GALERIA DE FOTOS
Visite agora mesmo
VÍDEO EM DESTAQUE
Publicado por Monise em 20 de setembro de 2019

O quarteto britânico realizou nesta quarta-feira, 18/09, seu segundo show da LM5: The Tour em Milão, Itália. O segundo show foi realizado no Mediolanum Forum com capacidade para mais de 12 mil pessoas. Com coreografias incríveis, Little Mix entregou mais uma apresentação de tirar o fôlego! Jesy Nelson não conseguiu segurar as lágrimas durante a performance “The Cure” devido aos milhares de fãs que gritavam pelo seu nome.

Veja fotos e vídeos completo do segundo show:

SALUTE/POWER:
WOMAN LIKE ME:
WASABI:
BOUNCE BACK:
ONLY YOU/BLACK MAGIC:
TOLD YOU SO:
THE CURE:
SECRET LOVE SONG:
JOAN OF ARC:
WINGS:
SHOUT OUT TO MY EX:
WOMAN’S WORLD:
REGGEATÓN LENTO (REMIX):
NO MORE SAD SONGS:
MORE THAN WORDS:
THINK ABOUT US:
TOUCH:
Arquivado em Fotos Vídeos
Publicado por Monise em 18 de setembro de 2019

Little Mix iniciou nesta segunda feira (16/09) sua sexta turnê intitulada LM5: The Tour. O grupo desembarcou na cidade de Madrid, Espanha onde realizaram o seu primeiro show. A girl band se apresentou na arena “Wizink Center” para milhares de fãs e o repertório incluiu as músicas: Salute, Power, Woman Like Me, Wasabi, Bounce Back, Only You/Black Magic, Told You So, The Cure, Secret Love Song, Joan Of Arc, Wings, SOTME, Womans World, Reggaeton Lento, No More Sad Songs, Think About Us, More Than Words e Touch.

Confira fotos e vídeos do show no primeiro dia da turnê:

SALUTE E POWER:
WOMAN LIKE ME:
WASABI:
BOUNCE BACK:
ONLY YOU/BLACK MAGIC:
TOLD YOU SO E THE CURE:
SECRET LOVE SONG:
JOAN OF ARC:
WINGS
SHOUT OUT TO MY EX:
WOMAN’S WORLD
REGGAETON LENTO
NO MORE SAD SONGS
THINK ABOUT US
MORE THAN WORDS
TOUCH

Arquivado em Fotos Vídeos
Publicado por Monise em 16 de setembro de 2019

Em seu emocionante documentário na BBC Three, Jesy Nelson revelou os efeitos que os trolls (usuários que provocam e enfurecem outras pessoas com comentários ofensivos) da Internet tiveram em sua própria vida e em outras pessoas. Resultado: um dos documentários mais emocionantes que é um lembrete dos efeitos que o bullying online pode ter. Leia a entrevista abaixo:

Como foi a sua jornada com trolls online?

Fui de alguém que realmente queria se apresentar desde cedo – Era tudo o que eu sabia, ir para o X Factor… Pensei que seria uma das melhores experiências e acabou se tornando a pior experiência da minha vida. Foi principalmente por causa das redes sociais e o quanto isso me afetou. Então quando me disseram ‘Ei, aqui está o seu celular, é isso que você vai fazer. Você tem que ter Twitter porque você precisa começar a interagir com os fãs e se conectar com eles. Eles precisam começar a saber quem é Little Mix’. Eu respondi ‘Tudo bem’. Mas não foi a experiência que eu esperava. Era um monte de comentários sobre o que as pessoas pensavam sobre mim e minha aparência e eu não sabia como lidar.

Quais tipos de comentários que mais te ofenderam?

Pessoas falando sobre meu rosto. Eu tinha me acostumado com as pessoas me chamando de gorda, pensei ‘Ah que seja, já vi demais’. As pessoas começavam a falar da minha cara com memes, e elas cortavam minha cabeça em grupos de fotos e substituíam com um monstro, ET ou um bicho preguiça. Eu me tornei uma piada pra todo mundo e abalou muito minha confiança. Eu nunca experienciei nada como isso na minha vida. Eu achei que fosse capaz de lidar mas eu não podia. Se as pessoas soubessem que me afetava, elas iriam vir com tudo e isso me confundiu muito. Todo mundo podia ver o quanto aquilo me afetava e parecia que as pessoas queriam fazer ainda mais.

Foi fácil ter que lidar com isso ao lado das meninas?

Foi pior porque eu estava sendo comparada com elas. Eu acho que se eu tivesse sido uma artista solo, não iria ser tão ruim. Pelo fato de eu estar sendo comparada com as meninas, fazia as pessoas terem mais opinião. Se eu estivesse por conta própria não haveria ninguém para poder comparar.

