visite a galeria de fotos littlemixpics.com

últimas imagens enviadas
20.12.20

A cantora Jesy Nelson afirmou que uma vez foi injetada com analgésicos cinquenta vezes para que pudesse subir ao palco com Little Mix.

A estrela disse que se sentia como um robô que nunca deveria parar para descansar ou se recuperar de uma doença.

Ela fez as acusações em duas autobiografias da banda, mas os comentários não foram relatados quando os livros foram lançados em 2012 e 2016, porém chamaram a atenção depois que Jesy deixou a banda por motivos de saúde.

A jovem de 29 anos disse que as injeções aconteceram antes de um show no programa do guru da música Simon Cowell, America’s Got Talent, em 2015. Ela escreveu:

“No dia, desloquei meu ombro e não conseguia me mover. No final, recebi cerca de 50 injeções e minhas costas cheia sufocadas de hematomas. Antes do show, quando eu estava arrumando meu cabelo e maquiagem, as pessoas me davam café para me manter acordada. Eu estava tão fora de mim que não consigo me lembrar de nada sobre a performance, só de que no palco eu não conseguia me equilibrar. Foi horrível, a pior coisa que tive de fazer. Em um trabalho normal, você pode tirar um dia de folga e ninguém vai atrás de você, enquanto neste trabalho, se você perder uma apresentação, todo mundo escreve artigos, comentando nas redes sociais e sendo abusivos.”

Um ano antes, Jesy disse que recebeu antibióticos tão poderosos que a fizeram vomitar para que pudesse continuar a se apresentar enquanto sofria de um problema dentário.

Jesy também revelou que, durante o problema cardíaco da sua mãe, ela ficou tão estressada que uma de suas orelhas que estava infeccionada começou a sangrar.

Ela acrescentou:

A dor piorou tanto que eu comecei a gritar na cama. O que é estranho neste trabalho é que as pessoas não parecem acreditar que ficamos doentes como todo mundo – ou que as pessoas próximas a nós adoecem e precisamos estar com elas.”

Jesy falou sobre seus problemas nas autobiografias do Little Mix –‘Ready to Fly: Our Official Story’ e ‘Our World: Our Official Autobiography’. Ela falou várias vezes sobre como haters cruéis a atacaram por causa de seu peso e como o grupo enfrentou uma agenda implacável.

Eu acho que todo mundo se preocupa em adoecer durante uma turnê e de não poder performar. Eu amo estar em turnê, mas demanda fisicamente, e quando força ao máximo o seu corpo o tempo todo, há sempre o risco de você acabar desgastada e doente. Nós tivemos uma agenda lotada para a turnê Get Weird, e na minha cabeça eu estava sobre uma lesão no ombro que eu tinha faz anos. Eu machuquei ele dançando quando eu era uma criança e meu pescoço nunca se recuperou propriamente. Eu tenho uma hérnia de disco que não se alinha propriamente, e de vez em quando dói de novo e pescoço trava e não consigo mexer a minha cabeça. Tudo que posso fazer é esperar melhorar. Tende a acontecer se eu não tenho dançado por um tempo e então começa tudo de novo, e eu estava preocupada sobre como iria ser na turnê, mas o que nunca passou na cabeça era não ser capaz de performar por causa de problemas com meus dentes do siso. Quase na metade da turnê, em abril de 2016, eles ficaram infeccionados e a dor era excruciante. Eu estava me tratando com antibióticos poderosos que estavam me fazendo vomitar o tempo todo e eu não conseguia diminuir a dor. Por uma semana eu me senti tão mal que não conseguia dormir. Se eu dormia duas horas por noite, era sorte. Todo esse tempo nós estávamos fazendo shows energéticos e eu estava sentindo dor ao cantar. Toda vez um dos dançarinos me pegava e me rodava e eu achava que ia passar mal. Eu fiz o que pude para aguentar e continuar seguindo em frente, mas depois de uma semana de noites sem dormir, e dor constante, eu acho que comecei a sentir pena de mim mesma, e no palco em Dublin eu fiquei emocionada e desabei. No dia seguinte tivemos dois shows em Belfast e eu ainda não estava me sentindo bem. Era óbvio que eu não conseguia acompanhar. Eu precisva descansar, então tivemos que cancelar, o que foi horrível, especialmente quando tem fãs chegando no local e indo embora desapontados. Cancelar um show é a última coisa que você quer fazer, e se eu fosse capaz de fazer uma boa performance, eu teria feito. Eu fui para casa, minha mãe cuidou de mim e tudo que fiz foi dormir. Algumas vezes você precisa do conforto de estar na própria cama, e um ou dois dias longe do trabalho para melhorar. Felizmente, os antibióticos com os quais estava sendo tratada limparam a infeccão e eu voltei à estrada novamente em tempo para a próxima data, em Sheffield. Nós conseguimos administrar e reagendar os shows de Belfast, mas obviamente as pessoas ficaram chateadas, e enquanto eu recebi algumas mensagens de fãs adoráveis, eu recebi muitas críticas também. Acho que algumas pessoas presumem que você pode performar, não importa como esteja se sentindo, mas não somos robôs e nem sempre é possível, não importa o quanto queira. Em setembro de 2015 nós estávamos previstas para performar ‘Black Magic’ ao vivo no America’s Got Talent, surgindo com um time de ginástica chamado AcroArmy, que estiveram no programa um ano antes. No dia, meu ombro doeu e eu não conseguia me mexer. Eu estava agoniada e gritando. Parte da dança envolvia pular do palco para os braços de um dos ginastas e de forma alguma que eu ia conseguir fazer aquilo. Ao mesmo tempo era uma aparição tão importante de TV, a razão pela qual voamos até lá, era quase como se eu tivesse que aguentar, não importava o que acontecesse. Foi um pesadelo, eu acabei no médico que me deu injeções para diminuir minha dor, e eu estava sentindo tanta dor que soluçava de tanto chorar. Ele me deu vinte injeções e disse que não podia me dar mais, porém eu ainda estava em agoniada, então ele me mandou descansar. Foi a coisa mais surreal. Na cama ao meu lado estava uma celebridade famosa e nós acabamos batendo um papo, sem saber na verdade o que falar uma para a outra. Constrangedor! A dor não estava passando, então o médico disse que ele ia me dar mais injeções, mas me avisou que eu ia me sentir como se estivesse bêbada. No final eu levei algo como cinquenta injeções e minhas costas estavam sufocadas em hematomas. Antes do show, quando eu estava terminando meu cabelo e maquiagem, pessoas estavam me dando café para acordar. Eu estava tão fora de mim que eu não lembro de muita coisa sobre a performance, somente que no palco eu não conseguia me equilibrar. Foi horrível, a pior coisa que tive que fazer. Em um trabalho normal você pode tirar um dia de folga e ninguém te pressiona, mas nesse trabalho se perder uma performance, todos vão estar escrevendo artigos, comentando nas redes sociais e falando mal de você.

