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Publicado por Monise em 24 de novembro de 2019

A girl band lançou nesta sexta feira, (22/11), seu primeiro single natalino “One I’ve Been Missing”, escrito por Leigh-Anne, Jez Ashurst, Rachel Furner, Sinéad Harnett e Tre Jean-Marie. Vale lembrar que antes, o quarteto já havia feito um remix natalino de sua canção “Love Me Like You” em 2015. A música já se encontra disponível em todas as plataformas digitais incluindo o ITunes, Spotify, YouTube, Tidal e Apple Music. Não esqueça de pedir a música nas rádios e de fazer streaming! Ouça agora:

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Publicado por Monise em 20 de setembro de 2019

O quarteto britânico realizou nesta quarta-feira, 18/09, seu segundo show da LM5: The Tour em Milão, Itália. O segundo show foi realizado no Mediolanum Forum com capacidade para mais de 12 mil pessoas. Com coreografias incríveis, Little Mix entregou mais uma apresentação de tirar o fôlego! Jesy Nelson não conseguiu segurar as lágrimas durante a performance “The Cure” devido aos milhares de fãs que gritavam pelo seu nome.

Veja fotos e vídeos completo do segundo show:

SALUTE/POWER:
WOMAN LIKE ME:
WASABI:
BOUNCE BACK:
ONLY YOU/BLACK MAGIC:
TOLD YOU SO:
THE CURE:
SECRET LOVE SONG:
JOAN OF ARC:
WINGS:
SHOUT OUT TO MY EX:
WOMAN’S WORLD:
REGGEATÓN LENTO (REMIX):
NO MORE SAD SONGS:
MORE THAN WORDS:
THINK ABOUT US:
TOUCH:
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Publicado por Monise em 18 de setembro de 2019

Little Mix iniciou nesta segunda feira (16/09) sua sexta turnê intitulada LM5: The Tour. O grupo desembarcou na cidade de Madrid, Espanha onde realizaram o seu primeiro show. A girl band se apresentou na arena “Wizink Center” para milhares de fãs e o repertório incluiu as músicas: Salute, Power, Woman Like Me, Wasabi, Bounce Back, Only You/Black Magic, Told You So, The Cure, Secret Love Song, Joan Of Arc, Wings, SOTME, Womans World, Reggaeton Lento, No More Sad Songs, Think About Us, More Than Words e Touch.

Confira fotos e vídeos do show no primeiro dia da turnê:

SALUTE E POWER:
WOMAN LIKE ME:
WASABI:
BOUNCE BACK:
ONLY YOU/BLACK MAGIC:
TOLD YOU SO E THE CURE:
SECRET LOVE SONG:
JOAN OF ARC:
WINGS
SHOUT OUT TO MY EX:
WOMAN’S WORLD
REGGAETON LENTO
NO MORE SAD SONGS
THINK ABOUT US
MORE THAN WORDS
TOUCH

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Publicado por Monise em 16 de setembro de 2019

Em seu emocionante documentário na BBC Three, Jesy Nelson revelou os efeitos que os trolls (usuários que provocam e enfurecem outras pessoas com comentários ofensivos) da Internet tiveram em sua própria vida e em outras pessoas. Resultado: um dos documentários mais emocionantes que é um lembrete dos efeitos que o bullying online pode ter. Leia a entrevista abaixo:

Como foi a sua jornada com trolls online?

Fui de alguém que realmente queria se apresentar desde cedo – Era tudo o que eu sabia, ir para o X Factor… Pensei que seria uma das melhores experiências e acabou se tornando a pior experiência da minha vida. Foi principalmente por causa das redes sociais e o quanto isso me afetou. Então quando me disseram ‘Ei, aqui está o seu celular, é isso que você vai fazer. Você tem que ter Twitter porque você precisa começar a interagir com os fãs e se conectar com eles. Eles precisam começar a saber quem é Little Mix’. Eu respondi ‘Tudo bem’. Mas não foi a experiência que eu esperava. Era um monte de comentários sobre o que as pessoas pensavam sobre mim e minha aparência e eu não sabia como lidar.

