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25.07.20

Enquanto o quarteto une forças com a marca de cuidados com a pele, Simple, pelo terceiro ano consecutivo, Naomi May conversa com a girlband do topo dos charts para falar sobre tudo relacionado a auto-cuidado e gentileza.

Existem alguns pré-requisitos que acompanham ser uma das maiores girlbands do mundo, neste caso, Little Mix.

Uma legião de fãs (chamados de Mixers), um batalhão de marcas se aglomerando para te vestir com seus designs e uma carreira performando ao redor do mundo. Uma das realidades mais lamentáveis da vida do famoso quarteto é a onipresente pressão do bullying online.

“Todas nós já passamos pelo cyberbullying, qualquer forma de bullying na verdade, e queremos mostrar aos nossos amigos que estamos aqui para apoiá-los e propagar positividade. Especialmente como quatro garotas, acho que é muito importante mostrar esse senso de solidariedade a outras mulheres.” – Jade

É com isso em mente que Perrie, Jesy, Leigh-Anne e Thirlwall estão usando sua influência para fazer uma parceria com a marca de cuidados com a pele, Simple, em sua campanha #simplechoosekindness, que está em parceria com a instituição de caridade anti-bullying, Ditch the Label. Este ano, entre o período de isolamento, de março até maio, pedidos de apoio à Ditch the Label aumentaram 158% e a instituição descobriu, através de sua própria pesquisa, que quase 1 em 3 adolescentes no Reino Unido sofre cyberbullying.

Jesy Nelson, 29, é o membro da banda que tem falado mais sobre suas dificuldades com o bullying, sobretudo em seu sincero documentário da BBC, Odd One Out, lançado no ano passado.

“As redes sociais podem ser um espaço bem negativo, então acho que sempre ser gentil é importante”, ela afirma.

“É muito importante para nós que, quando colocamos nossos nomes por trás de algo, seja uma empresa com a qual todas nós tenhamos orgulho de estar em parceria. Esta é uma parceria tão autêntica para nós.” – Jade

Conversamos com a banda via Zoom para uma boa e velha fofoca feminina.

O que vocês acharam do isolamento?

Perrie: Na verdade nós meio que gostamos, tivemos um bom tempo de folga, mas sentimos muito a falta umas das outras, então é bom estarmos juntas.

Com todo esse tempo extra em mãos, alguma de vocês adquiriu novos hábitos de beleza?

Leigh-Anne: Eu tenho amado fazer esfoliação toda semana e depois máscaras facias para hidratar. No dia seguinte depois de uma máscara facial o seu rosto não fica com uma textura tão boa?! Tem sido bom dar a nós mesmas um pouco de amor próprio.

Todas vocês foram bastante abertas sobre suas lutas com a saúde mental, como as redes sociais e a necessidade de terem sempre a aparência perfeita interferem nisso?

Jade: É realmente bem prejudicial. Há esta constante busca pela perfeição, a qual nunca acontecerá de verdade, então o que a gente faz?! Levou alguns anos para que todas nós nos sentíssemos propriamente confortáveis em nossa própria pele, porque a sociedade tenta nos condicionar a nos fazer acreditar que temos que ter certa aparência para sermos bonitas, o que soa tão falso. Ainda estamos em nossa jornada, e somos todos culpados por rolar pelo Instagram – vendo alguém que provavelmente editou suas fotos que são incríveis e pensando ‘Ai Deus, por que eu não sou como ela?’, ‘Eu queria ter o rosto dela’.

É aprender a distanciar o que é realidade e o que não é, eu acho. As pessoas nas redes sociais só mostram o que elas querem que você veja.

Perrie: Acho que é saudável ficar longe do Instagram de vez em quando. Especialmente quando você está preso dentro de casa, você pode passar horas e horas rolando [o feed] e ficando preso nesse buraco profundo de se sentir inferior aos outros. Eu mal estou no celular para ser honesta, e me sinto ótima por isso.

Leigh-Anne: Você só precisa de uma pausa! Às vezes é demais, não é? Pode ser tão tóxico e você precisa tirar um tempo para si mesmo.

Perrie: Não é estranho como você pode estar se sentindo incrível, e aí você entra nas redes sociais e apenas se compara, compara, compara? E você começa a pensar ‘eu não sou assim!