Little Mix foi a primeira banda a ganhar o show de talentos The X Factor, e assinou contrato com o selo Syco de Cowell. Seus sucessos incluem Black Magic, elas venderam 50 milhões de discos e as garotas têm uma fortuna combinada de pelo menos £ 25 milhões.

Mas problemas nos bastidores foram revelados quando Jesy gravou um documentário da BBC aclamado sobre haters.

As companheiras de banda Perrie EdwardsLeigh-Anne Pinnock, e Jade Thirlwall, disseram que continuarão com a turnê de 2021 da Little Mix.

Anunciando que estava desistindo na segunda-feira passada, Jesy disse:

“Acho muito difícil a pressão constante de estar em um grupo de garotas e atender as expectativas. Preciso passar um tempo com as pessoas que amo, fazendo coisas que me deixem feliz. Estou pronta para embarcar em um novo capítulo na minha vida – não tenho certeza de como será agora, mas espero que vocês ainda estejam lá para me apoiar. Acima de tudo, quero agradecer a Jade, Perrie e Leigh-Anne por criarem algumas das memórias mais incríveis que nunca esquecerei.”

Fonte: Mirror UK

Tradução: Equipe BrasilLM



18.12.20

Não existem duas formas de dizer isso: para milhares de fãs do Little Mix, a saída de Jesy Nelson foi muito, muito triste. Os melhores grupos pop são aqueles que parecem ser uma equipe divertida da qual você quer fazer parte – e quando alguém sai, é como se você perdesse seu próprio amigo. E esse com certeza é o caso aqui, depois do anúncio de Jesy de que estar no grupo realmente custou muito à sua saúde e ela estava saindo para poder priorizar a sua saúde mental e bem-estar.

É extremamente triste pensar que a multi-talentosa, cativante e incrivelmente hilária integrante, de 29 anos, está saindo de cena por um bem maior. Mas seguindo em frente com o motivo de sua saída, e tendo o apoio indiscutível de suas ex-colegas de grupo, a rainha e ganhadora do NTA (National Televison Awards), provou mais uma vez o porque ela, e Little Mix como um todo, são incríveis inspirações. Tenho certeza que não preciso dizer que além de lançarem hits clássicos, elas sempre foram bem articuladas e mente aberta em todos os tipos de problemas sociais – desde direitos LGBTQ+ e racismo à amizade e imagem corporal.

Com ela indo a público, com o que deve ter sido uma decisão extremamente difícil, Jesy, está sendo incrivelmente aberta sobre o assunto, que é sua própria saúde mental – e não é a primeira vez. Anunciando sua saída permanente do grupo após seis semanas de sua pausa prolongada, ela trouxe novamente o que já havia revelado em seu aclamado documentário ‘Odd One Out’ (2019), como disse:

Me sinto constantemente pressionada ao estar em um girlgroup e atender as expectativas dos outros é muito difícil.

Ela acrescenta:

Chega uma hora na vida em que precisamos investir mais em cuidar de nós mesmos do que em focar em fazer os outros felizes, e acho que agora é a hora de começar esse processo.