Quais tipos de comentários que mais te ofenderam?

Pessoas falando sobre meu rosto. Eu tinha me acostumado com as pessoas me chamando de gorda, pensei ‘Ah que seja, já vi demais’. As pessoas começavam a falar da minha cara com memes, e elas cortavam minha cabeça em grupos de fotos e substituíam com um monstro, ET ou um bicho preguiça. Eu me tornei uma piada pra todo mundo e abalou muito minha confiança. Eu nunca experienciei nada como isso na minha vida. Eu achei que fosse capaz de lidar mas eu não podia. Se as pessoas soubessem que me afetava, elas iriam vir com tudo e isso me confundiu muito. Todo mundo podia ver o quanto aquilo me afetava e parecia que as pessoas queriam fazer ainda mais.

Foi fácil ter que lidar com isso ao lado das meninas?

Foi pior porque eu estava sendo comparada com elas. Eu acho que se eu tivesse sido uma artista solo, não iria ser tão ruim. Pelo fato de eu estar sendo comparada com as meninas, fazia as pessoas terem mais opinião. Se eu estivesse por conta própria não haveria ninguém para poder comparar.

Como os trolls afetaram sua relação própria com beleza e imagem corporal?

Eu nunca tive um problema com o meu peso ou com a minha aparência antes do X-Factor ou das redes sociais e, assim que eu tive, comecei a acreditar mentalmente em tudo o que as pessoas estavam dizendo sobre mim. Consumiu toda a minha vida, cada parte de mim, incluindo relacionamentos, trabalho, amizades e alimentação.

Você disse que parou de trabalhar. O que você estava fazendo e pensando quando estava em casa?

Do jeito que eu costumava ver, se eu não estivesse cantando com elas, eu não iria ser fotografada então não iria ter um tipo de artigo para as pessoas comentarem e me trollarem. Se eu não sou vista muito com elas, as pessoas não vão ter uma opinião. Mas em vez disso, causou mais opinião, porque as pessoas pensavam ‘onde está Jesy? Porque ela não está com as meninas?’

Qual foi o ponto de virada quando você pensou que poderia voltar para casa novamente?

Quando eu me livrei do Twitter. Eu era viciada em redes sociais. Minha rotina matinal era acordar as 6 da manhã e procurar as piores coisas sobre mim mesma no Twitter. No meu cérebro eu pensava ‘é desse jeito que eu posso lidar. Se eu continuar lendo isso, meu cérebro vai ficar tão acostumado que não vai mais me afetar’. Não ajudou de forma alguma. Me fez ficar cada vez mais depressiva e eu me tornei uma pessoa completamente diferente. Eventualmente comecei a ver um terapeuta.

O que você diz a si mesma para poder subir no palco?

Eu não queria estar no palco e meu amor por me apresentar significava que eu acabava odiando isso, me impediu de querer subir no palco e me apresentar. As coisas que me fizeram superar foram os fãs. Vendo o apoio deles e o quanto nossa música os afetou.

É tão bom você poder dizer abertamente que fez terapia…

Acho que as pessoas tem um pouco de vergonha de dizer que elas fazem terapia. Todo mundo tem problemas. Desde que eu fiz o documentário, me ajudou muito a falar sobre isso porque antes eu não podia. Me deixou muito chateada porque eu não estava falando sobre isso. Era como um peso pesado que eu estava carregando comigo por tantos anos e agora quando faço uma entrevista eu não choro.

Qual foi a maior lição que você aprendeu da terapia?

Desde que eu esteja feliz mentalmente comigo mesma não importa o que as outras pessoas acham. Todo mundo sempre vai ter uma opinião, você não pode parar isso.