Como os trolls afetaram sua relação própria com beleza e imagem corporal?

Eu nunca tive um problema com o meu peso ou com a minha aparência antes do X-Factor ou das redes sociais e, assim que eu tive, comecei a acreditar mentalmente em tudo o que as pessoas estavam dizendo sobre mim. Consumiu toda a minha vida, cada parte de mim, incluindo relacionamentos, trabalho, amizades e alimentação.

Você disse que parou de trabalhar. O que você estava fazendo e pensando quando estava em casa?

Do jeito que eu costumava ver, se eu não estivesse cantando com elas, eu não iria ser fotografada então não iria ter um tipo de artigo para as pessoas comentarem e me trollarem. Se eu não sou vista muito com elas, as pessoas não vão ter uma opinião. Mas em vez disso, causou mais opinião, porque as pessoas pensavam ‘onde está Jesy? Porque ela não está com as meninas?’

Qual foi o ponto de virada quando você pensou que poderia voltar para casa novamente?

Quando eu me livrei do Twitter. Eu era viciada em redes sociais. Minha rotina matinal era acordar as 6 da manhã e procurar as piores coisas sobre mim mesma no Twitter. No meu cérebro eu pensava ‘é desse jeito que eu posso lidar. Se eu continuar lendo isso, meu cérebro vai ficar tão acostumado que não vai mais me afetar’. Não ajudou de forma alguma. Me fez ficar cada vez mais depressiva e eu me tornei uma pessoa completamente diferente. Eventualmente comecei a ver um terapeuta.

O que você diz a si mesma para poder subir no palco?

Eu não queria estar no palco e meu amor por me apresentar significava que eu acabava odiando isso, me impediu de querer subir no palco e me apresentar. As coisas que me fizeram superar foram os fãs. Vendo o apoio deles e o quanto nossa música os afetou.

É tão bom você poder dizer abertamente que fez terapia…

Acho que as pessoas tem um pouco de vergonha de dizer que elas fazem terapia. Todo mundo tem problemas. Desde que eu fiz o documentário, me ajudou muito a falar sobre isso porque antes eu não podia. Me deixou muito chateada porque eu não estava falando sobre isso. Era como um peso pesado que eu estava carregando comigo por tantos anos e agora quando faço uma entrevista eu não choro.

Qual foi a maior lição que você aprendeu da terapia?

Desde que eu esteja feliz mentalmente comigo mesma não importa o que as outras pessoas acham. Todo mundo sempre vai ter uma opinião, você não pode parar isso.

É incrível que você tenha saído do outro lado…

Eu nunca pensei que eu pudesse me sentir feliz de novo, mas agora sentada aqui, falando abertamente sobre isso. Eu nunca achei que estaria fazendo esse documentário ou essa entrevista me sentindo tão confiante, empoderada e de como eu me sentia antes. É por isso que eu quis fazer esse documentário porque há tantas pessoas que passam a vida pensando que é isso e não é. ‘Vou me sentir assim pra sempre’ e não. Tantas pessoas cometem suicídio porque elas não conseguem ver uma luz no fim do túnel. Eu quero que as pessoas saibam que, se você conversar com outras pessoas, fica melhor.

Qual foi a coisa mais difícil de filmar no documentário?

Conhecer a mãe e pai da Sian – uma menina que tirou a própria vida. O fato de que a mãe e o pai dela puderam se abrir, – e não faz nem um ano desde que ela faleceu – foi tão corajoso em me contar a história deles. Eles devem ser tão fortes mentalmente, e eu achei incrível que eles queriam compartilhar essa história para ajudar outras pessoas. Isso foi horrível.

Como isso mudou você e a sua percepção?

Foi uma surpresa para mim ver os efeitos do que isso faz com as pessoas que você deixa para trás. Tantas pessoas ficam online e ficam rindo com outras pessoas se alguém é alvo de piada ou acham que a pessoa não vai ver. Você não sabe disso. Essa pessoa pode ver esse comentário e isso pode mudar completamente a mentalidade dela e o modo como ela se sente. As pessoas precisam conhecer os efeitos que isso causa. Você deve se sentir um lixo para querer colocar alguém pra baixo, e é por isso que trolls fazem isso. Eles não se sentem bem com eles mesmos e isso os fazem se sentir melhor.

Você já desejou poder tirar a fama e não ter que lidar com esse nível de ódio?

Não foi a fama. Foram as redes sociais que me afetavam e estar no olho do público significava que eu não poderia correr disso. Eu tive que seguir em frente e me esforçar pra ser feliz.

Você tem uma fã base que realmente te apoia, então porque você deu mais peso aos comentários negativos?