Na própria postagem delas, em que reafirmam seu amor por Jesy e se propuseram a continuar como um trio, Leigh-Anne Pinnock, Jade Thirlwall e Perrie Ewards reconheceram que isso vai ser muito triste para os seus fãs – e como uma pessoa que é mixer desde a primeira vez que elas cantaram para Tulisa e Jessie J na Casa dos Juízes, posso confirmar que elas estão certas. Mas conforme estrelas do pop deixam grupos bem sucedidos por conta de incidentes, esse caso parece diferente. Não é como quando Zayn saiu do One Direction, quando Geri saiu das Spice Girls ou Camila deixando o Fifth Harmony para projetos individuais.

Isso é porque dessa vez, parece honesto. Sincero. Sem drama, sem mistério, sem mentiras, sem controle de dano, sem resquícios de brigas por trás das câmeras… Apenas alguém fazendo o que é certo para o bem de sua própria mentalidade. Honestamente é inspirador. E espero que Jesy saiba o quão boa ela é em falar de maneira tão franca. Muitos de nós – incluindo a mim – são culpados de nos submeter a situações que não nos fazem bem até que atingimos o ápice do esgotamento, ou pior.

Mesmo quando estamos por um fio, dizemos para nós mesmos que não somos bem sucedidos o suficiente, ou que não estamos no controle o suficiente, ou fazendo o suficiente para impressionar as outras pessoas. Muitas vezes ficamos felizes em enfrentar os momentos difíceis da vida, porque sabemos que os altos fazem os baixos valerem a pena, ou porque – quando falamos de carreiras principalmente – estamos fazendo aquilo pelo qual somos apaixonados. Mas algumas vezes isso não é saudável. Algumas vezes nos mantemos em situações (pessoais ou profissionais) que não são boas para nós, porque estamos com medo de que vamos fazer ou quem vamos desapontar se sairmos delas.

O comunicado de Jesy é um lembrete que não precisa ser dessa forma. Que está tudo bem em se retirar, respirar fundo e pensar, ‘espera aí – eu preciso me colocar em primeiro lugar agora.’ É claro que nem todos tem o privilégio de poder simplesmente sair de um emprego que os está fazendo infeliz. Mas em qualquer circunstância, Jesy está mostrando aos fãs que não há vergonha ou, que Deus me perdoe, não é uma “falha” quando levamos nossa saúde mental a sério; ou reavaliamos nossos objetivos e prioridades e tomamos a decisão e reagimos se tal situação está nos trazendo mais malefícios do que bem. Levando tudo em consideração, é só o exemplo mais recente que continua a ajudar a normalização da discussão sobre saúde mental.

Ela não precisa nos dar mais nenhuma informação se ela não quer, e ela certamente não nos deve nenhuma explicação ou detalhes de quando ela estava em seu descanso nas últimas semanas. Ela está melhorando sua vida – e com base no trabalho vital que ela fez com ‘Odd One Out’. Se você precisa de alguma prova, apenas olhe a maioria dos comentários de fãs no  Twitter e Instagram, desejando nada além de felicidade à ela. O fato dos fãs mais jovens de Little Mix terem tanta empatia e respeito é algo que devemos dar crédito ao próprio grupo, e a forma que elas sempre foram exemplares quando se trata de gentileza, amizade e solidariedade.

Mas, sim, é triste ver Jesy ir, mas é natural para aqueles de nós que sempre amaram o grupo desde ‘Rhythmix‘, se sentir triste sobre isso.Mas após algumas semanas não se preocupe, é um grande alívio saber que ela está dando um grande passo em direção ao que é bom pra saúde mental dela. E não importa o que ela decida fazer depois, seja em frente ao público ou não, ela vai ter o apoio de todos os fãs – desde os adolescentes até nós gays de trinta e poucos anos.

Tradução e Adaptação: Equipe BRLM | Fonte: Metro UK



16.12.20

A cantora, que deixou a Little Mix para focar em sua saúde mental, trouxe muito talento e carisma para o grupo – mas os trolls transformaram o abuso em um aspecto marcante.

Eu entrevistei a Little Mix pela primeira vez em 2012, não muito tempo depois de elas ganharem o The X Factor, o primeiro grupo feminino a conseguir vencer a competição . Naquele ponto, elas tinham uma música em seu nome – um cover monótono de Cannonball de Damien Rice que elas rejeitariam mais tarde – mas estavam prestes a lançar seu primeiro de muitos singles de alto nível, o efervescente e empoderado Wings. Como um leitor ávido de Smash Hits quando criança, eu trouxe uma lata de biscoitos (lancheira da Lady Gaga) com perguntas e sugeri que cada integrante – Jesy Nelson, Jade Thirlwall, Perrie Edwards e Leigh-Anne Pinnock – pegasse uma aleatoriamente. De certa forma, foi um teste: elas tinham sido treinadas para ser ciborgues do pop pela gravadora Syco, de Simon Cowell, distribuindo banalidades rotineiras, ou eram superestrelas do tipo que dizem o que pensam?