É incrível que você tenha saído do outro lado…

Eu nunca pensei que eu pudesse me sentir feliz de novo, mas agora sentada aqui, falando abertamente sobre isso. Eu nunca achei que estaria fazendo esse documentário ou essa entrevista me sentindo tão confiante, empoderada e de como eu me sentia antes. É por isso que eu quis fazer esse documentário porque há tantas pessoas que passam a vida pensando que é isso e não é. ‘Vou me sentir assim pra sempre’ e não. Tantas pessoas cometem suicídio porque elas não conseguem ver uma luz no fim do túnel. Eu quero que as pessoas saibam que, se você conversar com outras pessoas, fica melhor.

Qual foi a coisa mais difícil de filmar no documentário?

Conhecer a mãe e pai da Sian – uma menina que tirou a própria vida. O fato de que a mãe e o pai dela puderam se abrir, – e não faz nem um ano desde que ela faleceu – foi tão corajoso em me contar a história deles. Eles devem ser tão fortes mentalmente, e eu achei incrível que eles queriam compartilhar essa história para ajudar outras pessoas. Isso foi horrível.

Como isso mudou você e a sua percepção?

Foi uma surpresa para mim ver os efeitos do que isso faz com as pessoas que você deixa para trás. Tantas pessoas ficam online e ficam rindo com outras pessoas se alguém é alvo de piada ou acham que a pessoa não vai ver. Você não sabe disso. Essa pessoa pode ver esse comentário e isso pode mudar completamente a mentalidade dela e o modo como ela se sente. As pessoas precisam conhecer os efeitos que isso causa. Você deve se sentir um lixo para querer colocar alguém pra baixo, e é por isso que trolls fazem isso. Eles não se sentem bem com eles mesmos e isso os fazem se sentir melhor.

Você já desejou poder tirar a fama e não ter que lidar com esse nível de ódio?

Não foi a fama. Foram as redes sociais que me afetavam e estar no olho do público significava que eu não poderia correr disso. Eu tive que seguir em frente e me esforçar pra ser feliz.

Você tem uma fã base que realmente te apoia, então porque você deu mais peso aos comentários negativos?

Estava por toda parte. Era em revistas. Foi explorado no X Factor. Eu não conseguia fugir disso. Haviam provavelmente vários positivos, mas eu mesma não via porque tudo o que eu via era os negativos. Uma vez que você vê um comentário ruim, você vê milhões deles e é tudo isso que você só pensa.

Qual foi a coisa mais extrema que você fez para se adaptar a algo que acha que deveria ter sido diferente?

Eu queria tanto a aprovação das pessoas. Eu apenas queria ser a Jesy. Eu não queria ser a ‘Jesy gorda’. Eu queria que as pessoas me vissem de forma normal. Então eu me puni. Eu morria de fome. Se eu comia, eu me odiava. Eu me punia, por 4 dias sem comer. Foi horrível, um ciclo vicioso.

Recentemente no Instagram você disse que está se permitindo a se sentir triste. Como a mudança de jogo funcionou pra você?

É por isso que eu fiquei em uma depressão profunda, porque eu não me permitia ficar triste. Eu apenas tinha que ser feliz o tempo todo. O único momento que eu ficava triste era quando eu voltava pra minha casa, iria na minha cama e aí eu chorava até dormir. Então eu levantava no outro dia de manhã e fingia me sentir fabulosa e feliz de novo e eu não era. Agora quando estou triste, é normal. Está tudo bem. Esse é o máximo que eu já consegui me amar e nunca achei que fosse acontecer. Há tantas garotas que provavelmente se sentem desse jeito e pensam que nunca vão conseguir se sentir boas consigo mesmas, mas elas podem. É tudo sobre conversar e deixar as pessoas saber de como você se sente. Você vai passar por isso e vai superar.