Estava por toda parte. Era em revistas. Foi explorado no X Factor. Eu não conseguia fugir disso. Haviam provavelmente vários positivos, mas eu mesma não via porque tudo o que eu via era os negativos. Uma vez que você vê um comentário ruim, você vê milhões deles e é tudo isso que você só pensa.

Qual foi a coisa mais extrema que você fez para se adaptar a algo que acha que deveria ter sido diferente?

Eu queria tanto a aprovação das pessoas. Eu apenas queria ser a Jesy. Eu não queria ser a ‘Jesy gorda’. Eu queria que as pessoas me vissem de forma normal. Então eu me puni. Eu morria de fome. Se eu comia, eu me odiava. Eu me punia, por 4 dias sem comer. Foi horrível, um ciclo vicioso.

Recentemente no Instagram você disse que está se permitindo a se sentir triste. Como a mudança de jogo funcionou pra você?

É por isso que eu fiquei em uma depressão profunda, porque eu não me permitia ficar triste. Eu apenas tinha que ser feliz o tempo todo. O único momento que eu ficava triste era quando eu voltava pra minha casa, iria na minha cama e aí eu chorava até dormir. Então eu levantava no outro dia de manhã e fingia me sentir fabulosa e feliz de novo e eu não era. Agora quando estou triste, é normal. Está tudo bem. Esse é o máximo que eu já consegui me amar e nunca achei que fosse acontecer. Há tantas garotas que provavelmente se sentem desse jeito e pensam que nunca vão conseguir se sentir boas consigo mesmas, mas elas podem. É tudo sobre conversar e deixar as pessoas saber de como você se sente. Você vai passar por isso e vai superar.

Veja fotos do ensaio fotográfico para a divulgação de Odd One Out:

Fonte: Glamour Magazine UK

Publicado por Monise em 4 de setembro de 2019

A girl band compareceu na noite deste domingo, (01/09), no Fusion Festival que fica localizado na cidade de Liverpool. A aparição do quarteto conta como seu primeiro dia de sua sexta turnê, a LM5: The Tour – que passará por outros países da Europa.

Dentre a set list de música estão essas: Salute, Power, Woman Like Me, Only You, Black Magic, Little Me, Change Your Life, How Ya Doin’?, Love a Girl Right, Bounce Back, No More Sad Songs, Secret Love Song, Wings, Shout Out To My Ex, Move, Motivate, Reggaeton Lento (Remix), Think About Us e Touch.

Confira fotos das meninas no palco:

Publicado por Monise em 2 de agosto de 2019

O grupo se apresentou neste sábado à noite, (27/07), na final do programa The Voice Kids UK com seu single “Bounce Back”.

Confira a apresentação logo abaixo:

Arquivado em Vídeos
Publicado por Monise em 11 de julho de 2019

As duas cantoras, que são aliadas dos direitos LGBT, participaram da marcha ao lado da caridade de crianças trans no sábado (6).

Little Mix fez uma aparição em março deste ano, executando um hino LGBT no Emirados Árabes Unidos (Dubai) – um país onde a homossexualidade é infelizmente, considerada ainda como um crime.

Uma bandeira de arco-íris apareceu numa gigantesca tela enquanto elas cantavam “Secret Love Song, Pt. II“, que inclui as letras:” “Por que eu não posso te abraçar na rua? / Por que eu não posso te beijar na pista de dança? / Eu gostaria que pudesse ser assim / Por que não pode ser assim?

Jade Thirlwall falou em 2018 sobre ser uma orgulhosa aliada LGBT, depois de participar do Manchester Pride.

Ela disse ao Manchester Evening News:

Eu estava realmente animada por fazer parte disso hoje e passei um tempo conversando com jovens sobre o que significa ser um aliado. Foi realmente emocionante. É nosso dever aumentar a conscientização”.

Ela acrescentou:

Temos muitos fãs LGBT e é muito importante incentivá-los a serem quem são e a celebrar isso através de nossa música“.

A CEO da Stonewall, Ruth Hunt, explicou:

Este é o 50º aniversário da Stonewall, e é uma chance de homenagear aqueles que vieram antes de nós e reconhecer como a coragem deles abriu o caminho para o progresso que fizemos.

É por isso que na Parada LGBT de Londres, a Level Up, Mermaids, Imaan, Stonewall, Black Pride, ParaPride, Sparkle e muitos outros grupos LGBT+ de diferentes partes de nossas comunidades estarão marchando como um grupo coletivo – Together in Pride.

Ao ficarmos juntos, de braços dados uns com os outros, mostramos o verdadeiro poder e resiliência de nossa comunidade diversificada.

Fonte: Pink News

Arquivado em Entrevistas Noticias