A sala estava cheia não apenas com o grupo, mas também com sua equipe e vários funcionários da Syco. “Qual é o cheiro do amor?”, uma delas leu, inocentemente. “Pinto!” gritou Nelson antes de se desintegrar em histeria enquanto os olhos de todos percorriam a sala, presumindo que a entrevista tinha acabado. Ninguém disse nada. “Na verdade, é suor”, ela concluiu, seu sorriso tão grande quanto seu cabelo.

Como Mel B nas Spice Girls ou Sarah Harding em Girls Aloud, Jesy Nelson – que deixou o grupo para focar em sua saúde mental – era a animada da Little Mix, muitas vezes o foco de atenção durante as apresentações por sua pura paixão e determinação. O fato de parecer mascarar uma vulnerabilidade mais profunda apenas fazia as pessoas terem mais carinho por ela. Ela claramente tinha, na falta de uma frase melhor, o fator X. Se as pessoas não levassem o grupo a sério, ela seria aquela a forçá-los a se submeter, muitas vezes usando collant e botas de cano alto.

Incrivelmente, quando elas finalmente ganharam um Brit em 2017, Nelson relembrou o famoso discurso de aceitação de Harding em uma entrevista nos bastidores, balbuciando “já estava na hora” com o estilo de um Gallagher enquanto suas companheiras de grupo tentavam manter uma cara séria. Ela se destacou porque conseguiu transpor sua personalidade – um estilo duramente conquistado, com uma dose de charme de Essex – para a arena pop sem perder quem ela era. As entrevistas eram frequentemente pontuadas com imitações aleatórias – como esquecer “balegdah”, um meme para todos os tempos? – ou desviadas por fofocas. Quando as entrevistei pela última vez em 2019, elas tinham acabado de sair da Syco e tinham se distanciado de Simon Cowell. Esse tópico específico estava muito fora de questão. Quando perguntei sobre isso, todos ficaram em silêncio, os mesmos olhos correndo ao redor da sala novamente, antes que Nelson falasse. “Então, foi isso que aconteceu…

E ainda há uma triste inevitabilidade sobre o anúncio de segunda-feira de que Nelson está deixando a banda. Em uma cultura pop onde a misoginia ainda é abundante, com a própria silhueta de uma mulher sendo colocada sob esses parâmetros estreitos de aceitação, se você se destacar, você se torna um alvo. Durante seu tempo nos shows ao vivo do X Factor, quando ela não estava no palco mostrando seu vocal rouco, sua marca registrada, ela era frequentemente vista em lágrimas, o rosto do bullying nas mãos de trolls online que a marcaram como diferente, ou seja, não magra o suficiente para uma estrela pop. No documentário vencedor do National Televison Awards do ano passado, Jesy Nelson: Odd One Out, ela foi extremamente honesta sobre seus problemas de saúde mental, lembrando como no dia em que o grupo ganhou o programa ela estava em lágrimas, depois de ler uma mensagem no Facebook referindo-se a ela como feia e sugerindo que ela merecia morrer. Em 2013, ela tentou se matar logo após retornar ao palco do X Factor, sua nova aparência mais magra causando outra onda de abuso online. Em 2018, tendo tentado se apropriar e celebrar seu corpo por meio do single Strip e do clipe que mostrava as integrantes nuas, cobertas pelos insultos que elas sofreram, Piers Morgan usou seu programa de TV nacional para rejeitar o movimento como um golpe publicitário.

Nelson se referiu a ele como um “idiota” ao vivo na BBC Radio 1 dias depois, mas você só pode estufar o peito e fingir que não doeu por muito tempo. O abuso veio em ondas de todas as direções e era frequentemente repetido para Nelson em busca de uma declaração, porque lutar contra trolls venenosos se tornou sua postura padrão desde que ela se tornara famosa. Nelson ajudou a tornar o diálogo sobre saúde mental muito mais claro, muito mais honesto, mas quando você se torna um símbolo, a pessoa que está por baixo pode às vezes se perder. “Acho muito difícil a pressão constante de estar em um grupo de garotas e corresponder às expectativas”, diz a declaração de partida tipicamente honesta de Nelson. “Chega um momento na vida em que precisamos investir em cuidar de nós mesmos, em vez de focar em fazer outras pessoas felizes.

 

Tradução e Adaptação: EquipeBRLM | Fonte: The Guardian



26.11.20

As superestrelas do pop, Little Mix, estão fazendo carreiras solos, o The Sun pode revelar – com Jesy Nelson também tendo tirado uma “folga prolongada” por motivos de saúde. Perrie EdwardsJade Thirlwall e Leigh-Anne Pinnock estiveram cada uma envolvida em planos secretos para lançar carreiras individuais no próximo ano, no final de seu contrato existente.

Elas têm se reunido em silêncio com novos gerentes, agentes e chefes da indústria. Jesy também está em negociações sobre planos para sua própria carreira solo, que serão retomados assim que ela se sentir melhor. Nossas revelações vêm quando o empresário do grupo na noite passada anunciou a pausa de Jesy. Um porta-voz acrescentou:

Não faremos mais nenhum comentário no momento.