Veja fotos do ensaio fotográfico para a divulgação de Odd One Out:

Fonte: Glamour Magazine UK

Publicado por Monise em 4 de setembro de 2019

A girl band compareceu na noite deste domingo, (01/09), no Fusion Festival que fica localizado na cidade de Liverpool. A aparição do quarteto conta como seu primeiro dia de sua sexta turnê, a LM5: The Tour – que passará por outros países da Europa.

Dentre a set list de música estão essas: Salute, Power, Woman Like Me, Only You, Black Magic, Little Me, Change Your Life, How Ya Doin’?, Love a Girl Right, Bounce Back, No More Sad Songs, Secret Love Song, Wings, Shout Out To My Ex, Move, Motivate, Reggaeton Lento (Remix), Think About Us e Touch.

Confira fotos das meninas no palco:

Publicado por Monise em 2 de agosto de 2019

O grupo se apresentou neste sábado à noite, (27/07), na final do programa The Voice Kids UK com seu single “Bounce Back”.

Confira a apresentação logo abaixo:

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Publicado por Monise em 28 de junho de 2019

Little Mix fala sobre saúde mental em parceria com a Simple em sua nova campanha #ChooseKindness. Leia abaixo:

DTL: Obviamente, vocês recebem bastante negatividade da imprensa sobre suas mensagens [de empoderamento] e do que vestem. Vocês já viram o mesmo online?

Perrie: É sempre online. A maioria das coisas que enfrentamos vem das redes sociais, de pessoas por trás das telas de computadores e de celulares. Na sessão de comentários de notícias, o tempo todo.

DTL: Quem tem as melhores respostas para esse tipo de coisa?

Leigh-Anne: Jade! Ela sempre sabe o que dizer!

DTL: Vários jovens lidam com o abuso online todos os dias – o que vocês diriam a eles?

Perrie: É realmente difícil porque quando as pessoas estão sendo cruéis online, é difícil lidar com isso. Quando você não é esse tipo de pessoa e alguém age desse jeito, você apenas não sabe o porque alguém iria querer falar algo desagradável ou cruel. Você tem que ter confiança em si mesmo, e talvez tentar conversar com alguém que é próximo que vai te ouvir.

DTL: Vocês costumavam olhar para comentários negativos [online] sobre vocês mesmas?

Jade: Sim. Acho que todas nós tivemos curiosidade de olhar os comentários, e eu acho que houve uma época em que éramos obcecadas com isso, e não é um jeito saudável de se viver. Você começa a ficar mais insegura, e com o passar dos anos a gente aprendeu a não deixar a negatividade tomar conta do quanto isso nos fazia mal. Agora está fora de vista, fora da cabeça – nós tentamos não ler mais. É ótimo que o Instagram te deixa bloquear palavras e coisas que você não quer ver. Isso nos ajuda a nos cercar de coisas muito mais positivas.

DTL: O ensaio fotográfico que vocês fizeram para ‘Strip‘ lida muito com isso – qual foi a pior coisa que vocês se lembram de alguém falando mal de vocês?

Leigh-Anne: Acho que pra mim quando falaram ‘você não é boa o suficiente’ ou questionaram minha habilidade [vocal]. Tipo, se você erra em uma nota as pessoas comentam sobre isso, ou você se esquece de algum passo de dança. Acontece! Mas realmente fica na minha cabeça porque apenas duvidam se você é boa no que faz.

DTL: Recentemente vocês começaram a falar sobre as suas dificuldades com saúde mental – O que fez vocês começarem a falar sobre o assunto?

Perrie: Acho que é porque estamos em um bom lugar agora, e quando você está em um bom estado de espírito, você consegue falar mais sobre essas coisas com mais facilidade. Com sorte, vai ajudar alguém que passou pela mesma coisa.

DTL: Por que falar sobre isso é tão importante? Como todos nós podemos começar a falar mais sobre isso?

Jade: Acho que quanto mais você fala sobre isso, mais pessoas vão falar, começa a normalizar. Se transforma em um objeto de menos tabu para dizer e fazer então, ajuda várias pessoas. Eu acho que por um bom tempo, saúde mental não era realmente falado o suficiente, e poderia se agravar porque ninguém falava sobre [saúde mental].