É tão difícil, e é pior quando você pensa nas meninas jovens e influenciáveis que têm Instagram e como isso pode impactá-las.

Perrie: Completamente! Nós não tínhamos isso quando éramos pequenas, era totalmente diferente naquela época.

Leigh-Anne, recentemente você falou sobre como enfrentou o racismo na indústria da música, o quão importante é aumentar a representatividade na indústria da beleza também?

Leigh-Anne: Ai meu Deus, é super, super importante! Este é o problema: não há representatividade o suficiente, e é por isso que eu acho tão importante continuar falando e aumentando a conscientização, e tentar fazer o máximo de mudanças e barulho que pudermos, porque é um problema há tanto tempo e finalmente o mundo está começando a falar sobre isso agora. Frustrante, mas pelo menos está acontecendo.

Como lidar com os comentários maldosos nas redes sociais?

Perrie: Ignore! Bem, ou você ignora ou anexa… Ou bloqueia! Tire essa negatividade da sua vida com um clique, tchau!

Jesy: Mate-os com bondade, é o que eu gosto de fazer!

Leigh-Anne: Eu disse algo na outra semana e mandei mensagem para as meninas tipo ‘ah, a maldade!” Tem muita gente que gosta de brigar na internet e isso te deixa um pouco ansiosa, é horrível. Quando algo assim acontece, acho que o certo a fazer é não usar o celular. Deve haver pessoas cujo trabalho é literalmente ficar online e odiar.

Perrie: Pense nisso; estamos beirando os 30 anos, estamos na indústria há um tempo, somos mulheres, e agora você pode imaginar como uma pessoa de 14 anos se sente? Quando voltam da escola e recebem merda online e nas redes sociais? Nós nos tornamos resistentes, então superamos isso agora, mas imagine ser uma criança e passar por isso? Quando éramos pequenas, você saía da escola e ia brincar com os amigos, enquanto agora você sai da escola e entra nas redes sociais. Você não consegue escapar.

Leigh-Anne: Sabe o que realmente deveria haver? Uma restrição de idade. Porque como uma criança pode se preparar para isso?

Jade: Agora o Instagram deleta palavras horríveis uma vez que são reconhecidas. Não sei quais são as palavras, mas isso vai afastá-las.

Perrie: Sabe como sempre dizemos que não queremos que nossos filhos tenham redes sociais? Mas se eles não têm, são excluídos e ‘não descolados’? E se houvesse uma restrição de idade para que ninguém da idade deles tivesse?

Jesy: Deveria existir algo que, quando você tem Instagram, você tem um ID facial para não ter como criar uma conta falsa. Então se você fizer comentários ofensivos, saberão que é você por causa do seu ID. Porque, de forma realista, se você os bloquear, eles podem criar outra conta.

Jade: E também há zero consequência, o que precisa mudar.

Que boa ideia! E como vocês fazem para se recompor quando estão se sentindo para baixo?

Jesy: Eu apenas fico rodeada de pessoas que amo, que me colocam para cima e me fazem feliz. Ou faço coisas que me deixam feliz, tipo comer chocolate, assistir meu filme favorito ou ouvir música, apenas faça o que realmente te faz feliz.

Leigh-Anne: É tão importante ter pessoas que te apoiam perto de você, em quem você realmente pode confiar.

Quais são as melhores dicas que vocês aprenderam de maquiadores ao longo do seu tempo na indústria?

Todas as garotas de acordo: Contorno!

Jade: Nós não conhecíamos esse mundo, né?

Jesy: Nunca tínhamos tido maçãs do rosto antes!

Leigh-Anne: Também usávamos cílios que eram tipo dez vezes maiores para o nosso rosto.

Perrie: Ah, e o poder de um gel de sobrancelha!

Quais dicas de cuidados com a pele vocês não vivem sem?

Perrie: Filtro solar.

Leigh-Anne: Água micelar.

Perrie: Hidratante.

Leigh-Anne: Esfoliação.

E vocês já conseguiram ir ao cabeleireiro?

Perrie: Eu me senti uma idiota porque não pensei em agendar! Então preciso esperar mais uma semana e meia/duas semanas para fazer meu cabelo. Você deveria ver os cabelos brancos!

Tradução & Adaptação: Equipe BRLM I Fonte: Evening Standard

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