Jesy, 29, está ausente do grupo há duas semanas, após não ter estado na final do The Search, e nem no MTV European Music Awards. Enquanto isso, Perrie e Jade, ambas de 27 anos, estão procurando projetos musicais solo enquanto Leigh-Anne, de 29 anos, está discutindo ideias para a TV.

Uma fonte explicou:

As meninas têm sido abertas e honestas umas com as outras e com sua atual equipe de gestão. Elas começaram a discutir com alguns gerentes e agentes em potencial sobre como seriam suas carreiras solo. Algumas das meninas podem acabar assumindo projetos solo com sua equipe de gestão atual também. Mas isso não é sobre acabar com a Little Mix, é sobre olhar apenas para o futuro. Elas ainda têm uma turnê agendada para começar em abril do próximo ano e, mesmo que seja adiada por causa do Covid , como é bem provável, elas ainda vão concluir a turnê. Isso vai acontecer com ou sem Jesy, que está tirando algum tempo para ela mesma.

A fonte explicou:

Elas estão falando sobre tentar imitar o Take That, onde cada integrante foi capaz de sair às vezes e trabalhar em seus próprios projetos, mas de se reunirem em outras ocasiões para fazer turnês e trabalhar como um grupo novamente. Elas amam o grupo e tudo o que conquistaram, e ainda se dão muito bem como grandes amigas. Não há absolutamente nenhuma desavença entre elas e todas apoiam uns aos outros fazendo coisas novas. É um momento emocionante.

Little Mix se tornaram uma das artistas de maior sucesso de sua geração desde sua formação no The X Factor em 2011, vendendo mais de 50 milhões de discos. Seis álbuns e seis turnês mundiais geraram quatro singles em primeiro lugar e 16 no top dez da UK Singles Charts, ao lado de dois Brit Awards – e uma fortuna estimada em cerca de £30 milhões. Mas o grupo também enfrentou tensões após uma desavença bem documentada com sua antiga gravadora, a SYCO Music de Simon Cowell , em novembro de 2018.

Isso fez com que elas se mudassem para a gravadora RCA UK em meio a uma explosão entre Cowell e os empresários do grupo, Modest Management. Após o incidente, que eclodiu enquanto elas gravavam seu álbum LM5, Cowell disse ao The Sun que a disputa “não foi por causa de dinheiro”, acrescentando:

Basicamente, eles disseram [Modest] que fizemos um trabalho terrível.

O criador do X Factor disse que ele e as meninas ainda se dão bem e planejam se encontrar novamente. Ele disse:

Eu mantenho o fato de que elas são o grupo de garotas que mais trabalham duro com a quais eu já trabalhei. Elas merecem tudo o que têm.

Perrie disse mais tarde ao The Sun:

Estamos prontas para um novo começo.

Leigh-Anne disse:

Estivemos com a Syco por sete anos e tivemos uma jornada incrível, mas vai ser bom mudar isso.

Little Mix ganhou o The X Factor no auge de seu sucesso em 2011, um ano após a boyband One Direction terminar em terceiro lugar. Seus sucessos incluem Wings, Black Magic e Shout Out To My Ex. Os derivados incluem linhas de roupas, perfumes e produtos de beleza. Jesy ganhou um National Televison Awards por seu documentário, Odd One: Out sobre o bullying online e as dificuldades com a imagem corporal.

 

Tradução e Adaptação: Equipe BRLM | Fonte original: The Sun



12.11.20

Ainda adolescentes, quando se tornaram famosas, o estrelato teve um preço para Little Mix. Elas se abrem com Francesca Babb sobre os altos e baixos dos últimos nove anos.

É o fim de nossa sessão de fotos para a capa da YOU e estou vendo as meninas da Little Mix sem maquiagem. Lenços umidecidos passam para frente e para trás em seus rostos e, conforme a base se vai em um dilúvio de lenços de cor de café, Jesy Nelson e Leigh-Anne Pinnock, ambas com 29 anos, e Jade Thirlwall e Perrie Edwards, ambas com 27, relaxam visivelmente em seus agasalhos e jeans com seus ombros relaxados enquanto elas se acomodam. Estou tão acostumadas a vê-las maquiadas e prontas para serem fotografadas que assumi que todo o glamour era o seu lugar feliz. Mas talvez as verdadeiras Little Mix não sejam as estrelas pop com pintura de guerra e collant que passamos quase dez anos vendo crescer, mas sim as quatro mulheres que se tornaram por trás do brilho dos holofotes. São essas quatro mulheres que estou intrigada em conhecer.

Desde que venceram o The X Factor nove anos atrás, houve pontos altos – vendendo mais de 50 milhões de discos em todo o mundo, uma porcentagem significativa de autoria própria, e criando linhas de maquiagem e mercadorias suficientes para não só mantê-las bem, como suas famílias no futuro (informações recentes sugerem que elas ganharam um total de £28,5 milhões até agora). Mas também houve pontos baixos – contínuas críticas do público e da imprensa, bullying e ódio de ofensores online. Os casos mais extremos levaram Jesy a tentar o suicídio no início da Little Mix em 2013 (ela revelou que um tweet de Katie Hopkins “O pacote de mistura ainda tem uma gorda na sua linha de frente” foi o ápice da sua depressão) e empurraram a cantora Perrie numa luta contínua contra a ansiedade.

