoiando umas as outras, e ninguém tentando brilhar mais que a outra. Desde o começo nós falamos que queríamos continuar as mesmas, e no passar dos anos, tivemos momentos de pessoas no time e até fora dele falando que tinha uma ou outra que se destacava mais, que queria aparecer mais, mas nós sempre fomos muito diretas que não queríamos esse tipo de coisa. No momento em que você faz algo assim, a banda começa a se desmoronar, então por isso sempre lutamos por aquilo que acreditamos, e é tudo é sobre nossas opiniões sempre terem o mesmo peso dentro do grupo e tem funcionado para nós.”

Quase 10 anos, você acha que Little mix tem o reconhecimento que merece por estar sempre no topo o tempo todo, e continuam fazendo sucesso?

“Não, para ser sincera, eu não acho. Eu acho que mulheres no geral, é difícil ter o reconhecimento que merece, e então para um grupo de mulheres, ou uma girlband, é muito difícil. Por que eu me sinto, por alguma razão, é um estigma grudado em girlband, ainda mais cantando pop. Nós levamos anos para provar que somos incríveis, e que nós escrevemos nossas musicas e realmente levantamos a bandeira para cada coisa que acreditamos. E isso nos levou muito tempo para chegar nesse ponto. Mesmo quando nós ganhamos o Brit Awards, é muito raro você ouvir uma nomeação para uma categoria em grupo, e eu acho que uma girlband nunca ganhou esse prêmio o que é pra mim é gigantesco. Então temos muita coisa para fazer para começarmos a celebrar as mulheres, e apreciar quem somos. Eu não estou reclamando, temos muito sucesso e somos gratas demais por ter ganhado o prêmio, mas ainda há aquele sentimento de opressão. Até mesmo nos tempos de X-Factor, acho que ninguém esperava a gente ir tão bem, mas as pessoas vão experimentar e perceber o quão boa somos. “

Fonte: Huff Post UK I Tradução e Apatação: BrasilLM



29.05.20

Foi anunciado no ano passado que a banda feminina vencedora do X Factor teria seu próprio reality show em parceria com a BBC, Little Mix: The Search, na qual elas se esforçam para criar o melhor novo grupo pop do país. No entanto, os planos para a série foram interrompidos devido à pandemia do covid-19 e ao isolamento que se seguiu, e Jade diz à Metro.co.uk que tem sido ‘bastante difícil‘ orientar novos grupos neste momento preocupante.

Os participantes foram incríveis, todos têm grupos de WhatsApp. Estão entrando e se conhecendo, estão ensaiando pelo Zoom [aplicativo].

Tem sido muito interessante. Porque nós tivemos que aprender a fazer de uma hora pra outra em termos de nos darmos bem e ver a imagem maior, é sobre formar grupos e ver a energia deles. É difícil colocá-los juntos.

Ela também acrescentou:

[Little Mix] acabou por se dar bem imediatamente. Não somos ingênuas o suficiente para pensar que isso vai acontecer com outro grupo que reunirmos, precisamos realmente acertar, cuidar deles e ajudar todos.

Mas ela também está se dando bem durante o isolamento – junto de seu próprio programa com a MTV chamado: Served! With Jade Thrilwall, onde ela conversará com as celebridades pelo Zoom (é claro) e as servirá com coquetéis e até mesmo cozinhar para eles.

Para ser sincera, não sou apresentadora, o que provavelmente faz parte da diversão.

Dá para perceber que eu não sou uma apresentadora nesse sentido! Quero ficar um pouco embriagada com alguns coquetéis, estou conversando com meus amigos, não quero fazer muito roteiro.

Juntando-se a ela para a série, estarão os ícones de RuPaul’s Drag Race Alyssa Edwards e Courtney Act, ao lado do outro ícone Kim Woodburn, bem como alguns convidados secretos da A-List. Só não peça a Jade para cozinhar para você quando tudo acabar.

Tradução & Adaptação: Equipe BRLM

Fonte original: Metrouk



18.05.20

Jade Thirlwall conseguiu seu próprio programa na MTV, onde entrevistará Drag Quees.

A estrela de 27 anos será a face do programa de culinária, intitulado como Served! With Jade Thirlwall, uma nova série de 6 episódios que terá Drag Queens participando de um acampamento de cozinha.

Não é segredo que Jade é uma grande fã das Drags, tanto que apareceu como jurada no programa Ru Paul’s Drag Race.

Outras celebridades irão “discar” em um bate-papo com três participantes, incluindo a estrela do Queer Eye, Tan France, a Spice Girl: Mel C, a insaciável atriz Alyssa Milano e a infame rainha dos memes Kim Woodburn.

Jade e suas Rainhas da cozinha irão cozinhar a partir dos ingredientes que serão tirados de uma caixa misteriosa e que terão que se encaixar na categoria da semana. Served! with Jade Thirlwal estreará do dia 28 de maio através das plataformas digitais da MTV.

“Estou muito empolgada por ter algumas das minhas pessoas favoritas a bordo para lhe servir um pouco da realidade do jantar virtual. Mal posso esperar para lhe mostrar o que (e quem) temos reservado; foram muitas risadas durante as filmagens e espero que isso traga às pessoas em casa algum entretenimento divertido enquanto estiverem em ambientes fechados”, disse Jade.

Uma fonte da MTV disse ao The Sun: “Jade é muito popular e sua vibe energética fez a MTV acreditar que ela se sairia bem com sua audiência. O programa trará Drag Queens competindo entre si em uma cozinha enquanto são analisadas pela Jade. Será muito divertido e nós acreditamos que será um sucesso entre os espectadores.”

Served! With Jade Thirlwall foi feito pela 100 Productions, mesmos produtores por trás de Jesy Nelson: Odd one Out.

Fonte: The Sun
Tradução e Adaptação: Equipe BrasilLM



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