Jesy: Sim, acho que quanto mais você toca no assunto, é como se um peso saísse dos seus ombros. Especialmente com as redes sociais, a gente tem uma grande plataforma que queremos usar parar falar sobre esse tipo de coisa e ser positivo. Eu acho que com sorte, pode ajudar a combater algumas das negatividades online também.

DTL: Vocês acham que as coisas que fizeram vocês lidarem com saúde mental, contribuíram para fazerem parte da campanha?

Jade: Acho que uma das razões principais pela qual eu queria falar sobre isso é que você sai do outro lado de lidar com essas coisas. Quando você está se sentindo melhor, você quer fazer. Estamos sendo mais ouvidas também, e as pessoas estão começando a perceber e entender o quão impacto grandes artistas podem ter, nós apenas queremos ajudar.

DTL: O que vocês acham que pode ou que deveria ser feito para lidar com o abuso online? Como podemos fazer com que a Internet seja um lugar mais positivo?

Perrie: É mais vida real do que online, se você vê alguém na rua, é mais provável que você a elogie do que gritar com ela. Nós achamos que um elogio já é meio caminho andado. Acreditamos em apenas fazer as pessoas se sentirem mais bem consigo mesmas. Ao invés de deixar alguém pra baixo e jogar coisas negativas nelas o tempo todo; acolha eles e faça eles se sentirem incríveis! É a mesma coisa no assunto online, se comunique com as pessoas e deixe elas saberem o quanto você acha elas incríveis ao invés de ser maldoso.

Leigh-Anne: Muito mais precisa ser feito por outras pessoas para combater isso também. Deveria ter moderação nas plataformas. E talvez, grande consequências para as pessoas que praticam isso, porque as consequências para as pessoas que passam por isso pode ser grande, muito grande.

Jade: Os efeitos que as pessoas com saúde mental passam a ter pode ser grande, e parece que não tem nada o suficiente sendo feito por todos no momento pra isso acabar.

DTL: O que vocês diriam para alguém que posta coisas negativas online?

Jade: Na maior parte do tempo, as pessoas que estão espalhando ódio online tem muitos problemas com elas mesmas em suas vidas pessoais. Requer muita energia para sair do limite e ser horrível com alguém, então a causa óbvia disso são eles se sentindo terríveis com eles mesmos. Então, eles precisam conversar com alguém, procurar ajuda, achar um jeito de canalizar toda a energia em algo positivo.

Jesy: É tão fácil ser gentil.

DTL: O que vocês acham que eles podem aprender com a campanha #ChooseKindness?

Perrie: Apenas seja legal. Essa é a vibe. Eu não acho que um hater percebe o impacto que eles tem nas pessoas quando falam algo desagradável. O impacto de realmente entender, e com sorte a campanha vai fazer isso, e empoderar pessoas a serem gentis.

DTL: No clima da #ChooseKindness, qual é a coisa mais gentil que alguém já fez por vocês?

Leigh-Anne: A coisa mais gentil, pra mim, seria as meninas e de como elas são um sistema tão positivo na minha vida. Quando chego no trabalho, eu sei que tenho três amigas para ver. É uma sensação boa.

Fonte: Ditch The Label

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Publicado por Mel em 15 de junho de 2019

Little Mix lançou nesta sexta-feira, (14), o seu novo single “Bounce Back” pela gravadora RCA Records UK e no mesmo dia se apresentaram no programa The One Show da BBC.

Veja a apresentação abaixo!

Confira fotos exclusivas da performance e do ensaio para o programa:

Arquivado em Fotos Vídeos
Publicado por Mel em 14 de junho de 2019

A girl band lançou na tarde desta sexta-feira, 14/06, o videoclipe de seu novo single “Bounce Back“, que foi anunciado em 26/05/2019 pelas redes sociais. É o primeiro single lançado pela nova gravadora das garotas, RCA Records UK.