A fama as mudou. Em alguns aspectos, elas ainda são jovens – colocando frases na conversa que não estariam fora do contexto em um parquinho – mas, em outros, elas são sábias além da idade, mergulhando de cabeça em batalhas sobre feminismo, racismo e saúde mental. Elas são divertidas o suficiente para ser um alívio leve, inteligentes o suficiente para inspirar uma geração que luta contra as pressões da sociedade e das redes sociais, mesmo antes de uma pandemia ser lançada sobre elas, e corajosas o suficiente para deixar a gravadora de Simon Cowell porque elas não achavam que ele se importava.

Nunca foi realmente muito fácil, não é?Jade pondera, tendo em mãos uma cópia da teoria feminista de 2002 da ativista social Bell Hooks, Comunhão: A Busca Feminina pelo Amor (não para mostrar, devo acrescentar; quando pergunto a ela sobre, ela conhece bem o conteúdo). “Nós tivemos momentos muito altos mas também muito baixos”.

Jesy, que virou alvo de alguns dos mais cruéis comentários do mundo fora da Little Mix, concorda: “Alguns dos melhores momentos, alguns dos piores momentos.”
Comentários sobre seu peso, sua aparência, seu lugar no grupo, comentários de que ela deveria se matar, tudo a levou a uma profunda depressão e à já mencionada tentativa de suicídio. Seu documentário do ano passado, Jesy Nelson: Odd One Out, revelou sua jornada por tudo isso e, ao mesmo tempo que é angustiante, é essencial ver as realidades de crescer em um mundo dominado pelas redes sociais.

Antes de entrarmos no grupo, eu nunca olhei para mim mesma e pensei ‘eu não gosto disso’ – acho que nenhuma de nós pensou assim. Eu nunca pensei ‘Ai Deus, eu estou gorda’, e então entramos para a indústria e todas nós começamos a querer mudar coisas em nós mesmas. É tão triste. Há coisas [no passado] que eu definitivamente gostaria de não ter feito” diz ela, referindo-se a tentativa de suicídio. “Mas eu seria a pessoa que sou hoje se não tivesse passado por tudo isso?”

Houve uma época em que era pior do que agora“, acrescenta Leigh-Anne, que cada vez mais usa seu Instagram para vocalizar a sua experiência com o racismo, tanto aberto quanto adjacente, ao longo de seu tempo no grupo. “Acho que estamos dando um passo à frente, mas temo por minhas [futuras] filhas…

Isso me faz não querer ter um filho”, concorda Jesy. “Essas inseguranças que todos nós temos agora por causa das redes sociais, imagine ter isso embutido em você quando criança?

Antes de você classificá-las como quatro garotas muito sortudas, reclamando de maneira ingrata de um estilo de vida com o qual tantos sonham, devo salientar que elas têm plena consciência do paradoxo de seu privilégio. Suponho que a questão seja: não é pedir muito para não ser maltratada a ponto de ser hospitalizada como um subproduto, não é?

Little Mix mudou nossas vidas para melhor, e as vidas de nossas famílias, nós conquistamos muito“, diz Perrie.

Não me interprete mal“’, concorda Jesy (um aviso que ouvirei repetidamente ao longo de nossa hora juntas, talvez graças a quase uma década de suas falas sendo colocadas fora de contexto para chamar a atenção). “Não vou sentar aqui e dizer que temos uma vida terrível, porque não temos, mas acho que nossa inocência foi tirada de nós.

 

PHOTOSHOOTS | ENSAIOS FOTOGRAFICOS > 2020 > YOU – RACHELL SMITH
 

Já faz um tempo desde a última vez que as meninas deram entrevistas. A quarentena interrompeu qualquer atividade planejada, incluindo o lançamento de seu novo show de talentos da BBC: Little Mix: The Search (no qual elas procuram uma nova banda para se juntar a elas na turnê do ano que vem). Mas o tempo separadas não diminuiu a capacidade de terminar as frases uma da outra e de se ajudarem. Parece que foi muito bom para elas e permitiu que voltassem animadas para o lançamento de seu sexto álbum, Confetti, que saiu esta semana. “Foi necessário“, concorda Jesy. “Nunca deixamos de estar umas com as outras e estamos sempre ocupadas. Nossas manhãs começam cedo, terminamos muito tarde.”

Estar em casa significou mais tempo gasto com suas famílias, com Jade até mesmo começando seu próprio programa na MTV com sua mãe, tutu Norma. Chamado “Served!”, o programa auto-filmado viu a Jade e sua mãe entrevistarem drag queens famosas e se desafiar em competições culinárias. “Eu amo a cultura drag“, diz ela, “e minha mãe estava se isolando sozinha, então pensei que seria algo bom mantê-la entretida.

Sua mãe poderia estar no Loose Women“, diz Leigh-Anne.

Imagine nossas mães em um programa!” grita Jade.

Minha mãe não deixaria ninguém falar“, ri Perrie.

Ah, quando a Debbie vai para o Twitter“, diz Jade, sobre o hábito da mãe da Perrie de responder comentários de haters. “Minha mãe me manda mensagem tipo ‘você viu que Debbie se irritou com alguém?!

É interessante que as quatro falam com frequência sobre suas mães durante nosso bate-papo, mas não há menção aos pais. Enquanto as mães frequentemente aparecem no Instagram, ver o pai da Perrie no aniversário de 23 anos dela foi extremamente raro. Talvez a ausência dos pais da Little Mix na narrativa seja porque as quatro meninas foram criadas predominantemente por suas mães (todos os seus pais se separaram quando elas eram mais jovens), e outra razão pela qual o vínculo do grupo é tão forte. Little Mix são a fortaleza umas das outras, suas próprias guarda-costas pessoais. Jesy, elas concordam unanimemente, é a Assustadora Mix (embora eu a ache encantadora), o que é interessante dada a sua própria incapacidade de rebater as palavras de outras pessoas.

Quando é você sozinha lidando com algo pessoalmente“, diz Jesy, “é completamente diferente. Você se sente tão vulnerável sozinha, mas somos uma força quando estamos juntas.

Não é difícil ver, na sociedade de hoje obcecada pelas redes sociais, onde há pouca retribuição por causa da crueldade, o motivo pelo qual quatro mulheres atraentes e bem-sucedidas, com namorados jovens, atraentes e bem-sucedidos (dois jogadores de futebol – Perrie namora Alex Oxlade-Chamberlain do Liverpool, Leigh-Anne está noiva de Andre Gray do Watford – enquanto Jade está com o cantor da banda Rizzle Kicks, Jordan Stephens, e Jesy está saindo com o ator de Our Girl, Sean Sagar), que parecem estar vivendo um sonho, se viram no meio de um turbilhão de críticas. Houve a discussão infame com Piers Morgan, em que ele zombou delas por posarem nuas e pelos insultos que foram colocados sobre elas pintadas em seus corpos. Ele as acusou de usar sexo para vender discos e as chamou de “idiotinhas desbocadas, sem talento e alérgicas a roupas“, o que não é verdade.

Eu tenho um pé atrás com o Piers“, diz Jesy, revirando os olhos. “Ele faz isso para causar drama, então eu não dou atenção. Quando ganhamos o The X Factor, não parecíamos um grupo feminino genérico: todas temos formas e tamanhos diferentes, não nos vestíamos de maneira sexy, então imediatamente todos perguntaram: “O que é isso?”

Normalmente, quando você vê um grupo de garotas, elas são perfeitas, têm tanquinhos – e nós não éramos assim“, continua Jesy. “As pessoas nos viam como crianças, então mesmo que agora sejamos mulheres, ainda pensam em nós daquela maneira, então, quando subimos no palco vestindo collant, pensam: “Isso é nojento!”

O One Direction não recebeu a merda nós recebemos, porque eles são homens“, afirma Leigh-Anne. “É tipo, ‘são quatro garotas, vamos atacá-las.’ No momento em que são meninas, eles pensam: “Ah, sua piranha.”

Quando são homens, é comemorado, mas no minuto em que as mulheres se sexualizam e se sentem poderosas fazendo isso, nos dizem para nos contermos“, acrescenta Jade. “Estamos condicionados a pensar que as mulheres existem para ser esses seres inocentes e puros e, no minuto em que você sai disso, é um massacre.

Little Mix, no entanto, não tem medo de acolher esse massacre e de provocar um debate. Para o programa The Search, Jade descreveu como era importante para elas definir o tom de respeito quando cada nova pessoa fazia o teste. “Por sermos mulheres pequenas, é importante mostrar às pessoas que elas precisam nos respeitar, que sabemos do que estamos falando e precisamos ser ouvidas“, diz ela.

Não há maldade“, continua Jesy sobre o programa, que foi elogiado por modernizar e renovar o antigo formato de TV. “Não fazemos ninguém se sentir desconfortável para gerar entretenimento.

Elas também insistiram que uma grande parte do orçamento fosse dedicado a cuidar da saúde mental dos participantes, entendendo, em primeira mão, as armadilhas dos shows de talentos.

The Search não é a primeira tentativa delas de diversificar seu talento. Em grupo, elas têm a linha de maquiagem LMX e também um perfume, Style By Little Mix. Posteriormente, elas se tornaram mulheres de negócios especializadas, recusando-se a cometer os erros dos grupos pop do passado, tantas vezes deixados sem um tostão no final de suas carreiras.

Lembro-me de entrar em uma reunião da gravadora e dizer: “Isto é quem queremos ser, esta é a campanha que queremos, estas são as imagens que desejamos”, diz Jade. “Sabíamos o que queríamos desde o início e comandamos nossa carreira.”

Foi um longo caminho desde (como a Jesy mesmo disse) “origens de classe trabalhadora.” Desde que entraram no grupo, cada uma comprou uma casa para sua mãe e, embora sua história não seja inteiramente da miséria à riqueza, o salto de Primark para Prada nos últimos anos foi certamente significativo.