A música já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. Não deixem de comprar a música no iTunes e fazer Stream no Spotify, Tidal, Deezer, Youtube e/ou Apple Music, além de pedir a música nas rádios.

“Bounce Back” faz sample da música “Back to Life” de Soul II Soul e foi composta por Jude Demorest, Mikkel Eriksen, Steve M. Thornton II, Tor Hermansen e Normani Kordei (Fifth Harmony). Os noruegueses do Stargate, conhecidos por já terem trabalhado com artistas aclamados da indústria como Beyoncé, Mariah Carey, Rihanna, Janet Jackson, Ne-Yo, Justin Bieber entre outros, foram os responsáveis pela produção da música.

Assista agora!

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Publicado por Monise em 4 de junho de 2019

Leigh-Anne Pinnock é membro da girl band mais poderosa da música, Little Mix, desde 2011. Mas Leigh-Anne nunca tinha dado uma entrevista por conta própria, até agora.

É bom estar por conta própria…

Parece um pouco estranho. Estamos tão acostumadas a estar sempre juntas e sempre há alguém em quem confiar ou recorrer, mas é bom estar por conta própria um pouco. Eu amo moda em geral, então ser a cara da Umbro é incrível!

Eu costumava me sentir invisível. Me vendo refletida de volta nessa campanha da UMBRO me ajudou muito…

Isso definitivamente ajudou. Eu me sinto privilegiada em ser o rosto disso e ajudar as garotas que se parecem comigo. Não é inacessível, não é impossível. Tudo é possível e definitivamente ajudou muito. Há muito movimento agora e estamos apenas dando apoio a conversa.

Eu procurava comentários negativos. Eu ia no Twitter e procurava ‘Leigh Anne, do Little Mix, a garota negra do Little Mix…’

Eu não vou mentir, os primeiros três anos de estar no grupo, eu procurava por trolls. Eu procurava Leigh Anne. Eu ia no Twitter e procurava Leigh Anne, da Little Mix, a garota negra do Little Mix. Eu colocava essas coisas em meus mecanismos de busca apenas para ver os comentários. Me arrependo muito de ter feito isso, mas estou aqui agora e me sinto muito mais forte, não faço mais isso. Eu não procuro por isso. Eu quero ser alguém que passou por esse tipo de coisa. ‘Ela era essa pessoa’ e agora estou tão orgulhosa de quem eu sou e é um sentimento tão bom.

Eu fico chateada porque lembro daquela garota. Eu ainda estou passando por coisas agora, você nunca está 100% seguro de si mesmo…

Você vai chegar lá, todo mundo vai chegar lá, mas leva tempo. Eu demorei tanto, mas agora eu não me importo mais com o que as pessoas têm a dizer sobre mim e é um ótima coisa de se sentir. Eu fico chateada porque eu me lembro daquela garota. Eu ainda estou passando por coisas agora, você nunca está 100% seguro de si mesmo. Sempre haverá algumas coisas que vão me chatear e chegar até mim. Eu sou muito mais forte. Eu não procuro mais por esses comentários, você não pode fazer isso.

Nos primeiros três anos (do Little Mix) eu ainda estava trabalhando onde eu me encaixava…

Nos primeiros três anos de entrar neste mundo louco, eu ainda estava trabalhando onde eu me encaixava. Foi uma sensação estranha porque eu me sentia invisível. Eu não sabia por que me sentia assim e levei um tempinho para processar tudo. Sobre o que falei antes, foi assim que interpretei e como me senti. Quando falei sobre isso, recebi muitas mensagens dizendo o quão corajosa eu era, e isso realmente ajudou muitas garotas negras. Quando eu fiz isso, algumas pessoas ficaram tão felizes e senti como se um peso tivesse sido tirado dos meus ombros. Foi uma sensação boa e acho que precisava ser dito de qualquer forma.