Quando se trata de negócios, Perrie descreve a si mesma e a Leigh-Anne como aquelas que frequentemente buscam um meio-termo em situações difíceis, enquanto enviam Jesy e Jade quando acordos que precisam ser feitos.

Jesy é a fodona“, Perrie ri. “Sempre que eu estou com medo, fico atrás dela. É ela quem entra em uma sala de reuniões cheia de homens e diz: ‘Vai ser assim.’ Mas escolhemos nossas batalhas. Não discutimos sobre toda decisão – apenas quando achamos que devemos fazer isso.”

Ninguém pode dizer que somos difíceis e, se o fizerem, estão mentindo“, diz Leigh-Anne com firmeza. Jesy acrescenta: “Nós sabemos o que queremos e sabemos o que as pessoas querem”.

Little Mix viveu mais de um terço de suas vidas sob os holofotes. Elas viram como as coisas funcionam e como não funcionam, e aprenderam a lidar com tudo isso. Os baixos podem ter sido espetacularmente baixos, mas os altos superaram qualquer uma de suas expectativas. A história delas não é um clássico conto de fadas, mas é aquela que elas aprenderam que podem escrever seu próprio final. Se a Little Mix que conheci hoje é um exemplo, eu não espero que esse final chegue tão cedo.

Tradução e Adaptação: EquipeBRLM | Fonte: YOU Magazine



03.06.20

Sendo uma artista desde 2011, Jesy Nelson sofreu fortemente e constantemente durante anos por ataques virtuais que recebia por conta de sua aparência e peso. Em uma trajetória extremamente emocionante, Jesy se junta a BBC para um documentário que nos dá a oportunidade de entender o que ela realmente passou por quase 9 anos estando na mídia. O documentário Odd One Out, lançado em 12 de setembro de 2019, traz detalhes da vivência da estrela do Little Mix com o ciberbullying, como isso a afetou como ser humano e o que ela tem feito desde então para não ter sua vida destruída por isso.

A equipe BrasilLM traz para vocês a versão legendada do documentário, assistam:

Outras formas de assistir o documentário

OPÇÃO 1
OPÇÃO 2
DOWNLOAD



26.05.20

A garota de 28 anos é aclamada pelo seu documentário da BBC, Odd One Out, no ano passado, onde ela corajosamente se abriu sobre sua saúde mental. As quatro integrantes – também compostas por Leigh-Anne Pinnock, Perrie Edwards e Jade Thirlwall – foram lançadas nos holofotes depois de ganharem o The X Factor em 2011, quando as redes sociais estavam se tornando um ambiente cada vez mais hostil.

Embora fosse uma fonte de dor constante, também era viciante e Jesy se viu acordando e verificando as piores coisas que as pessoas estavam dizendo sobre ela no Twitter. Em uma parte do documentário,  Jesy se lembra de querer tirar a própria vida. E falando sobre isso no programa Loose Women de hoje, a cantora revelou que muitas vezes não consegue se enfrentar para subir no palco.

Na maioria das vezes, como artistas, subimos ao palco e é um personagem que interpretamos, e é isso que tento fazer, mas na maioria das vezes eu nem sequer subia ao palco“, disse ela. “Houve muitas ocasiões em que eu cancelava shows porque não suportava as pessoas olhando para mim.

Seu heroísmo foi recompensado com milhares de telespectadores agradecendo ela por trazer à tona a terrível praga de trolls com Odd One Out, e ela ganhou um prêmio na cerimônia National Television Awards no início deste ano.

Mas isso quase não aconteceu.

Ninguém sabia disso e é por isso que eu não falo sobre isso há muito tempo, porque eu continuo pensando: Se eu continuar falando sobre isso, não vai desaparecer nunca. Mas o que aprendi foi que, se eu não falasse sobre, ficaria muito pior para mim.

Houve um momento no meio das filmagens quando eu enviei uma mensagem para meu amigo Adam, o diretor, e eu disse: “Não quero mais fazer isso [o documentário]”. Eu estava apavorada, estava com tanto medo que seria 10 vezes pior quando saísse.” Felizmente, ela continuou. “Acho que abriu os olhos para muita gente. As pessoas estão muito mais conscientes de como isso pode causar danos a saúde mental de alguém.

 

Tradução & Adaptação: Equipe BRLM

Fonte original: Metro



07.05.20

Estrelado por Jesy Nelson e dirigido por Adam Goodall, Odd One Out, o documentário produzido pela BBC, levou hoje (06) seu segundo prêmio através do Visionary Honours.

Concorrendo com grandes produções como Homecoming da Beyoncé, Odd One Out, que conta a história de como Jesy lidou durante anos com cyberbullying e sobre sua saúde mental, levou o prêmio de Melhor Documentário.

Por conta da pandemia, Jesy agradeceu e recebeu o prêmio diretamente em sua casa.

“Estou pasma. Muito obrigada a todos que votaram. Isso significa muito para mim e é um troféu muito lindo. Amo muito vocês!”



Little Mix Brasil • Hospedado por Flaunt • Layout por Lannie D &