Eu tinha cuidado na hora de falar – eu estava com medo de dizer a coisa errada…

Acho que fui cuidadosa porque eu estava com medo de dizer a coisa errada. Eu não queria ofender ninguém. Porque eu era tão sensível, era difícil para mim colocar em palavras porque era uma situação pessoal, mas eu estou muito feliz porque eu só ajudei as pessoas, e estar apoiando a conversa e fazendo as pessoas se sentirem mais corajosas para falar sobre isso de si mesmos. É muito importante falar sobre essas questões porque, quanto mais pessoas fizerem isso, mais mudanças acontecerão. Eu tenho uma base de fãs incríveis que me apoia, nós fazemos isso por eles. É por isso que fazemos o que fazemos. Eles são nossos fãs e eles são os melhores.

No começo (de Little Mix) nos disseram para não usarmos a palavra ”feminista”. Os produtores do X-Factor não deixavam, eles disseram ‘bandas de garotas não se saem muito bem!

No começo nós não usávamos a palavra “feminista”. Na verdade, nos disseram para não usarmos apenas no caso de ser muito controverso. Para ser honesta, éramos muito jovens. Não acho que éramos tão espertas como somos agora. Agora estamos orgulhosas de dizer que somos feministas. Nós somos muito mais sábias. As coisas que aconteceram naquela época realmente fazem sentido agora. No começo, quando estávamos no X-Factor, nos disseram: “bandas de meninas não se saíram bem!” E quase não conseguíamos passar para outra fase. Os produtores não queriam nos convencer porque eles estavam dizendo, ‘qual é o ponto disso? elas não vão conseguir nada, eles não vão se sair bem, elas são uma banda de garotas!‘ Mas Tulisa nos defendeu e nós provamos que eles estavam errados, certo? Nós vencemos o maldito show! Nós provamos que eles estavam errados. Na época, não pensamos muito nisso, mas agora percebemos o quanto isso era ruim. Você não pode colocar todas as mulheres em uma caixa desse jeito. Quem vai dizer que não vamos ganhar? Quem pode dizer que não nos sairemos bem? São essas coisas que nos fizeram perceber que precisamos falar mais e falar sobre o que aconteceu com a gente.

Minhas melhores amigas [do Little Mix] me ajudaram muito…

Mesmo estando sentada aqui agora, eu sinto ‘onde estão minhas garotas?‘ Isso é tão estranho. Eu as amo muito e sinto muita sorte em ter elas. É tão necessário nessa indústria. Você precisa de pessoas ao seu redor, eu não poderia fazer isso sozinha.

Ser definida por alguém com quem você está é uma m*rda…

As perguntas que nos estão sendo feitas agora mudaram 100%. Nesta nova campanha (para o álbum LM5) nós estamos falando muito mais e sendo muito mais abertas sobre questões que estão acontecendo no mundo, e isso é muito bom. É realmente bom falar sobre algo que importa. Eu não quero falar sobre assuntos irrelevantes tipo ‘minha vida amorosa’. As campanhas anteriores eram focadas principalmente em coisas desse tipo e eu ficava tipo “arghhh pelo amor de Deus!” Era tão bom falar sobre coisas que importavam.

Agora estou tão orgulhosa da minha pele, você tem que ser positivo e não deixar nada te deter…

Não deixe que nada te atrapalhe – especialmente a cor da sua pele, isso é ridículo. Agora estou tão orgulhosa da minha pele. Você literalmente tem lutar por isso [amor próprio]. Eu nunca deixei ninguém me dizer nada em enquanto eu crescia, e eu sabia que queria ser cantora. Eu dizia a cada pessoa que entrou na minha vida: “Eu vou ser uma cantora, vou estar na Billboard e vou arrasar!” Você tem que colocar na sua cabeça que você tem que ser positivo e não deixar nada te deter.

Confira fotos de Pinnock para o ensaio fotográfico da UMBRO:

Fonte: Glamour Magazine UK